De repente caiu em minhas mãos um exemplar da Revista Superinteressante, de maio deste ano. Na capa, uma grande cruz dourada, em fundo branco, e o título em letras igualmente douradas: “A História Secreta da Igreja”; e abaixo: “Os assassinos, santos, devassos e heróis que fizeram a história da organização mais antiga do mundo: o Vaticano.”

Confesso que entre um pouco de raiva e várias gargalhadas, consegui terminar de ler aquele rascunho de trabalho supostamente histórico, com texto de autoria de José Francisco Botelho, o qual se gabava de estar escrevendo “uma biografia não autorizada” do Vaticano.

Não me surpreendi quando vi a revistinha científica tupiniquim tratar a Igreja com tanto desdém e veemência. Afinal, sempre chegaram em minhas mãos números da Revista onde a Igreja Católica era o próprio diabo em pessoa; números como aquele em que se tratou do Opus Dei, ou das Cruzadas, do Código Da Vinci e dos evangelhos apócrifos gnósticos. Notáveis pelos absurdos, linguajar vulgar, e pelas superinteressantes imbecilidades que ali se escreviam.

Assim que li a capa da revista já pude constatar que os autores da referida reportagem se preocupavam mais em atacar a Igreja do que com a veracidade dos fatos. “A História Secreta da Igreja”… Hummm. O título atrai. O que teria a Igreja de secreto? O que guardaria seu passado tão… “sombrio”? Mas… se a história era secreta, como a Revista ficou sabendo dela apenas consultando três livros (indicados nas referências do artigo) e consultando apenas um pesquisador, o historiador André Chevitarese, apresentado pelo artigo como “um dos maiores especialistas brasileiros no assunto”, somente para dar mais autoridade ao artigo? Claro. Nós só levantamos esta questão porque ela nos veio à tona imediatamente, principalmente quando observamos as referências (entre as quais, adivinhem, um livro de Hans Kung!). Pois se a revistinha científica tupiniquim desejava uma “história secreta da Igreja”, deveria ter pesquisado na Biblioteca Vaticana e no Arquivo Secreto do Vaticano, aberto a pesquisadores. Mas claro que não fariam isso. Ora, é muito mais fácil comprara um livreco qualquer numa livraria da esquina, do que conferir os documentos originais: se o livreco insultar a Igreja e os Papas, então possui veracidade histórica e autenticidade confirmada. Que rigor científico tremendo! Me dói nos ossos tamanho rigor!

Até porque, se alguém (e dessa vez não digo só a revistinha tupiniquim, mas qualquer pessoa) se dignasse a pesquisar nos Arquivos Secretos do Vaticano, veria a integridade dos Papas (alguns dos quais a revista acusou de forma até, diríamos, bizarra) e da Santa Sé.

Curioso é, digamos de passagem, que em matérias relacionadas ao Cristianismos, a revista sempre, sempre, sempre, sem exceção, consulte o historiador André Chevitarese. Talvez porque somente ele diga o que a revista quer ouvir e quer que seus leitores absorvam: que a Igreja não passa de uma instituição meramente humana, e pecadora.

Mas voltemos a capa e encontraremos ainda mais um motivo para risos: o Vaticano é uma organização? Ora, mas então mudem os Atlas Geográficos, pois eu pensava que eles mostravam somente os Estados! Ou sou eu que estou desatualizado, e agora os mapas mostram também organizações? Então devem haver mapas que mostram a ONU, a CIA, o MI6…? Não existem? Ora, mas então porque nos mapas eu vejo a localização do Vaticano, encravado no centro da Itália, no coração de Roma, e, segundo a revistinha tupiniquim, este seria uma “organização”?

Não me contive. Ri imediatmente. Nem este cuidado básico com os fatos foi tomados. Pois o Vaticano não é uma organização: é um Estado. E a Igreja igualmente não é uma “organização”, mas uma instituição divinamente constituída (ainda que para historiadores de plantão, como aqueles que se dedicam a escrever para revistinhas científicas tupiniquins, isto nada signifique).

Mas apreciemos novamente este subtítulo de grande significado: ele é sem dúvida hilário. “Os assassinos, santos, devassos e heróis que fizeram a história da organização mais antiga do mundo: o Vaticano.” O Vaticano, uma ogranização. Tenho que anotar isto nos meus registros, pois ainda me falata esta informação novíssima, tão nvoa que não a encontro e nenhum livro de História da Igreja ou História Geral mesmo. Perdoem-me a ignorância por não saber que o Vaticano é… uma organização (risos).

Passemos ao teor da reportagem.

Após falar um pouco sobre a trajetória de São Pedro (que, segundo a revistinha tupiniquim, teria sido escolhido como Primeiro Papa, mas não o seria realmente) a Revista salienta, em tom claro e com bastante rigor: “Está aí, em resumo, a tese do ‘primado de Roma’, segundo a qual os bispos romanos são os representantes legítimos de jesus. Mas os fatos que sustentam esse dogma nunca foram unanimidade. Não há provas da passagem de Pedro por roma. A Bíblia nada diz a respeito – lendas sobre sua viagem e martírio foram coletadas por volta de 312 d.C., na obra de um porpagandista da Igreja, Eusébio de Cesaréia”.

Ora, mas neste trecho tão pequeno se ecnontram pérolas valorosas, que demonstram quanto rigor possui a revistinha tupiniquim. Primeiro, o dogma do Primado de Pedro é posto em questão por não haverem fatos que o sustentem, unanimidade, segundo diz a revistinha. Mas isto é um erro cabal. Unanimidade existe sim, e do mais alto valor: unanimidade dos Bispos em comunhão com o Papa, que defeiniram solene e infalivelmente, anatematizando qualquer sentença oposta, o Dogma do Primado de Pedro. Esta doutrina é certa, de fundamento histórico. Sempre crida por todos, em todos os lugares e em todas as épocas. Quer mais unanimidade que isso? Os primeiros cristãos não tinham dúvidas quanto à localização do túmulo de Pedro em Roma, tanto é que construíram uma capela no local, um cemitério numa colina, ainda no século Iogo após a morte de Pedro. Somente mais tarde Constatino construiria uma Basílica, e mais tarde ainda os Papas dariam início à construção da Basílica de São Pedro, que conserva em seu subsolo a mesma colina, e o túmulo de Pedro.

Querendo pôr em questão a localização certa do túmulo de Pedro, a Revista traz as palavras do Chevitarese, “um dos maiores especialistas brasileiros no assunto”, o qual afirma categoricamente: “Havia cemitérios no Vaticano muito antesd e Cristo. O túmulo na basílica talvez nem seja cristão – os romanos pagãos costumavam usar símbolos de todas as religiões.” Numa época de perseguições aos cristãos, onde católicos eram crucificados e queimados, dados de comer a animais, “os romanos pagãos costumavam usar símbolos de todas as religiões”, inclusive do Cristianismo. Isto é, numa época em que ser cristão significava ser inimigo do Império, até mesmos os romanos pagãos costumavam usar símbolos do Cristianismo, segundo Chevitarese, para legitimar sua idéia de que a tumba nem cristã era. Imagine você, caro leitor, no Império Romano, sabendo da perseguição decretada por Nero a todos os cristãos, sendo você um romano pagão, utilizando símbolos do Cristianismo e desenhando peixes e cruzes nas tumbas de seus familiares. Ou você era muito estúpido, por ser uma romano pagão que ignorava os decretos de seu Imperador. Ou você era cristão, já que estes sim, em sua coragem, não temiam ostentar seus símbolos, mesmos que isso os levasse a morte (e levou a muitos). Qual é a chance de um romano pagão, em plena perseguição ao Cristianismo, usar um símbolo cristão e desenhar símbolos cristãos na tumba de sues familiares? Talvez Chevitarese possa responder. E qual a chance de, numa tumba com símbolos cristãos, onde desde o século I d.C. havia uma capelinha construída pelos cristãos e dedicada a São Pedro, houvessem os ossos de um indívíduo do sexo masculino, entre 60 e 70 anos (a idade que tinha São Pedro quando morreu), como se sabe que há exatamente no local onde hoje está a Basílica de São Pedro, e que a Revsita põe em dúvida? Talvez a revistinha tupiniquim queira perguntar a “um dos especialistas brasileiros no assunto” para poder proferir novamente críticas infundadas à Igreja e aos Papas.

A revistinha, claro, comete outras gafes tremendas, dignas da historiografia de Dan Brown, que foi capaz de dizer que o Opus Dei tem monges e que o próprio Da Vinci pôs o nome Mona Lisa em seu famosos quadro (quando este já morrera há décadas na época em que este nome surgiu).

Poderíamos falar de Gregório VII, que a revista, em um acesso de desrespeito ao Santo Padre, chama de “Santo Satanás” e traz um desenho seu, onde porta os chifres do diabo e senta-se num Trono repleto de demônios! Quanta baixaria! Quanto desrespeito e falta de caráter! Ainda que possa cometer erros, nada, absolutamente nada, dá a nenhum homem da face da terra do direito de tratar o Santo Padre com tanto desprezo, veemência e desrespeito. Nada! Ainda que fosse o pior dos pecadores, o desrespeito seria um pecado ainda maior! Lembramos as fortes palavrasd e Santa Catarina de Sena, escrevendo a Barnaba Visconti, Senhor de Milão: “É estulto aquele que se afasta ou vai contra este Vigário, que tem as chaves do Sangue de Cristo crucificado. Ainda que fosse um demônio encarnado, eu não devo levantar a cabeça contra ele, mas sempre humilhar-me, pedir o sangue por misericórdiaE não admireis que o demônio vos porá e vos tenha posto diante a cor da virtude, isto é, uma justiça de querer agir contra os maus pastores pelos seu errosNão creiais no demônio: não queirais fazer justiça sobre aquilo que não vos diz respeito. Deus não quer que vós, nem ninguém, vos façais justiceiros de seus ministros. Ele o confiou a si mesmo, e isso mesmo confiou ao seu Vigário; e se o Vigário não o fizesse, humildemente deveríamos esperar a punição e correção de Sumo Juiz, Deus eterno”. (Epistolário, vol. I, Carta n. 28) Santa Catarina de Sena diz tudo, em ada precisa ser complementado. Aos Papas foi dado o dom da Infalibilidade em termos de Fé e Moral, mas não o dom da Impecabilidade. Como homens, pecam; como Sucessores de Pedro, não podem errar, são infalíveis. E ainda que alguns Papas (que não são todos, mas poucos em relação aos tantos santos que existiram) tenham cometido erros e pecados graves, que tenham violado seu celibato entregando-se a prazeres mundanos, ainda assim nunca pormulgaram erros contra a Fé, pois como Sucessores de Pedro são infalíveis. Nada dá, portanto, a homem algum, o direito de quere ser juiz do Papa, e querer julgar-lhe por seus pecados. “A ninguém é lícito emitir juízo acerca do julgamento desta Santa Sé, nem tocar neste julgamento, visto que não há auotirdade acima da mesma Santa Sé” (Conc. Vaticano I, Const. Dogm. Pastor Aeternus, Dz. 1830).

Contudo, a revistinha segue, falando ainda do Papa Inocêncio III, do Santo Padre Gregório IX, do Sumo Pontífice Júlio II…, entre outras vítimas da falta de rigor histórico e do ódio mesquino à Igreja Católica. Culpa a Igreja por massacres e chacinas, evocando do fundo do caixão aquelas antigas, caducas e decadentes lendas negras sobre a Inquisição e as Cruzadas, que qualquer historiador de renome hoje em dia tem até vergonha de repetir, por saber da farsa absurda e tendenciosa que são.

Mas como se não bastasse, ainda evocam aquela mentira moribunda, já caindo aos pedaços, aquela lenda maldosa já cheia de furúnculos e extremamente doente, condenada a morte em pocuo tempo, segundo a qual o Papa Pio XII foi conivente com o Nazismo. E a revistinha tupiniquim, em sua ânsia por forjar uma “História Secreta da Igreja”, uma “Biografia não autorizada do Vaticano”, ressuscita do túmulo até mesmo aquele apelido caluniador e difamatório, que os historiadores realmente comprometidos com a verdade histórica hoje tentam apagar por se darem conta da mentira que representa. E que apelido é este? “O Papa de Hitler”. Num momento em que grande parte da comunidade histórica internacional fala do trabalho silencioso, oculto e habilidoso do Papa Pio XII em prol dos judeus, para salvá-los sem despertar as atenções de Hitler, num momento em que se está prestes a abrir os arquivos de Pio XII a todos os pesquisadores, num momento em que o grande Papa Pio XII (Papa que amo e para quem rezo, embora tenha nascido muitas décadas após sua morte) será beatificado e canonizado, a revistinha tupiniquim comete uma das maiores gafes históricas de sua história: citar Pio XII como “o Papa de Hitler”. E ainda tiveram a coragem de pôr uma ilustração de Pio XII, com os lábios custurados e tapando os olhos, num acesso de desrespeito banal e ódio grosseiro, como se este grande Papa nada tivesse feito para salvar os judeus do terror nazista. Por que não citar que antes de se tornar Papa, e antes mesmo da Guerra, Pio XII (Eugenio Pacelli) era um grande inimigo do Nazismo e continuou sendo para toda a vida? Em 28 de abril de 1935, o Cardeal Eugenio Pacelli fez um discurso em Lourdes para 250.000 peregrinos, onde afirmou: “[Os nazistas] são, na verdade, apenas uns plagiários que cobriram velhos erros com um manto novo. Não faz qualquer diferença se os homens se arrebanham sob cartazes que pregam a revolução social , se guiam por um falso conceito da vida e do mundo ou estão possuídos pela superstição do culto ao sangue e à raça.” Por que não citar isto? Porque não representam o que a revistinha tupiniquim quer que acreditem. Por que não mencionar que o Cardeal Eugenio Pacelli, Secretário de Estado na época, enviou inúmeras cartas a Berlim, onde condenava a doutrina do nazismo e seu culto à raça ariana, cartas estas que lhe valeram em Berlim o status de “inimigo do partido nazista”?  Por que não mencionar que Hitler temeu a eleição de Eugenio Pacelli como Papa, e que Berlim lamentou quando Pio XII subiu ao Trono Pontifício? Pois são claras as palavras do Berliner Morgenpost, que no dia após a eleição de pio XII salientava: “A eleição do Cardeal Pacelli não é benéfica para a Alemanha, pois ele sempre se opôs ao nazismo e praticamente determinava a política do Vaticano sob o seu predecessor“. Por que não citar isso? Porque são fatos que vão contra a linha anticatólica da revistinha tupiniquim. “Pacelli obviamente já havia definido claramente a sua posição, pois os governos fascistas, tanto na Itália como na Alemanha, falaram duramente contra a possibilidade da sua eleição como sucessor de Pio XI em março de 1939, apesar de o Cardeal Secretário de Estado ter sido núncio papal na Alemanha entre 1917 e 1929”, são as palavras do insuspeito Dr. Joseph Licthen, diplomata polonês judeu e membro da Liga Antidifamação Judaica B’nai B’irth. “[O Papa Pio XI] tinha boas razões para fazer de Pacelli o arquiteto da sua política antinazista. Dos quarenta e quatro discursos feitos pelo núncio Pacelli em solo alemão entre 1917 e 1929, ao menos quarenta continham ataques ao nazismo ou condenações da doutrina de Hitler […] Pacelli, que nunca se encontrou com o Führer, designava o nazismo como um ‘neopaganismo’“, afirmava diplomata israelense e, hoje, rabino judeu Pinchas Lapide.

Em seu livro “Three Popes and the Jews” (“Três Papas e os Judeus”, Hawthorn Publishers, New York, 1967) Lapide traz uma (dessa vez sim) superinteressante citação de um relatório do Serviço de Segurança do Reich Alemão sobre o recém-eleito Pio XII: “Pacelli já se tornou conhecido pelos seus ataques ao nacional-socialismo quando exercia a função de Cardeal Secretário de Estado, fato que lhe rendeu a calorosa aprovação dos estados democráticos durante as eleições papais […]. O amor de Pacelli pela democracia é especialmente celebrado na imprensa francesa” (p. 121). Por que não citar isto? Porque isto vai contra a idéia de um “Papa de Hitler”. Porque isso mostra que o Papa Pio XII era temido em Berlim, porque isso mostra que o Partido Nazista temia Eugenio Pacelli. Por que isso mostra que Adolf Hitler temia o grande Papa Pio XII. E, principalmente, porque mostra que, diante de tanto ódio contra o Papa, o Partido Nazista apenas esperava o mínimo deslize deste para perseguir não só judeus, mas também cristãos que, como seu Líder, fossem antinazistas. E por isso Pio XII salvou, de forma habilidosa e inteligente, milhares de judeus, na surdina, em silêncio, com prudência e cautela. E com muito caridade e amor. Sim! Muito amor! Tanto amor que o Grão-Rabino de Roma, Israele Zolli, converteu-se ao Catolicismo o ver tanta dedicação do Papa em salvar judeus, ao ver inúmeros judeus sendo empregados no Vaticano para que não caíssem nas mãos dos nazistas, ao ver o Papa tirando o ouro de seus próprios cofres para ajudar os judeus a pagarem o que lhes era exigido pelos nazistas. Diz o ex-rabino: “A irradiante caridade do Papa, debruçada sobre todas as misérias provocadas pela guerra, sua bondade para com meus correligionários perseguidos foram para mim o furacão que varreu meus escrúpulos diante do tornar-me católico” . Por que não mencionar isto? Porque vai contra a linha anticatólica da revistinha tupiniquim. Pio XII será canonizado, não duvidamos; e não temos o mínimo receio de rezar para ele, de pedir-lhe sua intercessão, e de dizê-lo Santo desde já, pois sabemos de sua santidade e de seu inquestionável amor a Cristo e à Igreja!

Se tem uma coisa que a revistinha acertou, foi dizer que se trata de uma “Biografia não autorizada”: realmente, ela não tem autoridade nenhuma.Claro que a intenção da revistinha era clara: era o mês de maio, o Papa Bento XVI vinha ao Brasil. Era preciso que os inimigos da igreja se manifestassem. E a revistinha o fez, caluniando a Igreja e o Papado, da forma mais absurda. A que ponto chegam os modernistas! E Bento XVI veio, e os brasileiros lhe saudaram, e ele andou conosco, e rezou conosco, e nos abençoou. O Vigário de Cristo esteve entre nós, e os inimigos da Igreja tiveram de engolir calados sua baixa, porém poderosa voz! E engoliram calados seu doce semblante, e seu santo e admirável sorriso. E que engulam calados, pois o erro não tem nenhum direito em lugar algum!!!

Mas vejam como nos estendemos!

Vamos parar por aqui. Creio que nossos leitores já apreciaram as pérolas negras que o ódio à Igreja é capaz de produzir: as pérolas mais nojentas e sebosas que podem existir.

Viva São Pedro!!!

Viva Pio XII!!!

Viva Bento XVI!!!

Viva o Papa, Vigário de Cristo!!!

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