A Igreja

Comentário sobre o Amor

“Agora, porém, permanecem a fé, a esperança, o amor, estes três; mas o maior destes é o amor.” —1 CORÍNTIOS 13,13.

Catecismo da Igreja:

25 – Toda a finalidade da doutrina e do ensinamento deve ser posta no amor que não acaba. Com efeito, pode-se facilmente expor o que é preciso crer, esperar ou fazer; mas sobretudo é preciso fazer sempre com que apareça o Amor de Nosso Senhor, para que cada um compreenda que cada ato de virtude perfeitamente cristão não tem outra origem senão o Amor, e outro fim senão o Amor.

1822 – A caridade é a virtude teologal pela qual amamos a Deus sobre todas as coisas, por si mesmo, e a nosso próximo como a nós mesmos, por amor de Deus.

Um dos mais destacados antropólogos do mundo disse certa vez: “Compreendemos, pela primeira vez na história da nossa espécie, que a mais importante de todas as necessidades psicológicas humanas, básicas, é a necessidade do amor. Ela está no centro de todas as necessidades humanas, assim como o nosso sol está no centro de nosso sistema solar com os planetas orbitando em volta dele… A criança que não foi amada é bioquímica, fisiológica e psicologicamente muito diferente daquela que foi amada. A primeira até mesmo se desenvolve diferente da segunda. O que sabemos agora é que o ser humano nasce para viver como se a vida e o amor fossem uma só coisa. Naturalmente, isto não é coisa nova. É a confirmação do Sermão da Montanha.”

Sim, como admitiu esse erudito não-religioso, esta verdade sobre a importância do amor para o bem-estar humano não é coisa nova. Talvez só agora venha a ser reconhecida por eruditos do mundo, mas ela já constava na Palavra de Deus mais de 19 séculos atrás. É por isso que o apóstolo Paulo pôde escrever: “Agora, porém, permanecem a fé, a esperança, o amor, estes três; mas o maior destes é o amor.” (1 Coríntios 13,13) Sabe por que o amor é maior do que a fé e a esperança? Por que se pode dizer que o amor é o maior dos atributos de Deus e dos frutos de seu espírito?

Quatro Tipos de Amor

A capacidade humana de mostrar amor é uma expressão da sabedoria e do interesse amoroso de Deus pela humanidade. Curiosamente, os antigos gregos tinham quatro palavras para “amor”. Uma era éros, que denotava amor romântico relacionado com a atração sexual. Os escritores do Novo Testamento não tiveram necessidade de usar éros, embora a Septuaginta usasse formas dessa palavra em Provérbios 7,18 e 30,16 e existam outras referências ao amor romântico no Antigo Testamento. Por exemplo, lemos que Isaque “se enamorou” de Rebeca. (Gênesis 24,67) Exemplo realmente notável desse tipo de amor é o caso de Jacó, que pelo visto enamorou-se da bela Raquel à primeira vista. De fato, “Jacó passou a servir sete anos por Raquel, mas eles se mostraram aos seus olhos como apenas alguns dias, por causa do seu amor por ela”. (Gênesis 29,9-11,17,20) O Cântico dos Cânticos também fala de amor romântico entre um pastor e uma moça. Mas, nunca é demais frisar que esse tipo de amor, que pode ser fonte de muito contentamento e alegria, deve ser mostrado apenas em harmonia com as justas normas de Deus. A Bíblia diz que é somente com o amor de sua esposa legítima que o homem pode ‘extasiar-se constantemente’. — Provérbios 5,15-20.

Há também o forte amor familiar, ou afeição natural, baseado na relação sanguínea, para o que os gregos tinham a palavra storgé. Tal amor é responsável pelo ditado “o sangue fala mais alto”. Bom exemplo disso é o amor que as irmãs Maria e Marta tinham pelo seu irmão Lázaro. O quanto ele lhes significava vê-se do fato de que elas choraram muito a sua morte repentina. E quão alegres ficaram quando Jesus ressuscitou a Lázaro, a quem tanto amavam! (João 11,1-44) O amor de uma mãe pelo filho é outro exemplo desse tipo de amor. (Veja 1Tessalonicenses 2,7.) Assim, para salientar quão grande era seu amor por Sião, Deus disse que era maior do que o amor que uma mãe tem por seu filho. — Isaías 49,15.

Um dos indicativos dos “últimos dias”, com seus “tempos críticos, trabalhosos”, é a falta de “afeição natural”. (2Timóteo 3,1.3) Devido à falta de amor familiar, alguns jovens fogem de casa e alguns filhos adultos negligenciam seus pais idosos. (Compare com Provérbios 23,22.) Outra indicação da falta de afeição natural é o prevalecente abuso de crianças — alguns pais espancam tão severamente os filhos que se faz necessária a hospitalização. A falta de amor parental evidencia-se, também, no fracasso de muitos pais em disciplinar os filhos. Permitir que as crianças façam o que bem entendem não é prova de amor, mas equivale, sim, a adotar a lei do menor esforço. O pai que ama mesmo seus filhos os disciplinará, sempre que necessário. — Provérbios 13,24; Hebreus 12,5-11.

Veja também  O que é dogma?

Há também o termo grego filía, que denota afeição (sem conotação sexual) entre amigos, como entre dois homens ou duas mulheres. Bom exemplo disso é o amor entre Davi e Jonatã. Quando Jonatã foi morto em batalha, Davi pranteou-o, dizendo: “Estou aflito por ti, meu irmão Jonatã, tu me eras muito agradável. Teu amor a mim era mais maravilhoso do que o amor das mulheres.” (2Samuel 1,26) Sabe-se também que Cristo tinha afeto especial pelo apóstolo João, conhecido como o “discípulo amado”. — João 20,2.

Que palavra grega usou Paulo em 1Coríntios 13:13, onde mencionou fé, esperança e amor e daí disse que “o maior destes é o amor”? A palavra aqui é agápe, a mesma que o apóstolo João usou quando disse: “Deus é amor.” (1João 4,8.16) Trata-se dum amor guiado ou governado por princípios. Pode ou não incluir afeição e predileção, mas é um sentimento ou emoção altruísta relacionado com fazer o bem a outros, independente dos méritos do beneficiário ou de quaisquer benefícios para quem o manifesta. Amor deste tipo levou Deus a dar o mais caro tesouro de seu coração, seu Filho unigênito, Jesus Cristo, “a fim de que todo aquele que nele crer não pereça, mas tenha vida eterna”. (João 3,16) Como Paulo tão bem nos lembra: “Dificilmente morrerá alguém por um justo; deveras, por um homem bom, talvez, alguém ainda se atreva a morrer. Mas Deus recomenda a nós o seu próprio amor, por Cristo ter morrido por nós enquanto éramos ainda pecadores.” (Romanos 5:7,8) Sim, a·gá·pe faz o bem a outros independente de sua condição na vida ou do custo para quem expressa tal amor.

Por Que É Maior do Que a e a Esperança?

Mas, por que disse Paulo que este tipo de amor (agápe) era maior do que a fé? Ele escreveu em 1Coríntios 13,2: “Se eu tiver o dom de profetizar e estiver familiarizado com todos os segredos e com todo o conhecimento, e se eu tiver toda a fé, de modo a transplantar montanhas, mas não tiver amor, nada sou.” (Veja Mateus 17,20.) Sim, se os nossos empenhos em adquirir conhecimento e aumentar a fé visarem um objetivo egoísta, isto não nos trará benefícios da parte de Deus. Assim sendo, Jesus mostrou que alguns ‘profetizariam em seu nome, expulsariam demônios em seu nome e realizariam muitas obras poderosas em seu nome’, mas não teriam a Sua aprovação. — Mateus 7,22.23.

O Catecismo explica o que é a fé:

1814 – A fé é a virtude teologal pela qual cremos em Deus e em tudo o que nos disse e revelou, e que a Santa Igreja nos propõe para crer, porque Ele é a própria verdade. Pela fé, “o homem livremente se entrega todo a Deus. Por isso o fiel procura conhecer e fazer a vontade de Deus. “O justo viverá da fé” (Rm 1,17). A fé viva “age pela caridade” (Gl 5,6).

2087 – Nossa vida moral encontra sua fonte na fé em Deus, que nos revela seu amor. S. Paulo fala da “obediência da fé” como da primeira obrigação. Ele vê no “desconhecimento de Deus” o princípio e a explicação de todos os desvios morais. Nosso dever em relação a Deus consiste em crer nele e em dar testemu­nho dele.

Por que é a forma agápe de amor também maior do que a esperança? Porque a esperança pode ser egocêntrica: a pessoa estaria preocupando-se principalmente com benefícios próprios, ao passo que o amor “não procura os seus próprios interesses”. (1Coríntios 13,4.5) Ademais, a esperança — como a de sobreviver à “grande tribulação” para o novo mundo — cessa quando aquilo que se espera acontece. (Mateus 24,21)

O Catecismo reza:

1817 – A esperança é a virtude teologal pela qual desejamos como nossa felicidade o Reino dos Céus e a Vida Eterna, pondo nossa confiança nas promessas de Cristo e apoiando-nos não em nossas forças, mas no socorro da graça do Espírito Santo. “Continuemos a afirmar nossa esperança, porque é fiel quem fez a promessa” (Hb 10,23). “Este Espírito que ele ricamente derramou sobre nós, por meio de Jesus Cristo, nosso Salvador, a fim de que fôssemos justificados por sua graça e nos tornás­semos herdeiros da esperança da vida eterna” (Tt 3,6-7).

Como diz Paulo: “Fomos salvos nesta esperança; mas a esperança que se vê não é esperança, porque quando um homem vê uma coisa, acaso está esperando por ela? Mas, se esperamos por aquilo que não vemos, persistimos em esperar com perseverança.” (Romanos 8,24.25) O amor suporta todas as coisas, e jamais falha. (1Coríntios 13,7.8) Assim, o amor altruísta (a·gá·pe) é maior do que a fé ou a esperança.

Veja também  Quando é que tal uso foi introduzido na Igreja?

Maior do que a Sabedoria, a Justiça e o Poder?

Consideremos a seguir os quatro atributos fundamentais de Deus: sabedoria, justiça, poder e amor. Pode-se também dizer que o amor é o maior destes? Certamente que sim. Por quê? Porque o amor é a força motivadora por trás do que Deus faz. É por isso que o apóstolo João escreveu: “Deus é amor.” Sim, Deus é a personificação do amor. (1João 4,8.16) Em parte alguma das Escrituras lê-se que Deus é sabedoria, justiça, ou poder. O que se diz é que Deus possui tais qualidades. (Jó 12,13; Salmo 147,5; Daniel 4,37) Estes quatro atributos estão perfeitamente equilibrados Nele. Motivado pelo amor, Deus realiza seus propósitos usando, ou levando em conta, os outros três atributos.

Assim sendo, o que motivou Deus a criar o universo e as criaturas espirituais e humanas inteligentes? Foi a sabedoria, ou o poder? Não, pois Deus meramente usou sua sabedoria e seu poder na criação. Por exemplo, lemos: “O próprio Deus fundou a terra em sabedoria.” (Provérbios 3,19) Ademais, seu atributo de justiça não exigia que ele criasse seres dotados de liberdade moral. O amor de Deus moveu-o a partilhar com outros as alegrias da existência inteligente. Foi o amor que encontrou um meio de remover a condenação que a justiça impôs à humanidade devido à transgressão de Adão. (João 3,16) Sim, e foi o amor que induziu Deus a desejar que a humanidade obediente tivesse a vida eterna com Ele. — Lucas 23,43.

Por causa do onipotente poder de Deus, não ousamos incitá-lo ao ciúme. Paulo perguntou: “‘Estamos incitando Deus ao ciúme’? Será que somos mais fortes do que ele?” (1Coríntios 10,22) Naturalmente, Deus é “um Deus ciumento”, não no mau sentido, mas em ‘exigir devoção exclusiva’. (Êxodo 20,5; King James Version) Quais cristãos, assombramo-nos com as muitas manifestações da incomensurável sabedoria de Deus. (Romanos 11,33-35) Nosso grande respeito pela Sua justiça deve levar-nos a ficar bem longe do pecado intencional. (Hebreus 10,26-31) Mas a amor é, inquestionavelmente, o maior dos quatro principais atributos de Deus. E é o amor altruísta de Deus que nos atrai a ele e faz-nos desejar agradá-lo, adorá-lo e participar na santificação de seu santo nome. — Provérbios 27,11.

O Maior dos Frutos do Espírito

 

Que Posição ocupa o amor entre os nove frutos do Espírito de Deus, mencionados em Gálatas 5,22. 23? Estes são “amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, brandura, autodomínio”. Com bom motivo Paulo alistou o amor em primeiro lugar. É o amor maior do que a alegria, a qualidade seguinte que ele menciona? Sim, pois não pode existir alegria duradoura sem amor. De fato, o mundo é tão sem alegria por causa do egoísmo, a falta de amor. Mas os católicos têm amor entre si, e amor a seu Pai celestial. Portanto, é somente natural que sejam alegres, e foi predito que ‘cantarão por terem o coração alegre’. — Isaías 65,14.

O Catecismo reza:

815 – Quais são estes vínculos da unidade? “Sobre tudo isso (está) a caridade, que é o vínculo da perfeição” (Cl
3,14). Mas a unidade da Igreja peregrinante é também assegurada por vínculos visíveis de comunhão:

* profissão de uma única fé recebida dos Apóstolos – (Parágrafo relacionado 173)
* a celebração comum do culto divino, sobretudo dos sacramentos;
* a sucessão apostólica, por meio do Sacramento da Ordem, que mantém a concórdia fraterna da família de Deus.

O amor é também maior do que outro fruto do Espírito, a paz. Por faltar amor, o mundo está cheio de fricções e de lutas. Mas o povo de Deus tem paz entre si, em toda a terra. Aplica-se no caso deles as palavras do salmista: “O próprio Deus abençoará seu povo com paz.” (Salmo 29,11) Eles gozam desta paz porque têm a marca identificadora dos cristãos verdadeiros, a saber, o amor. (João 13,35) Somente o amor pode vencer todos os fatores divisórios, sejam eles de natureza racial, nacional ou cultural. Ele é “o perfeito vínculo de união”. — Colossenses 3,14.

Novamente, o Catecismo:

953 – A comunhão da caridade. Na “comunhão dos santos” “ninguém de nós vive e ninguém morre para si mesmo” (Rm 14,7). “Se um membro sofre, todos os membros compartilham seu sofrimento; se um membro é honrado, todos os membros compartilham sua alegria. Ora, vós sois o Corpo de Cristo e sois seus membros, cada um por sua parte” (1Cor 6-27). “A caridade não procura seu próprio interesse” (1 Cor 13,5) O menor dos nossos atos praticado na caridade irradia em benefício de todos, nesta solidariedade com todos os homens, vivos ou mortos, que se funda na comunhão dos santos. Todo pecado prejudica esta comunhão.

Veja também  A sucessão apostólica e o governo dos bispos

O papel superlativo do amor vê-se também quando se compara com a longanimidade, ou seja, suportar pacientemente o mal ou a provocação. Ser longânime significa ser paciente, bem como vagaroso em irar-se. O que torna as pessoas impacientes e prontas a irar-se? Não é a falta de amor? Contudo, o bom Deus é longânime e “tardio em irar-se”. (Êxodo 34,6; Lucas 18,7) Por quê? Porque nos ama e “não deseja que alguém pereça”. — 2Pedro 3,9.

O Catecismo diz:

1823 – Jesus fez da caridade o novo mandamento. Amando os seus “até o fim” (Jo 13,1), manifesta o amor do Pai que Ele recebe. Amando-se uns aos outros, os discípulos imitam o amor de Jesus que eles também recebem. Por isso diz Jesus: “Assim como o Pai me amou, também eu vos amei. Permanecei em meu amor” (Jo 15,9). E ainda: “Este é o meu preceito: Amai-vos uns aos outros como eu vos amei” (Jo 15,12).

Já vimos por que o amor é maior do que a fé, e as razões fornecidas aplicam-se aos demais frutos do Espírito, isto é, a benignidade, a bondade, a brandura e o autodomínio. Todas estas são qualidades necessárias, nas não nos beneficiarão sem o amor, como Paulo observou em 1Coríntios 13,3: “e ainda que eu distribua todos os meus bens entre os pobres e ainda que entregue o meu próprio corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso me aproveitará.” Por outro lado, é o amor que produz qualidades como a benignidade, a bondade, a fé, a brandura e o autodomínio. Assim, Paulo acrescentou que o amor é benigno e que “suporta todas as coisas, acredita todas as coisas, espera todas as coisas, persevera em todas as coisas”. Sim, o “amor nunca falha”. (1Coríntios 13,4.7.8) Tem-se dito acertadamente que os outros frutos do espírito são manifestações, ou variados aspectos, do amor, o primeiro mencionado. Assim sendo, dos nove frutos do espírito o amor é, deveras, o maior.

Aqui cita o Catecismo:

1827 – O exercício de todas as virtudes é animado e inspirado pela caridade, que é o “vinculo da perfeição” (Cl 3,14); é a forma das virtudes, articulando-as e ordenando-as entre si; é fonte e termo de sua prática cristã. A caridade assegura purifica nossa capacidade humana de amar, elevando-a à feição sobrenatural do amor divino.

1829 – A caridade tem como frutos a alegria, a paz e a misericórdia exige a beneficência e a correção fraterna; é benevolência; suscita a reciprocidade; é desinteressada e liberal; é amizade e comunhão:

A finalidade de todas as nossas obras é o amor. Este é o fim, é para alcançá-lo que corremos, é para ele que corremos; uma vez chegados, é nele que repousaremos.

Em apoio à conclusão de que o amor é o maior dos frutos do Espírito de Deus, há as palavras de Paulo: “A ninguém fiqueis devendo coisa alguma, exceto que vos ameis uns aos outros; pois, quem ama o seu próximo tem cumprido a lei. Pois o código da lei…está englobado nesta palavra, a saber: ‘Tens de amar o teu próximo como a ti mesmo.’ O amor não obra o mal para com o próximo; portanto, o amor é o cumprimento da lei.” (Romanos 13, 8-10) Mui apropriadamente, o discípulo Tiago chama esta lei de amar o próximo como a si mesmo de “lei régia.” —Tiago 2,8.

Existe testemunho adicional de que o amor é a maior qualidade? Sim, existe. Veja o que aconteceu quando um escriba perguntou a Jesus: “Que mandamento é o primeiro de todos?” Talvez esperasse que Jesus citaria um dos Dez Mandamentos. Mas Jesus citou de Deuteronômio 6:4,5 e disse: “O primeiro é: ‘Ouve, ó Israel: o Senhor, nosso Deus, é um só, e tens de amar ao Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de toda a tua mente, e de toda a tua força.’” Daí, Jesus acrescentou: “O segundo é este: ‘Tens de amar o teu próximo como a ti mesmo.’ Não há outro mandamento maior do que estes.” — Marcos 12,28-31.

Paulo realmente não exagerou quando mencionou a fé, a esperança e o amor, e disse: “O maior destes é o amor.” Mostrar amor resulta em boas relações com nosso Pai celestial e com outros, incluindo os membros da Igreja e de nossa família. O amor tem um efeito edificante sobre nós.