Veritatis Splendor - DOMINUM ET VIVIFICANTEM - PARTE IV (FINAL)

DOMINUM ET VIVIFICANTEM - PARTE IV (FINAL)

Por Papa João Paulo II

Fonte: Vaticano

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CONCLUSÃO

67. Queremos concluir estas considerações situando-nos no coração da Igreja e no coração do homem. O caminho da Igreja passa através do coração do homem, porque nele está o lugar recôndito do encontro salvífico com o Espírito Santo, com Deus escondido, e porque exactamente aí o Espírito Santo se torna «nascente de água que jorra para a vida eterna». (289) Ele chega aí, ao coração do homem, como Espírito da verdade e como Consolador, Intercessor e Advogado ? especialmente quando o homem, ou a humanidade, se encontra diante do juizo de condenação do «acusador», acerca do qual no Apocalipse se afirma que «acusa os nossos irmãos na presença do nosso Deus dia e noite». (290) O Espírito Santo não cessa nunca de ser o guarda da esperança no coração do homem: da esperança de todas as criaturas humanas, e especialmente daquelas que «possuem as primícias do Espírito», e «aguardam a redenção do seu corpo». (291)

O Espírito Santo, na sua misteriosa ligação de divina comunhão com o Redentor do homem, é Quem dá continuidade à sua obra: Ele recebe do que é de Cristo e transmite-o a todos, entrando incessantemente na história do mundo através do coração do homem. É aí que ele se torna ? como proclama a Sequência litúrgica da Solenidade do Pentecostes ? verdadeiro «pai dos pobres, distribuidor dos dons e luz dos corações»; torna-se: «hóspede amável das almas», que a Igreja saúda, sem cessar, no limiar da intimidade de cada homem. Ele, efectivamente, traz «descanso e refrigério» no meio dos esforços, do trabalho dos braços e das mentes humanas; traz «descanso» e «alívio» nas horas de calor ardente do dia, no meio das preocupações, das lutas e dos perigos de todas as épocas; e traz, por fim, a «consolação», quando o coração humano chora e é tentado pelo desespero.

Por isso, a mesma Sequência litúrgica exclama: «Sem a tua potência divina nada há no homem, nada que seja inocente». Só o Espírito Santo, de facto, «convence do pecado», do mal, com o objectivo de restabelecer o bem no homem e no mundo humano: para «renovar a face da terra». Por isso, Ele realiza a purificação de tudo o que «deturpa» o homem, de «tudo o que é sórdido»; cura as feridas mesmo as mais profundas da existência humana; transforma a aridez interior das almas em campos férteis de graça e de santidade. O que é «duro ? abranda-o», o que é «frio ? aquece-o», o que está «desencaminhado - reconduze-o aos caminhos da salvação». (292)

Rezando assim, a Igreja professa sem cessar a sua fé: há no nosso mundo criado um Espírito, que é um Dom incriado. É o Espírito do Pai e do Filho: como o Pai e o Filho, Ele é incriado, imenso, eterno, omnipotente, Deus e Senhor. (293) Este Espírito de Deus «enche o universo», e tudo o que é criado reconhece nele a fonte da própria identidade e nele encontra a própria expressão trancendente, a ele se dirige e espera-o e invoca-o com todo o seu ser. Para ele se volta, como Paráclito, Espírito da verdade e do amor, o homem que vive de verdade e de amor e que, sem a fonte da verdade e do amor, não pode viver. Para ele se volta a Igreja, que é o coração da humanidade, a fim de invocar para todos e a todos dispensar aqueles dons do Amor, que por meio dele «foi derramado nos nossos corações». (294) Para ele se volta a Igreja ao longo dos caminhos escarpados da peregrinação do homem sobre a terra: e pede, pede incessantemente a rectidão dos actos humanos, como sua obra; pede a alegria e a consolação, que só ele, verdadeiro consolador, pode trazer descendo ao mais profundo dos corações humanos; (295) pede a graça das virtudes, que são merecedoras da glória celeste, pede a salvação eterna, na comunicação plena da vida divina, à qual o Pai eternamente «predestinou» os homens, criados por amor à imagem e semelhança da Santíssima Trindade.

A Igreja, com o seu coração, que inclui em si todos os corações humanos, pede ao Espírito Santo a felicidade que só em Deus tem a sua completa realização: a alegria que «ninguém pode tirar», (296) a alegria que é fruto do amor e, portanto, de Deus que «é Amor»; pede «a justiça, a paz e a alegria no Espírito Santo», nas quais, segundo São Paulo, consiste o «Reino de Deus». (297)

Também a paz é fruto do amor: a paz interior, que o homem afadigado procura no íntimo do seu ser; a paz que a humanidade, a família humana, os povos, as nações, os continentes pedem com trepidante esperança de obtê-la, na perspectiva da passagem do segundo ao terceiro Milénio cristão. Uma vez que o caminho da paz passa, afinal, através do amor, e tende a criar uma civilização do amor, a Igreja fixa o olhar naquele que é o Amor do Pai e do Filho e, não obstante as ameaças crescentes, não cessa de ter confiança, não deixa de invocar e de servir a paz do homem sobre a terra. A sua confiança fundamenta-se naquele que, sendo o Espírito-Amor, é também o Espírito da paz, e não cessa de estar presente no nosso mundo humano, no horizonte das consciências e dos corações humanos, para «encher o universo» de amor e de paz.

Diante dele ajoelho-me, no final destas considerações, implorando que, como Espírito do Pai e do Filho, nos conceda a todos a bênção e a graça, que desejo transmitir, em nome da Santíssima Trindade, aos filhos e filhas da Igreja e a toda a família humana.

Dado em Roma, junto de São Pedro, a 18 de Maio, Solenidade do Pentecostes, do ano de 1986, oitavo ano do meu Pontificado.


1. Jo 7, 37 s.

2. Jo 7, 39.

3. Jo 4, 14; Cf. CONC. ECUM. VAT. II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 4.

4. Cf. Jo 3, 5.

5. Cf. LEÃO XIII, Encíclica Divinum illud munus (9 de Maio de 1897): Acta Leonis, 17 (1898), PP. 125-148; PIO XII, Encíclica Mystici Corporis (29 de Junho de 1943): AAS 35 (1943), PP. 193-248.

6. Audiência Geral de 6 de Junho de 1973: Insegnamenti di Paolo VI, XI (1973), P. 477.

7. Missal Romano; e Cf. 2 Cor 13, 13.

8. Jo 3, 17.

9. Flp 2, 11.

10. Cf. CONC. ECUM. VAT. II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 4; JOÃO PAULO II, Alocução aos participantes no Congresso Internacional de Pneumatologia (26 de Março de 1982), 1: Insegnamenti V/1 (1982), P. 1004.

11. Cf. Jo 4, 24.

12. Cf. Rom 8, 22; Gál 6, 15.

13. Cf. Mt 24, 35.

14. Jo 4, 14.

15. CONC. ECUM. VAT. II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 17.

16. allon paràcleton Jo 14, 16.

17. Jo 14, 13. 16 s.

18. Cf 1 Jo 2, 1.

19. Jo 14, 26.

20. Jo 15, 26 s.

21. Cf. 1 Jo 1, 1-3; 4, 14

22 .«As verdades reveladas por Deus, que estão contidas ou espressas nos livros da Sagrada Escritura, foram escritas por inspiração do Espírito Santo»; e portanto, a Sagrada Escritura deve ser «lida e interpretada com o auxílio do mesmo Espírito, mediante o qual foi escrita»: CONC. ECUM. VAT II, Const. dogm. sobre a Divina Revelação Dei Verbum, 11. 12.

23.Jo 16, 12 s.

24. Act 1, 1.

25. Jo 16, 14.

26. Jo 16, 15.

27. Jo 16, 7 s.

28. Jo 15, 26.

29. Jo 14, 16.

30. Jo 14, 26.

31. Jo 15, 26.

32. Jo 14, 16.

33. Jo, 16, 7.

34. Cf. Jo 3, 16s., 34; 6, 57; 17, 3. 18. 23.

35. Mt 28, 19.

36. Cf. 1 Jo 4, 8. 16.

37. 1 Cor 2, 10.

38. Cf. S. TOMÁS DE AQUINO, Summa Theol. Ia, qq. 37-38.

39. Rom 5, 5.

40. Jo 16, 14.

41. Gén 1, 1 s.

42. Gén 1, 26.

43. Rom 8, 19-22.

44. Jo 16, 7.

45. Gál 4, 6; cf. Rom 8, 15.

46. Cf. Gál 4, 6; Flp 1, 19; Rom 8, 11.

47. Cf. Jo 16, 6.

48. Cf. Jo 16, 20.

49. Cf. Jo 16, 7.

50. Act 10, 37 s.

51. Cf. Lc 4, 16-21; 3, 16; 4, 14; Mc 1, 10.

52. Is 11, 1-3.

53. Is 61, 1 s.

54. Is 48, 16.

55. Is 42,1.

56. Cf. Is 53, 5-6. 8.

57. Is 42, 1.

58 .Is 42, 6.

59. Is 49, 6.

60. Is 59, 21.

61. Cf. Lc 2, 25-35.

62. Cf. Lc 1, 35.

63. Cf. Lc 2, 19. 51

64. Cf. Lc 4, 16-21; Is 61, 1 s.

65. Lc 3, 16; cf. Mt 3, 11; Mc 1, 7s.; Jo 1, 33.

66. Jo 1, 29.

67. Cf. Jo 1, 33 s.

68. Lc 3, 21 s.; cf. Mt 3, 16; Mc 1, 10.

69. Mt 3, 17.

70. Cf. S. BASÍLIO, De Spiritu Sancto, XVI, 39: PG 32, 139.

71. Act 1, 1.

72. Cf. Lc 4, 1.

73. Cf. Lc 10, 17-20.

74. Lc 10, 21; cf. Mt 11, 25 s.

75. Lc 10, 22; cf. Mt 11, 27.

76. Mt 3, 11; Lc 3, 16.

77. Jo 16, 13.

78. Jo 16, 14.

79. Jo 16, 15.

80. Cf. Jo 14, 26; 15, 26.

81. Jo 3, 16.

82. Rom 1, 3 s.

83. Ez 36, 26 s.; Cf. Jo 7, 37-39; 19, 34.

84. Jo 16, 7.

85. Cf. S. CIRILO DE ALEXANDRIA, In Joannis Evangelium, lib. V, cap. II: PG 73, 755.

86. Jo 20, 19-22.

87. Cf. Jo 19, 30

88. Cf. Rom 1, 4.

89. Cf Jo 16, 20.

90. Jo 16, 7.

91. Jo 16, 15.

92. CONC. ECUM. VAT. II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 4.

93. Jo 15, 26 s.

94. Decreto sobre a actividade missionária da Igreja Ad Gentes, 4.

95. Cf. Act 1, 14.

96. Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 4. Há toda uma tradição patrística e teológica quanto à união íntima entre o Espírito Santo e a Igreja; esta união é apresentada algumas vezes sob a analogia da relação existente entre a alma e o corpo do homem: cf. S. IRENEU, Adversus haereses, III, 24, 1. SC 221, pp. 470-474; S. AGOSTINHO, Sermo 267, 4, 4: PL 38, 1231; Sermo 268, 2: PL 38, 1232; In Johannis evangelium tractatus, XXV, 13; XXVII, 6: CCL 36, 266, 272 s.; S. GREGÓRIO MAGNO, In septem psalmos poenitentiales expositio, psal. V, 1: PL 79, 602; DIDIMO DE ALEXANDRIA, De Trinitate, II, 1: PG 39, 449 s.; S. ATANÁSIO, Oratio III contra Arianos, 22, 23, 24: PG 39, 368 s., 372 s.; S. JOÃO CRISÓSTOMO, In Epistolam ad Ephesios, Homil. IX, 3: PG 62, 72 s. SANTO TOMÁS DE AQUINO sintetizou a tradição patrística e teológica precedente, apresentando o Espírito Santo como o « coração » e a « alma » da Igreja: cf. Summa Theol. III, q. 8, a. 1, ad 3; In symbolum Apostolorum Expositio, a. IX; In Tertium Librum Sententiarum, Dist. XIII, q. 2, a. 2, quaestiuncula 3.

97. Cf. Apoc 2, 29; 3, 6. 13. 22.

98. Cf. Jo 12, 31; 14, 30; 16, 11.

99. Gaudium et spes, 1.

100. Ibid., 41.

101. Ibid., 26.

102. Cf. Jo 16, 7 s.

103. Jo 16, 7.

104. Jo 16, 8-11.

105. Cf. Jo 3, 17; 12, 47.

106. Cf. Ef 6, 12.

107. Const. past. sobre a Igreja no mundo contemporâneo Gaudium et spes, 2.

108. Cf. Ibid., 10, 13, 27, 37, 63, 73, 79 e 80.

109. Act 2, 4.

110. Cf 5. IRENEU, Adversus haereses III, 17, 2; SC 211, pp. 330-332.

111. Act 1, 4. 5. 8.

112. Act 2, 22-24.

113 .Cf. Act 3, 14 s., 4, 10. 27s.; 7, 52, 10, 39; 13, 28s. etc.

114. Cf. Jo 3, 17; 12, 47.

115. Act 2, 36.

116. Act 2, 37 s.

117. Cf. Mc 1, 15.

118. Jo 20, 22.

119. Cf. Jo 16, 9.

120. Os 13, li Vg; cf. 1 Cor 15, 55.

121. Cf. 1 Cor 2, 10.

122. Cf. 2 Tess 2, 7

123. Cf. 1 Tm 3, 16.

124. Cf. Reconciliatio et Paenitentia (2 de Dezembro de 1984), nn. 19-22: AAS 77 (1985), pp. 229-233.

125. Cf. Gén 1-3.

126. Cf. Rom 5, 19; Flp 2, 8.

127. Cf. Jo 1, 1. 2. 3. 10.

128. Cf. Col 1, 15-18.

129. Cf Jo 8, 44.

130. Cf. Gén 1, 2.

131. Cf. Gén 1, 26 28- 29

132. Const. dogm. sobre a Divina Revelação Dei Verbum, 2.

133. Cf. 1 Cor 2, 10 s.

134. Cf. Jo 16, 11.

135. Cf. Flp 2, 8

136. Cf Gén 2, 16 s.

137. Gén 3, 5.

138. Cf. Gén. 3, 22: sobre a « árvore da Vida »; Cf. também Jo 3, 36- 4, 14; 5, 24; 6, 40. 47; 10, 28; 12, 50; 14, 6; Act 13, 48, Rom 6, 23; Gál 6, 8; 1 Tim 1, 16; Tit 1, 2; 3, 7; 1 Pdr 3, 22; 1 Jo 1, 2; 2, 25; 5, 11. 13; Apoc 2, 7.

139. Cf. S. TOMÁS DE AQUINO, Summa Theol. Ia-IIae, q. 80, a. 4 ad 3.

140. 1 Jo 3, 8.

141. Jo 16, 11.

142. Cf. Ef 6, 12; Lc 22, 53.

143. Cf. De Civitate Dei, XIV, 28: CCL 48, 451.

144. Const. past. sobre a Igreja no mundo contemporâneo Gaudium et spes, 36.

145. Em grego o verbo é parakaleiu = invocar, chamar a si.

146. Cf. Gén 6, 7.

147. Gén 6, 5-7.

148. Cf. Rom 8, 20-22.

149. Cf. Mt 15, 32, Mc 8, 2.

150. Hebr 9, 13 s.

151. Jo 20, 22 s.

152. Act 10, 38.

153. Hebr 5, 7 s.

154. Hebr 9, 14

155. Cf. Lev 9, 24; 1 Rs 18, 38; 2 Crón 7, 1.

156. Cf.Jo 15, 26.

157. Jo 20, 22 s.

158. Mt 3, 11.

159. Cf Jo 3, 8

160. Jo 20, 22 5.

161. Cf. Sequêcia Veni, Sancte Spiritus.

162. S. BOAVENTURA, De septem donis Spiritus Sancti, Collatio II, 3: Ad Claras Aquas, V, 463.

163. Mc 1, 15.

164. Cf. Hebr 9, 14.

165. Cf. Const. past. sobre a Igreja no mundo contemporâneo Gaudium et spes, 16.

166. Cf. Gén 2, 9. 17.

167. CONC. ECUM. VAT. II, Const. past. sobre a Igreja no mundo contemporâneo Gaudium et spes, 16.

168. Ibid., 27.

169. Cf. Ibid., 13.

170. Cf. JOÃO PAULO II, Exort. Apost. pós-sinodal Reconciliatio et Paenitentia (2 de Dezembro de 1984), 16: AAS 77 (1985), PP. 213-217.

171. Const. past. sobre a Igreja no mundo contemporâneo Gaudium et spes, 10.

172. Cf. Rom 7, 14-15- 19.

173. Const. past. sobre a Igreja no mundo contemporâneo Gaudium et spes, 37.

174. Ibid., 13.

175. Ibid., 37.

176. Cf. Sequência do Pentecostes: « Reple cordis intima ».

177. Cf. S. AGOSTINHO, Enarr. in Ps. XLI, 13: CCL 38, 470: « Que espécie de abismo é este e qual é o abismo que invoca? Se abismo quer dizer profundidade, não pensamos nós, porventura, que o coração do homem é um abismo? O que há, efectivamente, que seja mais profundo do que este abismo? Os homens podem falar, podem ser vistos através das acções que fazem com os seus membros, podem ser ouvidos quando falam; e, no entanto, de quem poderemos nós penetrar o pensamento, ou de quem poderemos nós sondar o coração? ».

178. Cf. Hebr 9, 14.

179. Jo 14, 17.

180. Mt 12, 31 s.

181. Mc 3, 28 s.

182. Lc 12, 10.

183. S. TOMÁS DE AQUINO, Summa Theol. IIa-IIae, q. 14, a. 3; cf. S. AGOSTINHO, Epist. 185, 11, 48-49: PL 33, 814-815; S. BOAVENTURA, Comment. in Evan. S. Luc: cap. XIV, 15-16: Ad Claras Aquas, VII, 314 s.

184. Cf. Sl 81 [80], 13; Jer 7, 24; Mc 3, 5.

185. JOÃO PAULO II, Exort. Apost. pós-sinodal Reconciliatio et Paenitentia (2 de Dezembro de 1984), n. 18 AAS (1985), PP.224-228.

186. PIO XII, Radiomensagem ao Congresso Catequístico Nacional dos Estados Unidos da América, em Boston (26 de Outubro de 1946): Discorsi e Radiomessaggi, VIII (1946), 288.

187. JOÃO PAULO II, Exort. Apost. pós-sinodal Reconciliatio et paenitentia (2 de Dezembro de 1984), n. 18 AAS 77 (1985), PP. 225 s.

188. 1 Tes 5, 19; Ef 4, 30.

189. Cf. JOÃO PAULO II, Exort. Apost. pós-sinodal Reconciliatio et paenitentia (2 de Dezembro de 1984), nn. 14-22: AAS 77 (1985), pp. 211-233.

190. Cf. S. AGOSTINHO, De Civitate Dei, XIV, 28: CCL 48, 451.

191. Cf. Jo 16, 11.

192. Cf. Jo 16, 15.

193. Cf. Gál 4, 4.

194. Apoc 1, 8; 22, 13.

195. Jo 3, 16.

196. Gál 4, 4 s.

197. Lc 1, 34 s.

198. Mt 1, 18.

199. Mt 1 , 20 s.

200. Cf. S. TOMÁS DE AQUINO, Summa Theol. IIIa, q. 2, aa. 10, 12 q.6, a.6; q. 7, a. 13.

201. Lc 1, 38.

202. Jo 1, 14.

203. Col 1, 15.

204. Cf. por exemplo, Gén 9, 11; Dt 5, 26, 34, 15; Is 40. 6; 52, 10; Sl 145 [144], 21; Lc 3, 6; 1 Pdr 1, 24.

205. Lc 1, 45.

206. Cf. Lc 1, 41.

207. Cf. Jo 16, 9.

208. 2 Cor 3, 17

209. Cf. Rom 1, s.

210. Rom 8, 29.

211. Cf. Jo 1, 14. 4. 12 s.

212. Cf. Rom 8, 14

213. Cf. Gál 4, 6; Rom 5, 5: 2 Cor 1, 22.

214. Rom 8, 15.

215. Rom 8, 16 s.

216. Cf. Sl 104 [103], 30.

217. Rom 8, 19.

218. Rom 8, 29.

219. Cf. 2 Pdr 1, 4.

220. Cf. Ef 2, 18; Const. dogm. sobre a Divina Revelação Dei Verbum, 2.

221. Cf. 1 Cor 2, 12.

222. Cf. Ef 1, 3-14

223. Ef 1, 13 s.

224. Cf. Jo 3, 8.

225. Const. past. sobre a Igreja no mundo contemporâneo Gaudium et spes, 22; cf. Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 16.

226. Jo 4, 24.

227. Ibid.

228. Cf. S. AGOSTINHO, Confess. III, 6, 11: CCL 27, 33.

229. Cf. Tit 2, 11.

230. Cf. Is 45, 15.

231. Cf. Sab 1, 7.

232. Lc 2, 27- 34.

233. Gál 5, 17.

234. Gál 5, 16 s.

235. Cf. Gál 5, 19-21.

236. Gál 5, 22 s.

237. Gál 5, 25.

238. Cf. Rom 8, 5. 9.

239. Rom 8, 6. 13.

240. Rom 8, 10. 12.

241. Cf. 1 Cor 6, 20.

242. Cf. Const. past. sobre a Igreja no mundo contemporâneo Gaudium et spes, 19. 20. 21.

243. Lc 3, 6; cf. Is 40, 5.

244. Cf. Rom 8, 23.

245. Rom 8, 3.

246. Rom 8, 26.

247. Rom 8, 11.

248. Rom 8, 10.

249. Cf. Enc. Redemptor hominis (4 de Março de 1979), n. 14: AAS 71 (1979), PP. 284 S.

250. Cf. Sab 15, 3.

251. Cf. Ef 3, 14-16.

252. Cf. 1 Cor 2, 10 s.

253. Cf. Rom 8, 9; 1 Cor 6, 19.

254. Cf. Jo 14, 23; S. IRENEU, Adversus haereses V, 6, 1: SC 153, PP. 72-80; S. HILÁRIO, De Trinitate, VIII, 19. 21: PL 10, 250. 252; S. AMBRÓSIO, De Espiritu Sancto, I, 6, 8: PL 16, 752 s.; S. AGOSTINHO, Enarr.in Ps. XLIX, 2: CCL 38, 575 s. S. CIRILO DE ALEXANDRIA, In Joannis Evangelium, lib. I; II: PG 73, 154-158; 246; lib. IX: PG 74, 262; S. ATANÁSIO, Oratio III contra Arianos, 24: PG 26, 347 S.; Epist. I ad Serapionem, 24: PG 26, 586 s.- DIDIMO DE ALEXANDRIA, De Trinitate II, 6-7: PG 39, 523-530; S. JOÃO CRISÓSTOMO, In epist. ad Romanos homilia XIII, 8: PG 60, 519; S. TOMÁS DE AQUINO, Summa Theol. Ia, q. 43, aa. 1, 3-6.

255. Cf. Gén 1, 26 s.; S .TOMÁS DE AQUINO, Summa Theol. Ia, q. 93, aa. 4. 5. 8.

256. Cf . Const. past sobre a Igreja no mundo contemporâneo Gaudium et spes, 24; cf. também n. 25.

257. Cf. Ibid., 38, 40.

258. Cf. 1 Cor 15, 28.

259. Cf. Const. past. sobre a Igreja no mundo contemporâneo Gaudium et spes, 24.

260. Cf. S. IRENEU, Adversus haereses, IV, 20, 7: SC 100/2, p. 648.

261. S. BASÍLIO, De Spiritu Sancto, IX, 22: PG 32, 110.

262. Rom 8, 2.

263. 2 Cor 3, 17.

264. Cf. CONC. ECUM. VAT. II, Const. past. sobre a Igreja no mundo contemporâneo Gaudium et spes, 53-59.

265. Ibid., 38.

266. 1 Cor 8, 6.

267. Jo 16, 7.

268. Jo 14, 18.

269. Mt 28, 20.

270. É o que exprime a «Epiclese» antes da Consagração: « Santificai estes dons, derramando sobre eles o vosso Espírito, de modo que se convertam, para nós, no Corpo e Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo » (Oração Eucarística II).

271. Cf. Ef 3, 16.

272. Cf. Const. past. sobre a Igreja no mundo contemporâneo Gaudium et spes, 23.

273. Ibid.

274. Cf. Act 2, 42

275. CONC. ECUM. VAT. II, Decr. sobre o Ecumenismo Unitatis redintegratio, 2.

276. S. AGOSTINHO, In Johannis Evangelium Tractatus XXVI, 13: CCL 36, 266. Cf. CONC. ECUM. VAT. II, Const. sobre a Sagrada Liturgia Sacrosanctum Concilium, 47.

277. Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 1.

278. Act 17, 28.

279. 1 Tim 2, 4.

280. Cf. Hebr 5, 7.

281. Lc 11, 13.

282. Rom 8, 26.

283. Cf. ORIGENES, De orctione, 2: PG 11, 419-423.

284. Rom 8, 27.

285. Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 63.

286. Ibid., 64.

287. Ibid., 4; cf. Apoc 22, 17.

288. Cf. Rom 8, 24.

289. Cf. Jo 4, 14; Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 4.

290. Cf. Apoc 12, 10.

291. Cf. Rom 8, 23.

292. Cf. Sequência Veni, Sancte Spiritus.

293. Cf. Símbolo Quicumque: DS 75.

294. Cf. Rom 5, 5.

295. Convém lembrar aqui a importante Exortação Apostólica Gaudete in Domino, publicada pelo Sumo Pontífice Paulo VI, de v. m., a 9 de Maio do Ano Santo de 1975: permanece com todo o seu valor, de facto, o convite que aí se exprime, para « implorar do Espírito Santo este dom da alegria » e também para « saborear a alegria propriamente espiritual, que é um fruto do Espírito Santo »: AAS 67 (1975), pp. 289; 302.

296. Cf. Jo 16, 22.

297. Cf. Rom 14, 17; Gál 5, 22.


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