CARTA ENCÍCLICA DO PAPA JOÃO XXIII
PACEM IN TERRIS
A PAZ DE TODOS OS POVOS
NA BASE DA VERDADE,
JUSTIÇA, CARIDADE E LIBERDADE
5ª PARTE
DIRETRIZES PASTORAIS
5ª PARTE
DIRETRIZES PASTORAIS
Dever de participação à vida pública
145. Ainda uma vez exortamos nossos filhos ao dever de participarem ativamente da vida pública e de contribuírem para a obtenção do bem comum de todo o gênero humano e da própria comunidade política, e de esforçarem-se portanto, à luz da fé cristã e com a força do amor, para que as instituições de finalidade econômica, social, cultural e política sejam tais que não criem obstáculos, mas antes facilitem às pessoas o próprio melhoramento, tanto na vida natural como na sobrenatural.
Competência científica, capacidade técnica, perícia profissional
146. Para impregnarem de retas normas e princípios cristãos uma civilização, não basta gozar da luz da fé e arder no desejo do bem. É necessário para tanto inserir-se nas suas instituições e trabalhá-las eficientemente por dentro.
147. A cultura atual salienta-se sobretudo por sua índole científica e técnica. Assim ninguém pode penetrar nas suas instituições se não for cientificamente competente, tecnicamente capaz, profissionalmente perito.
A ação, como síntese dos elementos científico-técnico-profissionais e dos valores espirituais
148. Entretanto, não se julgue que a competência científïca, a capacidade técnica e a experiência profissional bastam para tornar as relações de convivência genuinamente humanas, isto é, fundadas na verdade, comedidas na justiça, corroboradas no mútuo amor, realizadas na liberdade.
149. Para tanto requer-se, sim, que as pessoas desempenhem as suas atividades de cunho temporal obedecendo às leis imanentes a essas atividades e seguindo métodos correspondentes à sua natureza. Mas requer-se, ao mesmo tempo, que desempenhem essas atividades no âmbito da ordem moral, como exercício de um direito e cumprimento de um dever, como resposta positiva a um mandamento de Deus, colaboração à sua ação salvífica, e contribuição pessoal à realização de seus desígnios providenciais na história. Numa palavra, requer-se que as pessoas vivam, no próprio íntimo, o seu agir de cunho temporal como uma síntese dos elementos científico-técnico-profissionais e dos valores espirituais.
Harmonização nos cristãos entre a fé religiosa e a atividade temporal
150. Nos países de tradição cristã florescem hoje, com o progresso técnico-científico, as instituições de ordem temporal e revelam-se altamente eficientes na consecução dos respectivos fins. Entretanto, carecem não raro de fermentação e inspiração cristã.
151. Por outro lado, na criação dessas instituições contribuíram não pouco e continuam a contribuir pessoas que têm o nome de cristãos, que, pelo menos em parte, ajustam a sua vida às normas evangélicas. Como se explica tal fenômeno? Cremos que a explicação está na ruptura entre a fé e a atividade temporal. É, portanto, necessário que se restaure neles a unidade interior, e que em sua atividade humana domine a luz orientadora da fé e a força vivificante do amor.
Desenvolvimento integral dos seres humanos em formação
152. Julgamos também que nos cristãos a ruptura entre fé religiosa e ação temporal resulta, pelo menos em parte, da falta de uma sólida formação cristã. Acontece de fato, demasiadas vezes, em muitos ambientes que não haja proporção entre a instrução científica e a instrução religiosa: a científica estende-se até aos graus superiores do ensino, enquanto a religiosa permanece em grau elementar. Torna-se indispensável, pois, que a educação da mocidade seja integral e ininterrupta, que o conhecimento da religião e a formação do critério moral progridam gradualmente com a assimilação contínua e cada vez mais rica de elementos técnico-científicos. É ainda indispensável que se proporcione aos jovens adequada iniciação no desempenho concreto da própria atividade profissional.(55)
Constante empenho
153. Será oportuno lembrar como é difícil captar com suficiente objetividade a correspondência entre as situações concretas e as exigências da justiça, indicando claramente os graus e formas segundo os quais os princípios e as diretrizes doutrinais devem traduzir-se na presente realidade social.
154. Essa identificação de graus e formas torna-se mais difícil nesta nossa época, caracterizada por acentuado dinamismo; época, aliás, que de cada um reclama uma parcela de contribuição para o bem comum universal. Daí, o não ser jamais definitiva a solução do problema da adaptação da realidade social às exigências objetivas da justiça. Os nossos filhos devem, pois, prestar atenção de não deixar-se ficar na satisfação de resultados já obtidos.
155. Para todos os seres humanos constitui quase um dever pensar que o que já se tiver realizado é sempre pouco, em comparação do que resta por fazer, a fim de reajustar os organismos produtivos, as associações sindicais, as organizações profissionais, os sistemas previdenciais, as instituições jurídicas, os regimes políticos, as organizações culturais, sanitárias, desportivas etc., às dimensões próprias da era do átomo e das conquistas espaciais: era, na qual já entrou a humanidade, encetando esta sua nova jornada com perspectivas de infinda amplidão.
Relações dos católicos com os não-católicos no campo econômico-social político
156. As linhas doutrinais aqui traçadas brotam da própria natureza das coisas e, às mais das vezes, pertencem à esfera do direito natural. A aplicação delas oferece, por conseguinte, aos católicos vasto campo de colaboração tanto com cristãos separados desta sé apostólica, como com pessoas sem nenhuma fé cristã, nas quais, no entanto, está presente a luz da razão e operante a honradez natural. "Em tais circunstâncias, procedam com atenção os católicos, de modo a serem coerentes consigo mesmos e não descerem a compromissos em matéria de religião e de moral. Mas, ao mesmo tempo, mostrem espírito de compreensão desinteresse e disposição a colaborar lealmente na consecução de objetivos bons por natureza, ou que, pelo menos, se possam encaminhar para o bem".(56)
157. Não se deverá jamais confundir o erro com a pessoa que erra, embora se trate de erro ou inadequado conhecimento em matéria religiosa ou moral. A pessoa que erra não deixa de ser uma pessoa, nem perde nunca a dignidade do ser humano, e portanto sempre merece estima. Ademais, nunca se extingue na pessoa humana a capacidade natural de abandonar o erro e abrir-se ao conhecimento da verdade. Nem lhe faltam nunca neste intuito os auxílios da divina Providência. Quem, num certo momento de sua vida, se encontre privado da luz da fé ou tenha aderido a opiniões errôneas, pode, depois de iluminado pela divina luz, abraçar a verdade. Os encontros em vários setores de ordem temporal entre católicos e pessoas que não têm fé em Cristo ou têm-na de modo errôneo, podem ser para estes ocasião ou estímulo para chegarem à verdade.
158. Além disso, cumpre não identificar falsas idéias filosóficas sobre a natureza, a origem e o fim do universo e do homem com movimentos históricos de finalidade econômica, social, cultural ou política, embora tais movimentos encontrem nessas idéias filosóficas a sua origem e inspiração. A doutrina, uma vez formulada, é aquilo que é, mas um movimento, mergulhado como está em situações históricas em contínuo devir, não pode deixar de lhes sofrer o influxo e, portanto, é suscetível de alterações profundas. De resto, quem ousará negar que nesses movimentos, na medida em que concordam com as normas da reta razão e interpretam as justas aspirações humanas, não possa haver elementos positivos dignos de aprovação?
159. Pode, por conseguinte, acontecer que encontros de ordem prática, considerados até agora inúteis para ambos os lados, sejam hoje ou possam vir a ser amanhã, verdadeiramente frutuosos. Decidir se já chegou tal momento ou não, e estabelecer em que modos e graus se hão de conjugar esforços na demanda de objetivos econômicos, sociais, culturais, políticos, que se revelem desejáveis e úteis para o bem comum, são problemas que só pode resolver a virtude da prudência, moderadora de todas as virtudes que regem a vida individual e social. No que se refere aos católicos, compete tal decisão, em primeiro lugar, aos que revestem cargos de responsabilidade nos setores específicos da convivência em que tais problemas ocorrem, sempre, contudo, de acordo com os princípios do direito natural, com a doutrina social da Igreja e as diretrizes da autoridade eclesiástica. Pois ninguém deve esquecer que compete à Igreja o direito e o dever não só de salvaguardar os princípios de ordem ética e religiosa, mas ainda de intervir com autoridade junto de seus filhos na esfera da ordem temporal, quando se trata de julgar da aplicação desses princípios aos casos concretos.(57)
Progresso gradual
160. Não faltam almas dotadas de particular generosidade que, ao enfrentar situações pouco ou nada conformes com as exigências da justiça, se sentem arder no desejo de tudo renovar, deixando-se arrebatar por ímpeto tal, que até parecem propender para uma espécie de revolução.
161. Lembrem-se, porém, de que, por necessidade vital, tudo cresce gradualmente. Também nas instituições humanas nada se pode renovar, senão agindo de dentro, passo por passo. Já nosso predecessor, de feliz memória, Pio XII o proclamava com estas palavras: "Não é na revolução que reside a salvação e a justiça, mas sim na evolução bem orientada. A violência só e sempre destrói, nada constrói; só excita paixões, nunca as aplaca; só acumula ódio e ruínas e não a fraternidade e a reconciliação. A revolução sempre precipitou homens e partidos na dura necessidade de terem que reconstruir lentamente, após dolorosos transes, por sobre os escombros da discórdia".(58)
Tarefa imensa
162. A todos os homens de boa vontade incumbe a imensa tarefa de restaurar as relações de convivência humana na base da verdade, justiça, amor e liberdade: as relações das pessoas entre si, as relações das pessoas com as suas respectivas comunidades políticas, e as dessas comunidades entre si, bem como o relacionamento de pessoas, famílias, organismos intermédios e comunidades políticas com a comunidade mundial. Tarefa nobilíssima, qual a de realizar verdadeira paz, segundo a ordem estabelecida por Deus.
163. Bem poucos são na verdade, em comparação com a urgência da tarefa, os beneméritos que se consagram a esta restauração da vida social conforme os critérios aqui apontados. A eles chegue o nosso público apreço, o nosso férvido convite a perseverarem em sua obra com renovado ardor. Conforta-nos ao mesmo tempo a esperança de que a eles se aliem muitos outros, especialmente dentre os cristãos. É um imperativo do dever, é uma exigência do amor. Cada cristão deve ser na sociedade humana uma centelha de luz, um foco de amor, um fermento para toda a massa. Tanto mais o será, quanto mais na intimidade de si mesmo viver unido com Deus.
164. Em última análise, só haverá paz na sociedade humana, se esse estiver presente em cada um dos membros, se em cada um se instaurar a ordem querida por Deus. Assim interroga Santo Agostinho ao homem: "Quer a tua alma vencer tuas paixões? Submeta-se a quem está no alto e vencerá o que está em baixo. E haverá paz em ti, paz verdadeira, segura, ordenadíssima. Qual é a ordem dessa paz? Deus comandando a alma, a alma comandando o corpo. Nada mais ordenado".(59)
O Príncipe da paz
165. Estas nossas palavras sabre questões que tanto preocupam atualmente a família humana e cuja solução condiciona o progresso da sociedade, foram-nos inspiradas pelo profundo anseio que sabemos ser comum a todos os homens de boa vontade: a consolidação da paz na terra.
166. Como representante - ainda que indigno - daquele que o anúncio profético chamou o "Príncipe da Paz" (cf. Is 9,6), julgamos nosso dever consagrar os nossos pensamentos, preocupações e energias à consolidação deste bem comum. Mas a paz permanece palavra vazia de sentido, se não se funda na ordem que, com confiante esperança, esboçamos nesta nossa carta encíclica: ordem fundada na verdade, construída segundo a justiça, alimentada e consumada na caridade, realizada sob os auspícios da liberdade.
167. Este intento é tão nobre e elevado, que homem algum, embora louvavelmente animado de toda boa vontade, o poderá levar a efeito só com as próprias forças. Para que a sociedade humana seja espelho o mais fiel possível do Reino de Deus, é grandemente necessário o auxílio do alto.
168. É natural, pois, que nestes dias sagrados, elevemos suplicante prece a quem com sua dolorosa paixão e morte venceu o pecado, fator de dissensões, misérias e desequilíbrios, e em seu sangue reconciliou a humanidade com o Pai celeste, trazendo à terra os dons da paz: "Porque ele é a nossa paz: de ambos os povos fez um só... Veio e anunciou paz a vós que estáveis longe, e a paz aos que estavam perto" (Ef 2,14-17).
169. Nos ritos litúrgicos(60) destes dias ressoa a mesma mensagem: nosso Senhor Jesus Cristo ressurgido, de pé no meio dos seus discípulos, disse: "Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo dá" (Jo 14,27).
170. Esta paz, peçamo-la com ardentes preces ao Redentor divino que no-la trouxe. Afaste ele dos corações dos homens quanto pode pôr em perigo a paz e os transforme a todos em testemunhas da verdade, da justiça e do amor fraterno. Ilumine com sua luz a mente dos responsáveis dos povos, para que, junto com o justo bem-estar dos próprios concidadãos, lhes garantam o belíssimo dom da paz. Inflame Cristo a vontade de todos os seres humanos para abaterem barreiras que dividem, para corroborarem os vínculos da caridade mútua, para compreenderem os outros, para perdoarem aos que lhes tiverem feito injúrias. Sob a inspiração da sua graça, tornem-se todos os povos irmãos e floresça neles e reine para sempre essa tão suspirada paz.
171. Em penhor desta paz e fazendo votos, veneráveis irmãos, para que ela se irradie sobre as comunidades cristãs que vos estão confiadas e sirva de auxílio e defesa especialmente dos mais humildes e necessitados, concedemos de coração a bênção apostólica a vós, aos sacerdotes seculares e regulares, aos religiosos e religiosas e aos fiéis das vossas dioceses, particularmente àqueles que se esforçarão para pôr em prática estas nossas exortações. Enfim, para todos os homens de boa vontade, a quem também se destina esta nossa encíclica, imploramos de Deus Altíssimo saúde e prosperidade.
Dado em Roma, junto de São Pedro, na Solenidade da Ceia de nosso Senhor, aos 11 de abril do ano de 1963, quinto do nosso Pontificado.
JOÃO PP. XXIII
Notas
1. Cf. Pio XII, Mensagem radiofônica, da vigília do Natal de 1942, AAS 35(1943), pp, 9-24; e João XXIII, Discurso do dia 4 de Janeiro de 1963, AAS 55(1963), pp. 89-91. Lv,1963, pp. 89-91.
2. Cf. Pio XI, Carta Encicl. Divini Redemptoris, AAS 29(1937), p. 78; e Pio XII, Mensagem radiofônica da festa de Pentecostes, dia 1 de Junho de 1941, AAS 33(1941), pp. 195-205.
3. Cf. Pio XII, Mensagem radiofônica, da vigília do Natal de 1942, AAS 35(1943), pp. 9-24.
4. Divinae Institutiones, 1. IV, c. 28, 2; PL. 6, 535.
5. Carta Encicl. Libertas praestantissimum: Acta Leonis XIII, VIII,1888, pp. 237-238.
6. Cf Pio XII, Mensagem radiofônica, da vigília do Natal de 1942, AAS 35(1943), pp. 9-24.
7. Cf. Pio XI, Carta Encicl. Casti Conubii, AAS 22(1930), pp. 539-592; Pio XII, Mensagem radiofônica, da vigília do Natal de 1942, AAS, 35(1943), pp. 9-24.
8. Cf. Pio XII, Mensagem radiofônica, da festa de Pentecostes, dia 1 de Junho de 1941, AAS 33(1941), p. 201.
9. Cf. Leão XIII, Carta Encicl. Rerum Novarum, Acta Leonis XIII, XI,1891, pp.128-129.
10. Cf. João XXIII, Carta Encicl. Mater et Magistra, AAS 53(1961), p. 422.
11. Cf. Pio XII, Mensagem radiofônica, da festa de Pentecostes, dia 1 de Junho de 1941, AAS 33(1941), p. 201.
12. Cf. João XXIII, Carta Encicl. Mater et Magistra, AAS 53(1961), p. 428.
13. Cf. ibid., p. 430;
14. Cf. Leão XIII, Carta Encicl. Rerum Novarum, Acta Leonis XIII, XI,1891. pp.134-142; Pio XI, Carta Encicl. Quadragesimo Anno, AAS 23(1931), pp.199200; Pio XII, Carta Encicl. Sertum laetitiae, AAS 31(1939), pp. 635-644.
15. Cf. AAS 53(961), p. 430.
16. Cf. Pio XII Mensagem radiofônica, da vigília do Natal de1952, AAS 45 (1953), pp. 33-46.
17. Cf. Mensagem radiofônica, da vigília do Natal de 1944, AAS 37(1945), p.12.
18.Cf. Pio XII, Mensagem radiofônica, da vigília do Natal de 1942, AAS 35(1943), p. 21.
19. Cf. Pio XII, Mensagem radiofônica, da vigília do Natal de 1942, AAS 35(1943), p.14.
20. Summa Theol. I-II, q.19, a. 4; cf. a.9.
21. In Epist, ad Rom., c.13, vv. 1-2, homil. XXIII: PG. 60, 615.
22. Leão XIII, Epist. Encicly. Immortale Dei, Acta Leonis XIII, V,1885, p.120.
23. Cf. Mensagem radiofônica, da vigília do Natal de 1944, AAS 37(1945), p.15.
24. Cf. Leão XIII, Carta Encicl. Diuturnum illud, Acta Leonis XIII, II,1880-1881, p. 274.
25. Cf. Leão XIII, Carta Encicl. Diuturnum illud, Acta Leonis XIII, II, 1880-1881, p. 278, EE 3. Carta Encic. Immortale Dei, Acta Leonis XIII, V,1885, p.130.
26. Summa Theol., I-II, q. 93, a. 3 ad 2um; cf. Pio XII, Mensagem radiofônica, da vigília do Natal de 1944, AAS 37(1945), pp. 5-23.
27. Cf. Leão XIII, Epist. Encycl. Diuturnum illud, Acta Leonis XIII, II,18801881, pp. 271-272. Pio XII, Mensagem radiofônica, da vigília do Natal de 1944, AAS 37(1945), pp. 5-23.
28. Cf. Pio XII, Mensagem radiofônica, da vigília do Natal de 1942, AAS 35(1943), p.13. Leão XIII, Epist. Encycl. Immortale Dei, Acta Leonis XIII, V, 1885, p.120.
29. Cf. Pio XII, Carta Encicl. Summi Pontificatus, AAS 31(1939), pp. 413-453.
30. Cf. Pio XI, Carta Encicl. Mit brennender Sorge, AAS 29(1937), p. 159; Carta Encicl. Divini Redemptoris, AAS 29(1937), pp. 65-106.
31. Leão XIII, Carta Encicl. Immortale Dei, Acta Leonis XIII, V,1885, p,121.
32. Cf. Leão XIII, Carta Encicl. Rerum Novarum, Acta Leonis XIII, XI,1891, pp.133-134.
33. Cf. Pio XII, Carta Encicl. Summi Pontificatus, AAS 31(1939), p. 433.
34. AAS 53(1961), p. 417.
35. Cf. Pio XI, Carta Encicl. Quadragesimo Anno, AAS 23(1931), p. 215.
36. Cf. Pio XII, Mensagem radiofônica, da festa de Pentecostes, de 1 de junho de 1941. AAS 33(1941), p. 200.
37. Cf. Pio XI, Carta Encicl. Mit brennender Sorge, AAS 29(1937), p.159; Carta Encicl. Divini Redemptoris, AAS 29(1937), p. 79; cf. Pio XII, Nuntius Radiophonicus, da vigilia do Natal de 1942, AAS 35(1943), pp. 9-24.
38. Cf. Pio XI, Carta Encicl. Divini Redemptoris, AAS 29(1937), p. 81; cf: Pio XII, Nuntius radiophonicus, da vigília do Natal de 1942, AAS 35(1943), pp. 9-24.
39. João XXIII, Carta Encicl. Mater et Magistra, AAS 53(1961), p. 415.
40. Cf. Pio XII, Mensagem radiofônica, da vigília do Natal de 1942, AAS 35(1943), p. 21.
41. Cf. Pio XII, Mensagem radiofônica,da vigília do Natal de 1944, AAS 37(1945), pp.l5-16.
42. Cf. Pio XII, Mensagem radiofônica, da vigília do Natal de 1942, AAS 35(1943), p.12.
43. Cf. Leão XIII, Epist. Apost. Annum ingressi, Acta Leonis XIII, XXII,1902-1903, pp. 52-80.
44. Cf. Pio XII, Mensagem radiofônica, da vigília do Natal de 1941, AAS 34(1942), p.16.
45. Cf. Pio XII, Mensagem radiofônica, da vigília do Natal de 1940, AAS 33(1941), pp. 5-14.
46. De civitate Dei, 1. IV, c. 4; PL. 41,115; cf. Pio XII, Mensagem radiofônica, da vigilia do Natal de 1939, AAS 32(1940), pp. 5-13.
47. Cf. Pio XII, Mensagem radiofônica, da vigília do Natal de 1941, AAS 34(1942), pp.10-21.
48. Cf. João XXIII, Carta Encicl. Mater et Magistra, AAS 53(1961), p. 439.
49. Cf. Mensagem radiofônica, da vigília do Natal de 1941, AAS 34(1942), p. 17; et Bento XV, Adhortatio ad moderatores populorum belligerantium, do dia l de Agosto de 1917, p. 418.
50. Cf. Mensagem radiofônica, de 24 de Agosto de 1939, p. 334.
51. AAS 53(1961), pp. 440-441.
52. Cf. Pio XII, Mensagem radiofônica, da vigília do Natal de 1941, AAS 34(1942), pp. l6-17.
53. JOÃO XXIII, Carta Encicl. Mater et Magistra, AAS 53(1961), p, 443.
54. Cf. Pio XII, Discurso aos jovens da Ação Católica das dioceses da Itália reunidos em Roma, no dia 12 de Setembro de 1948, AAS 40(1948), p. 412.
55. Cf. João XXIII, Carta Encicl. Mater et Magistra, AAS 53 (1961), p. 454.
56. Ibid., pp. 456.
57. Ibid., pp. 456-457; cf. Leão XIII, Carta Encicl. Immortale Dei, acta Leonis XIII, V,1885, p.128; Pio XI, Carta Encicl. Ubi Arcano, AAS 14(1922), p. 698; Pio XII, Discurso às Delegadas da União Internacional das mulheres católicas reunidas em Roma, no dia 11 de Setembro de 1947, AAS 39(1947), p. 486.
58. Cf. Discurso aos operários das dioceses da Itália reunidos em Roma, na festa de Pentecostes, no dia 13 de Junho de 1943, AAS 35(1943), p.195.
59. Miscellanea Augustiniana... S. Augustini Sermones post Maurinos reperti, Roma 1930, p. 633.
60. Responsório, nas Mat. da VI féria dentro da oitava da Páscoa.
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