Veritatis Splendor - O QUE DIZER DAS ACUSAÇÕES DO EX-PADRE ANÍBAL PEREIRA DOS REIS?

O QUE DIZER DAS ACUSAÇÕES DO EX-PADRE ANÍBAL PEREIRA DOS REIS?

Por Carlos Martins Nabeto

Fonte: Agnus Dei

Publicado em 02/08/1999

Ave MARIA!
Alguém quer responder a estas acusações contra nossa querida Mãe de DEUS? Li este artigo, "A Senhora Aparecida", do "ex-"sacerdote (não existe "ex-" pois fica sacerdote "para sempre segunda a ordem de Melquisedec") Anibal Pereira doe Reis (10ª edição, 1974). Como este padre tão bem formado pode basear-se num único livro escrito só no ano 1905, numa época dum já forte anticlericalismo, deixando ao lado todas as testemunhas dos séculos passados? Para mim é evidente que este livro foi lançado pela maçonaria para destruir o catolicismo no Brasil.

 

As mesmas acusações que ele faz contra a Igreja Católica (abusos da crença dos fiéis, vícios dos padres, apego ao dinheiro - que verdadeiramente são coisas abomináveis) faz o nosso ex-pastor protestante, agora Diácono Francisco Almeida de Araújo em Anápolis, em relação aos pastores protestantes. O padre confunde a Igreja com os seus membros, a doutrina com a vida dos membros.

 

É lamentável como ele argumenta: o que não corresponde à Bíblia (milagres feitos por Nossa Senhora), não pode ser de Deus, por isso é do demônio.

 

E depois fala do confessionário como "instrumento infernal da escravização das consciências". Como a libertação dos pecados pode ser uma escravização? Talvez ele pensa nas orações/atos que o padre impõe por penitência (rezando uma Ave-Maria parece por ele ser idolatria...)

 

Me parece que o ponto principal é que ele, semelhante a Lutero, sempre buscava a certeza da sua salvação eterna. Ele mesmo escreve (fim do cap. 3): "Desde a minha tenra infância, ansiei por certeza da minha salvação eterna. Procurei-a em inúmeras devoções a mim sugeridas ou aconselhadas. Busquei-a no exercício do ministério sacerdotal católico. Macerei-me, chicoteei-me, jejuei... Vali-me da prática da caridade, criando e dirigindo obras sociais. Tudo em vão... Tomei-me de esperanças quando cheguei em Guaratinguetá. Imensa era minha expectativa de encontrar na Senhora Aparecida a bênção da certeza da vida eterna. Por isso, ia amiúde à sua igreja rezar longos rosários defronte da sua imagem, no aguardo de uma resposta celestial..." (Nikolauz)

 

"DIA 12 DE OUTUBRO
Dia Nacional da Idolatria

 

Esta seção não é um ataque ou desrespeito às pessoas que professam o Catolicismo Romano...

 

... mas sim um serviço de utilidade pública, trazendo à luz verdades comprovadas acerca da manipulação exercida sobre o povo brasileiro, que tem o direito de saber dos fatos ocorridos e que ocorrem nos bastidores e que por excusos interesses, tenta-se por todos os meios impedir a sua divulgação.

 

por Dr. Aníbal Pereira dos Reis, ex-sacerdote católico romano.

 

A SENHORA APARECIDA
(A Verdadeira História)

 

Teor da carta de 12/11/71 de D.Agnelo Rossi a D.Evaristo Arns.
Firma reconhecida no Cartório do 1º Ofício de Notas - S.Paulo e
Autenticada no 25º Cartório de Notas - Tabelião Milani em 15/12/71:

 

Roma, 12 de Novembro de 1971

Exmo snr. D.Paulo Evaristo Arns,

Pax et bonum

Faço votos de que os seus empreendimentos à frente da saudosa Arquidiocese de São Paulo estejam se concretizando.

Tivemos conhecimento da sentença judicial favorável ao Padre Aníbal Pereira dos Reis. Certamente ele tomará medidas para proclamar e divulgar amplamente essa decisão porque isso lhe interessa. É lamentável que a sorte lhe haja favorecido. Agora, por certo, ele se inflamará ainda mais na sua pertinácia de pregador protestante.

Como seu antigo professor e observador de suas atividades como seu bispo que fui, reconheço ser ele um dos sacerdotes mais cultos do Brasil. É invejável a sua enorme capacidade de trabalho. Inteligente, culto é, ainda, teimosamente trabalhador. No momento é o herege mais em evidência no Brasil e quem mais perturba o avanço do ecumenismo. Não fosse ele e muito mais já se teria conseguido. Os seus livros, além de suas pregações, vêm causando enormes dificuldades para os nossos planos aí no Brasil. Tememos que essa literatura seja traduzida em outras línguas, o que iria alastrar o mal em outros países.

O Santo Padre, informado de tudo e apreensivo, solicita-lhe, por meu intermédio, que insista nas reuniões da CNBB para que se estudem medidas a serem adotadas para coibir e neutralizar os efeitos do trabalho desse sacerdote. Se nós o perdemos, o que foi enorme prejuízo, agora é necessário barrar-lhe a impetuosidade.

O que fazer? Como já disse, é preciso que se estudem medidas adequadas. Talvez promover alguma coisa para desmoralizá-lo entre os próprios protestantes.

Os bispos do Brasil devem se convencer de que o Padre Aníbal é o sacerdote que atualmente mais causa preocupações a Paulo VI, que está sumamente interessado numa urgente solução.

Mande-me sempre notícias, bem como recortes interessantes de jornais e revistas.

Envie-me também informações sobre o exame e as medidas a serem tomadas pela CNBB sobre o assunto Padre Aníbal Pereira dos Reis a fim de manter informado o Santo Padre.

Com um abraço de

+ Agnelo Rossi

 

"Roma, 12 de Novembro de 1971"

 

"Exmo snr. D.Paulo Evaristo Arns, PAX ET BONUM. Faço votos de que os seus empreendimentos à frente da saudosa Arquidiocese de São Paulo estejam se concretizando."

 

"Tivemos conhecimento da sentença judicial favorável ao Padre Aníbal Pereira dos Reis. Certamente ele tomará medidas para proclamar e divulgar amplamente essa decisão porque isso lhe interessa. É lamentável que a sorte lhe haja favorecido. Agora, por certo, ele se inflamará ainda mais na sua pertinácia de pregador protestante."

 

"Como seu antigo professor e observador de suas atividades como seu bispo que fui, reconheço ser ele um dos sacerdotes mais cultos do Brasil. É invejável a sua enorme capacidade de trabalho. Inteligente, culto é, ainda, teimosamente trabalhador. No momento é o herege mais em evidência no Brasil e quem mais perturba o avanço do ecumenismo. Não fosse ele e muito mais já se teria conseguido. Os seus livros, além de suas pregações, vêm causando enormes dificuldades para os nossos planos aí no Brasil. Tememos que essa literatura seja traduzida em outras línguas, o que iria alastrar o mal em outros países."

 

"O Santo Padre, informado de tudo e apreensivo, solicita-lhe, por meu intermédio, que insista nas reuniões da CNBB para que se estudem medidas a serem adotadas para coibir e neutralizar os efeitos do trabalho desse sacerdote. Se nós o perdemos, o que foi enorme prejuízo, agora é necessário barrar-lhe a impetuosidade."

 

"O que fazer? Como já disse, é preciso que se estudem medidas adequadas. Talvez promover alguma coisa para desmoralizá-lo entre os próprios protestantes."

 

"Os bispos do Brasil devem se convencer de que o Padre Aníbal é o sacerdote que atualmente mais causa preocupações a Paulo VI, que está sumamente interessado numa urgente solução."

 

"Mande-me sempre notícias, bem como recortes interessantes de jornais e revistas."

 

"Envie-me também informações sobre o exame e as medidas a serem tomadas pela CNBB sobre o assunto Padre Aníbal Pereira dos Reis a fim de manter informado o Santo Padre."

 

Com um abraço de
+ Agnelo Rossi

 

É nossa intenção tornar de conhecimento público o que realmente aconteceu, conforme o testemunho de um ex-padre, que participou ativamente da administração eclesiástica na época, e foi duramente perseguido após ter largado a batina, para que não divulgasse as terríveis tramas do sistema religioso.

 

Hoje ele já não mais está entre nós, mas seu nome ainda causa temor nos meios romanistas, pois seus escritos são realmente a expressão comprovada da verdade, e um testemunho sempre presente do poder do Filho do Deus Vivo, o Senhor Jesus Cristo, que lhe deu a certeza da salvação eterna e o libertou das garras do inimigo.

 

Seu nome:
Dr. Aníbal Pereira Reis

 

Seu testemunho:
Livro "A Senhora Aparecida"

Conteúdo:

"...porque os costumes dos povos são vaidade; pois cortam do bosque um madeiro, obra das mãos do artífice, com o machado; com prata e ouro o enfeitam, com pregos e martelos o fixam, para que não oscile.

Os ídolos são como um espantalho em pepinal, e não podem falar; necessitam que quem os leve, porquanto não podem andar. Não tenhais receio deles, pois não podem fazer mal, e não está neles o fazer o bem."

Jeremias 10:1-5

 

Prefácio
Capítulo 1 - Devoto da Senhora Aparecida
Capítulo 2 - Fui um padre devoto da Senhora Aparecida
Capítulo 3 - Nem a ganância, meta primordial dos clérigos "aparecidícios", me abriu os olhos
Capítulo 4 - A surpreendente revelação
Capítulo 5 - A verdadeira história da Senhora Aparecida
Capítulo 6 - A razão do novo surto do "Aparecidismo"
Capítulo 7 - A Santacap, "Capital Mariana" do país
Capítulo 8 - A rosa de ouro
Capítulo 9 - A Santacap, centro de turismo
Capítulo 10 - Os milagres de Aparecida

 

Os direitos autorais e de publicação desta obra, são de propriedade de Edições Caminho de Damasco, que autorizou e aprovou a divulgação nestas páginas.

 

Caso queira conhecer outras publicações do Dr. Aníbal, visite a página da editora.

 

Estamos ultimando nossos entendimentos com a Editora para que estejam disponíveis aqui em nossas páginas os demais livros do Dr. Aníbal Pereira Reis. Aguardem!

 

Abaixo transcrevemos um texto que se encontra na página 20, do capítulo 5, para que tenham uma idéia do que será apresentado. Já está disponível, na íntegra, todos os capítulos deste livro. Posteriormente, serão compactados (ZIP) e estarão disponíveis por FTP.

 

" ...

O Conde de Assumar toparia com uma barreira formidável a lhe embargar a consumação dos seus propósitos.

É que os frades eram "dos elementos mais perniciosos entre os que tinham entrado e continuavam a entrar com as avalanches, que enchiam aqueles distritos, e não só porque se entregavam desenfreadamente ao ganho como todo aquele mundo, mas ainda porque, valendo-se do seu ascendente sobre o espírito da massa, eram quase sempre os promotores de todas as desordens".

 

"Desgraçadamente os compêndios de História do Brasil adotados por nossas escolas aureolam os padres e os frades do tempo da nossa Colonização com as glórias de heróis. Os seus autores sabem que, se disserem a verdade, os seus livros não terão guarida nos ginásios, em grande parte, dirigidos, maquiavelicamente, por padres e freiras, ou deles recebem 'orientação'".

 

Aquelas nossas informações, acima entre-aspeadas, são de Rocha Pombo, registradas em sua História do Brasil (Rio de Janeiro - 1905, vol 6, página 245) cuja primeira edição deveria ser lida por todo intelectual patrício.

 

Destaco em caixa alta a primeira edição porque as subseqüentes foram criminosamente resumidas e mutiladas. Destas podaram-se todos os informes sobre os latrocínios, extorsões, atrocidades e crimes cometidos pelos clérigos missionários.

 

A maioria dos brasileiros supõe que naqueles tempos, Portugal açambarcava todo o ouro bateado pelos lavageiros ou garimpado nos veios das rochas. Supõe-se, também, que, em tempos posteriores, a Inglaterra usurpou-o das bruacas lusitanas. Verdade é que o Reino estabelecia impostos, arrecadados pela quintagem, com o fim de beneficiar o seu erário. Os frades, contudo, não vieram para o Brasil com a missão de catequizar.

 

O Historiador Rocha Pombo, no passo já referido, informa-nos que o Conde de Assumar, dentre as questões a enfrentar, tinha de se haver com a da "expulsão de todos os religiosos regulares que não tivessem naquela Província do seu domínio uma função certa, própria do seu apostolado". Tinham esses "religiosos" (frades cognominados pela legislação romanista de "religiosos regulares") outra incumbência bem diversa da apregoada e que causou graves prejuízos ao Brasil. Vieram carrear ouro para o papa e para os seus conventos na Europa!

 

O ouro do Brasil, em grande parte, encontra-se ainda hoje em poder do Vaticano, que o faz ocupar o segundo lugar mundial no mercado desse valor precioso, cujas reservas o papa deposita no Federal Reserve Bank, em Washington.

..."

 

ANÍBAL PEREIRA DOS REIS

Nascido aos 9 de março de 1924 em São Joaquim da Barra, no Estado de São Paulo. Filho de católicos: Manoel Pereira dos Reis e Emília Basso Reis, desde a infância aspirou servir a Deus. Com esse propósito, submeteu-se à ordenação sacerdotal aos 8 de dezembro de 1949, em Montes Claros, no Estado de Minas Gerais, depois de haver feito os seus estudos eclesiásticos na Faculdade Teológica da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

 

Naquela cidade do Norte Mineiro, além de professor de literatura portuguesa e de matemática, coadjutor da catedral, confessor do Colégio Imaculada Conceição, Diretor do jornal diocesano "Tribuna do Norte", Diretor Diocesano do Ensino Religioso, desenvolveu amplas atividades do setor de assitência social, criando e dirigindo o Círculo Operário de Montes Claros. Transferido para o Recife, Capital de Penambuco, em 1952, prosseguiu as mesmas atividades sociais à frente da Companhia de Caridade, que, sob sua administração, chegou a ser, como rede de orfanatos e asilos para velhos, a maior e a mais bem organizada obra social católica do País. Tido como excelente conselheiro, seu confessionário era procuradíssimo por muita gente, inclusive freiras e sacerdotes.

 

Na aspiração de melhor servir no confessionário, fez curso de neuro-psiquiatria. Vindo para o Estado de São Paulo, em 1960, foi pároco em Guaratinguetá e em Orlândia. Vastíssima folha de serviço deve-lhe o catolicismo.

 

Sua ânsia de conhecer sempre mais, levou-o também a fazer o curso de ciências jurídicas. Apesar de ser muito apreciado em seus trabalhos, jamais conseguiu tranquilizar o seu coração anelante. Quanto mais confissões atendia, mais o seu coração se angustiava. Ansiava ter segurança espiritual conseqüente da certeza de sua salvação.

 

Em 1961, começou, dirigido pelo Espírito Santo, a estudar a Bíblia com toda a sinceridade de alma.

 

Deus lhe proporcionou, através do novo nascimento, a alegria perene de possuir segurança inabalável de sua salvação.

 

Com a aceitação de Jesus Cristo, como seu Único e Todo Suficiente Salvador, abandonou a batina e se afastou do catolicismo romano. Em 30 de maio de 1965, fez sua pública decisão por Jesus Cristo e a 13 de junho seguinte desceu às águas, cumprindo uma das ordenanças de Cristo.

 

Cumprindo determinações impostas por Deus, em seu coração, tornou-se missionário do Evangelho. Deus vem abençoando ricamente esse ministério. Sua longa experiência de sacerdote angustiado, agora se transformou em instrumento do poder de Deus para a conversão de inúmeras almas.

 

Foi promovido para junto do Senhor em 30 de maio de 1991.

 

Leia a sua autobiografia: "Este Padre Escapou das Garras do Papa!!!"
  • Não é nem necessário... Uma má árvore não pode produzir bons frutos. Qualquer cristão (autêntico) sabe disso. Paz para todos!

  • Este artigo foi publicado durante a primeira fase do Apostolado Veritatis Splendor. Conheça o site novo aqui