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ACREDITAR NOS "PRESERVATIVOS" É ESTUPIDEZ E IRRACIONALIDADE!!!
Por Taiguara Fernandes de Sousa.
Fonte: Artigo enviado pelo autor
Nota de Apresentação: Lamentável e vergonhosa é a posição de nosso Presidente ao defender o uso de preservativos de forma indiscriminada como forma mais eficaz de combater a AIDS e a gravidez precoce. E ainda por cima rogando o fim da hipocrisia! Falta o discernimento tão necessário ao Sr. Luiz Inácio Lula da Silva para distinguir o que realmente é a hipocrisia: hipócritas são aqueles que têm o sol diante dos seus olhos e insistem em dizer que é meia-noite, são aqueles que têm diante de seus olhos os conselhos sábios e corretos da Santa Mãe Igreja, e ainda insistem em renegá-los! Estes são os verdadeiros hipócritas. Sim, Presidente, é necessário o fim da hipocrisia... mas certamente não é a Igreja que, ao repudiar os preservativos, está infectada com a hipocrisia. Segue abaixo um texto escrito sobre o tema dos preservativos no dia 07 de fevereiro passado, quando foi noticiada a resolução de pôr máquinas de camisinhas nas escolas públicas O Jornal SBT Brasil veiculou ontem (06/02) a notícia de que o Ministério da Saúde de nosso país deseja implantar nas escolas públicas do país até o final do ano máquinas, como as que vendem refrigerantes, mas que distribuirão (imagine só!) camisinhas. Alega o Ministério que os jovens estão ingressando na vida sexual cada vez mais cedo e que, muitas vezes, não se “previnem” do vírus HIV, causador da AIDS, por não terem condições de adquirir “preservativos”. O Ministério da Saúde, então, preocupando-se com tão grave problema toma a sensata atitude de implantar “máquinas de camisinhas” nas escolas, visando a “prevenção” da doença... O Ministério entretanto não quer comentar o fato de que facilitar de forma tão absurda o acesso dos jovens aos “preservativos-que-nada-preservam” significa também estimulá-los a praticar sexo irresponsavelmente, irracionalmente, como animais. Em outras palavras, o que o Ministério da Saúde quer é criar uma futura geração de animais impulsivos e desregrados, que não poderão jogar-lhe a culpa pelo futuro aumento dos casos de infecção por AIDS (pois a experiência demonstra que é isso que acontece quando se busca a tão falada “prevenção”, que não previne nada). O Ministério não quer é ter que assumir nenhuma responsabilidade por lançar a saúde dos jovens brasileiros na lama, estimulando-os a seguirem impulsos biológicos e desregrados, sem um mínimo de controle e auto-domínio. E depois quando se constatar, como a ONU constatou em 2003, um aumento de casos de infecção por AIDS, terá a cara-de-pau (o leitor perdoe-me a expressão) de dizer: “Não tenho culpa. Fiz minha parte. Distribuí camisinhas à vontade. Se você não usou direito, ou se sequer usou, o problema é seu. Foi você que não se preveniu...” O problema é que o aumento das infecções por AIDS não se dá por não usar “preservativos-que-nada-preservam”, ou por usá-los errado. O aumento de infecções por AIDS é causado exatamente por se usar “preservativos-que-nada-preservam”! Se o leitor for sensato e tiver uma mente aberta entenderá o que digo. Lanço-lhe uma questão primeiramente: você não estranha que, mesmo depois de tantos anos estimulando o uso de “preservativos”, os casos de infecção por AIDS não tenham demonstrado queda, ao contrário, um aumento de proporções gigantescas? Creio que deveríamos questionar: se os “preservativos” preservam mesmo, onde está o resultado desta “prevenção”? Onde está a prova de que evitam a infecção por HIV? Questionando-me sobre isto certa vez, e rogando uma resposta, quem ma deu foi nada menos que a ONU: segundo a UNAids, órgão da ONU encarregado de conter o avanço da epidemia no mundo, em 2003 sobe para 42 milhões a cifra de aidéticos no mundo. Viva a “camisinha”! E mais, na África, onde o uso de preservativos é estimulado de ponta a ponta, mil pessoas morrem diariamente por causa da AIDS e 70% dos casos de AIDS no mundo se concentram no continente. E não é na África que a ONU e os governos investem bilhões de dólares em “preservativos”? Viva, viva a “camisinha”!!! E mesmo com toda a propaganda estimulando o uso de preservativos, a AIDS já matou 26 milhões de pessoas em duas décadas, número que sem dúvida seria menor se, ao invés de estimular-se a promiscuidade sexual, se estimulasse a disciplina sexual! Eu poderia citar vários exemplos ainda, que demonstram a ineficiência dos “preservativos-que-nada-preservam”. Poderia citar, por exemplo, que, devido à grande promiscuidade e indisciplina sexual existente entre homossexuais e bissexuais, em 2003 o número de infecções por AIDS cresceu nestes grupos pelo terceiro ano consecutivo, segundo o CDC (Centro de Controle de Doenças), sediado em Atlanta nos EUA. Poderia citar que, na África, a população católica, cerca de 15,6% da população total, em virtude do ensinamento católico em prol da castidade e da monogamia (e adeus “preservativos” e fornicação!), é a que menos sofre com a AIDS. Poderia citar que Uganda reduziu em mais de 50% a taxa de infecções por AIDS em dez anos, investindo em um programa de prevenção baseado não no estímulo ao sexo livre, com tudo e com todos, onde qualquer hora é hora, desde que se tenha um “preservativo-que-nada-preserva”; ao contrário, Uganda investiu em programas de incentivo à abstinência sexual antes do casamento, de incentivo à monogamia e à fidelidade ao parceiro; em suma, Uganda investiu num programa de estimulo à castidade, ao sexo responsável e moral, fundamentado no amor de um casal, e não num sexo animalesco e bizarro, que nem mesmo os animais praticam (como o nosso “estimado” Ministério da Saúde quer impor aos jovens com suas “máquinas de promiscuidade”)! Quem chegou a estas conclusões sobre o avanço de Uganda, que deixa para trás os tropeços de outros países africanos que insistem em investir nos preservativos, foi a Universidade de Harvard, bem como o Serviço de Saúde dos EUA. Os EUA, depois de anos quebrando a cara numa parede de concreto, finalmente entenderam que a castidade é o único remédio eficaz contra a AIDS; tanto é assim, que em 2003 aprovou um pacote de investimentos de 15 bilhões de dólares visando ao combate a AIDS nos países africanos e caribenhos, baseado na propaganda da abstinência sexual antes do casamento, da monogamia e fidelidade conjugal.Caro leitor, exemplos como este mostram que as maquininhas do Ministério são apenas um absurdo e desavergonhado pretexto para não fazer o que é realmente necessário, para se livrar logo de um responsabilidade que lhe compete, que é reeducar o povo, fazer com que repensem sua orientação sexual e seus modos. A maior parte do povo segue tanto seus impulsos biológicos, sem nenhuma pequena dose de auto-domínio, que a linha que os separa das bestas está cada vez mais tênue! E posso dizer que até mesmo os animais muitas vezes são mais racionais que muitas das pessoas que vemos hoje por aí! A promiscuidade sexual e o desejo irracional por sexo está acabando com a intelectualidade do ser humano, e o está impedindo de progredir! Hoje se põe sexo acima de tudo, e sequer se pensa nas conseqüências desta atitude tão banal! Veja, leitor, que não se pensa mais! O jovem não está mais pensando! Já chegamos a este ponto! O jovem não pensa mais, ele simplesmente faz! Não pensa nas conseqüências do que fará! Veja, leitor, o que este estímulo ao sexo livre faz com a intelectualidade do ser humano: perdoe-me a expressão, mas este estímulo grosseiro ao sexo livre e irresponsável está deixando as pessoas burras. Isso mesmo! As está deixando estúpidas!Ao contrário do Ministério da Saúde, não fugirei de minhas responsabilidades. Como cidadão, tenho um dever na sociedade, que é lutar pelo bem comum. Logo, não posso fugir da responsabilidade de criticar aquilo que sem dúvida é errado e tentar ao menos mostrar o caminho certo. Se as autoridades preferem fugir de suas responsabilidades, se preferem montar uma população estúpida, descontrolada e dependente do sexo, cabe ao cidadão ciente de sua responsabilidade tomar partido. Seguindo caminho oposto ao de nossas autoridades, que o vêem, caro leitor, como um estúpido que é obrigado a engolir a mentira de que camisinha resolve tudo e que quando ocorre a infecção, a culpa é sua por ter feito as coisas erradas, eu o tentarei estimulá-lo a pensar. Não gosto de ver as pessoas como se elas não pudessem pensar racionalmente, como se tivessem a obrigação de engolir mentiras e estereótipos errôneos só porque são propagados aos montes por aí. Sei que você, leitor, é alguém que pode pensar racionalmente. Gosto de abrir as janelas de sua mente, e fazê-lo repensar seus paradigmas, que muitas vezes são influenciados pelos estereótipos que a sociedade moderna o obriga a engolir, ainda que a seco. Deixe-me contá-lo uma história, que se passa no início do século XX...François e Pierre eram dois vinhateiros de Bordeaux, a mais tradicional região vinícola da França. E ambos também eram tradicionais produtores de vinho. François utilizava uvas Cabernet Sauvignon e Pierre, uvas Merlot, ambas ótimas uvas. Mas com o tempo as coisas começaram a mudar. Eis que, devido a certas mudanças climáticas de caráter ora violento, ora suave, as uvas de François e de Pierre foram aos poucos perdendo sua qualidade, e já não davam bons vinhos. Seus vinhos, antes de doçura inimaginável, agora pareciam descerem garganta a dentro como sucos amargos e desagradáveis. Pierre lembrou-se então de um fato: herdara sua vinha de seu pai, que a herdara de seu avô, que a adquirira após vender uma outra vinha; o motivo para que vendesse essa antiga vinha foi justamente o fato de que já não dava boas uvas, nem bons vinhos. Seguindo o exemplo de seu avô, Pierre vendeu sua vinha, saiu dali, comprou outra vinha também em Bordeaux, mas numa área onde as mudanças não eram tão acentuadas, produziu boas uvas, e então bons vinhos, e teve prosperidade. François fez diferente. Pensava: por que sairia dali? Por que comprar outra vinha se aquela lhe dera sempre boas uvas? Isso certamente seria uma fase ruim, que com o tempo passaria. Então François, num acesso de teimosia, decidiu agir como se nada acontecesse, agir como sempre agira. Continuou produzindo uvas ruins, vinhos amargos, perdeu a clientela, afogou-se em dívidas e suicidou-se. Toda a clientela de François passou para Pierre.Se eu lhe perguntasse caro leitor, quem você gostaria de ser nessa história, certamente me dirá que quer ser o Pierre. Mas, por quê? Por que este teve prosperidade e o François um fim trágico? A diferença entre Pierre e François é que o primeiro soube perceber as mudanças, soube perceber que se permanecesse em sua má vinha estaria fadado à falência; olhou para trás e do passado puxou um exemplo que o fez tomar a decisão correta: seguir para outra vinha; e então teve sucesso. Pierre não fugiu de sua responsabilidade de responder a nova situação com sensatez e racionalidade, nem apegou-se ao seu orgulho, mas agiu com inteligência e prudência; e então teve sucesso. François, ao contrário, tomou a atitude estúpida de achar que tudo estava bem, que mais uvas não poderiam amargar; quando se acha que tudo está bem, mesmo que não esteja, se coloca na cabeça que nada precisa mudar; e exatamente isso aconteceu com François. Apegou-se ao orgulho e a teimosia, achou que tudo estava bem, que fazia tudo correto e sem erros; não pensou nas conseqüências de sua atitude, mas estas vieram na forma de dívidas; François desesperou-se e se suicidou. Pierre traz um ótimo exemplo, François é um fracasso.Mas, qual é a minha intenção ao contar esta história em um texto sobre AIDS?Gosto de contar histórias.Estimulo-o a pensar sobre o seguinte, caro leitor: nossa sociedade tem sido mais Pierre ou François?Vou dizer-lhe minha opinião, pois esta história é na verdade uma parábola dos dias atuais, não só no que se refere à conduta sexual da sociedade moderna. Mas, como o texto trata disto, focalizarei sob este prisma. Nossa sociedade tem sido uma gigantesca organização de François’s. Ela apega-se ao orgulho e a teimosia, e insiste em afirmar que os “preservativos-que-nada-preservam” são o remédio para a AIDS, quando os fatos mostram o contrário; mas quem não quer ver os fatos, forja seus próprios fatos. Assim fez François e assim faz nossa sociedade. As coisas não estão bem, e é preciso ver isto. Mas, como François, a sociedade moderna é teimosa e orgulhosa; não pensa na conseqüência das atitudes tomadas e estimula de forma desavergonhada o sexo livre e bizarro, grotesco e animalesco, como algo normal... mas tudo desde que se tenha camisinha! A camisinha tem sido o porto-seguro do estímulo ao sexo livre, quando na verdade ela é um porto de tormentas! Mas a sociedade moderna insiste em apostar tudo nos “preservativos-que-nada-preservam”, em um acesso irracional e estúpido de teimosia. E mais e mais pessoas contraem o HIV, graças aos sexo livre; e mais e mais pessoas morrem devido à epidemia, graças ao sexo livre; graças aos “preservativos-que-nada-preservam”. Este incentivo banal ao uso de “preservativos” e o estímulo ao sexo livre e irresponsável tem sido um suicídio coletivo de proporções mundiais! Como François, a pessoas de hoje que apostam tudo na camisinha, estão se sucididando! Este mundo é composto por milhões e milhões de estúpidos François’s, que insistem em pôr toda a sua confiança na camisinha, como se esta fosse infalível!È preciso seguir ao exemplo de Pierre. Hoje são tão poucos os que seguem um ideal de castidade, uma correta e moral conduta sexual, que infelizmente a castidade é vista por muitos como coisa do passado; e o passado tem sido visto como deplorável, em prol da modernidade! Poucos são os que sabem tirar do passado combustível para o presente e base para o futuro!!! E isto é um arte. Um arte que Pierre dominou, e por isso teve sucesso! È preciso resgatar valores que estão morrendo, e somente assim se terá um eficaz remédio contra a AIDS. Enquanto a sociedade continuar pensando que os “preservativos-que-nada-preservam” são a solução do problema, que tudo está bem, que nada pode piorar, e que as coisas devem ser deixadas como estão, estará se condenando à morte por uma epidemia de AIDS. É preciso perceber que está na hora de mudar, repensar os paradigmas modernos, reciclar todo o lixo da modernidade, e ressurgir para o futuro. Somente através do resgate de valores morais se obterá eficaz solução para a AIDS.Acreditar nos “preservativos” é estupidez e irracionalidade!Não queira ser estúpido ou irracional leitor.Pense! Use sua cabeça!Seja um bem-sucedido Pierre, e não um estúpido e teimoso François. Campina Grande, 07 de Fevereiro de 2007.
Taiguara Fernandes de Sousa.
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Para citar este artigo:
SOUSA, Taiguara Fernandes de. Apostolado Veritatis Splendor: ACREDITAR NOS "PRESERVATIVOS" É ESTUPIDEZ E IRRACIONALIDADE!!!. Disponível em http://www.veritatis.com.br/article/4186. Desde 14/03/2007.
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