Documentos da Igreja

Diretório do ministério e vida dos diáconos permanentes – 5

ORAÇÃO
A MARIA SANTÍSSIMA

MARIA,

Mestra de fé, que com a tua obediência à Palavra de Deus colaboraste de maneira exímia na obra da Redenção, torna frutuoso o ministério dos diáconos, ensinando-lhes a ouvir e a anunciar com fé a Palavra.

MARIA,

Mestra de caridade, que com a tua plena disponibilidade ao apelo de Deus cooperaste no nascimento dos fiéis na Igreja, torna fecundos o ministério e a vida dos diáconos, ensinando-lhes a se doar no serviço do Povo de Deus.

MARIA,

Mestra de oração, que com a tua materna intercessão, sustentaste e ajudaste a Igreja nascente, torna os diáconos sempre atentos às necessidades dos fiéis, ensinando-lhes a descobrir o valor da oração.

MARIA,

Mestre de humildade, que no teu profundo reconhecimento de ser a Serva do Senhor foste repleta do Espírito Santo, torna os diáconos dóceis instrumentos da redenção de Cristo, ensinando-lhes a grandeza que consiste em se fazer pequenos.

MARIA,

Mestra do serviço escondido, que com a tua vida normal e ordinária plena de amor, soubeste colaborar de maneira exemplar no plano salvífico de Deus, torna os diáconos servos bons e fiéis, ensinando-lhes a alegria de servir, na Igreja, com ardente amor.

Amém.


Notas Bibliográficas

(1) Cf. Conselho Pontifício para a interpretação dos Textos Legislativos, Esclarecimentos acerca do valor vinculante do art. 66 do Directório do ministério e vida dos Presbíteros (22 de Outubro de 1994), em Revista « Sacrum Ministerium », 2 (1995), p. 263.

(2) Esta parte introdutória é comum à « Ratio » e ao « Directório ». No caso de publicações separadas dos dois documentos, cada um deles deverá ser precedido desta parte introdutória.

(3) Conc. Ecum. Vat. II, Const. dogm. Lumen gentium, 18.

(4) Catecismo da Igreja Católica, n. 1581.

(5) Cf. ibidem, n. 1536.

(6) Cf. ibidem, n. 1538.

(7) Ibidem, n. 875.

(8) Conc. Ecum. Vat. II, Const. dogm. Lumen gentium, 28.

(9) Cf. ibidem, 20; C.I.C., cân. 375, § 1.

(10) Catecismo da Igreja Católica, n. 876.

(11) Cf. ibidem, n. 877.

(12) Cf. ibidem, n. 878.

(13) Ibidem, n. 879.

(14) Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Const. dogm. Lumen gentium, 29; Paulo VI, Carta ap. Ad pascendum (15 de Agosto de 1972); AAS 64 (1972), p. 534.

(15) Além disso, entre os 60 colaboradores que aparecem nas suas cartas, alguns são indicados como diáconos: Timóteo (1 Tess 3, 2), Epafras (Col 1, 7), Tichico (Col 4, 7; Ef 6, 2).

(16) Cf. Epist. ad Philadelphenses, 4; Epist. ad Smyrnaeos, 12, 2; Epist. ad Magnesios, 6, 1: F. X. Funk (ed.), Patres Apostolici, Tubingale 1901, pp. 266-267; 286-287; 234-235.

(17) Cf. Didascalia Apostolorum (Siriaca), cap. III, XI: A. Vööbus (ed.), The « Didascalia Apostolorum » in Syriae (texto original e tradução inglesa), CSCO, vol. I, n. 402 (tomo 176), pp. 29-30; vol. II, n. 408 (tomo 180), pp. 120-129; Didascalia Apostolorum, III, 13 (19), 1-7: F. X. Funk (ed.), Didascalia et Constitutiones Apostolorum, Paderbornae, 1906, I, pp. 212-216.

(18) Cf. os Cânones 32 e 33 do Concílio de Elvira (Eliberitanum, a. 300303): PL 84, 305; os cânones 16 (15), 18, 21 do Concílio de Arles I (Arelatense I, a. 314): CCL, 148, pp. 12-13, e os cânones 15, 16, 18 do Concílio de Nicéa I (Nicaenum I, a. 325): Conciliorum Oecumenicorum Decreta, ed. bilíngue, dirigida por G. Alberigo – G.L. Dossetti – Cl. Leonardi – P. Prodi, cons. de H. Jedin. Ed. Dehoniane, Bologna 1991, pp. 13-15.

(19) Cada Igreja local, nos primeiros tempos do cristianismo, devia ter os seus diáconos em número proporcionado ao dos membros da Igreja, para que pudessem conhecer e ajudar cada um (cf. Didascalia Apostolorum, III, 12 (16): F. X. Funk, ed. cit., I, p. 208). Em Roma, o Papa São Fabiano (236-250) tinha dividido a cidade em sete zonas (« regiones », mais tarde chamadas « diaconias »), tendo cada uma à sua frente um diácono (« regionarius ») para a promoção da caridade e assistência aos necessitados. Análoga era a organização « diaconal » em muitas cidades orientais e ocidentais nos séculos terceiro e quarto.

(20) Cf. Conc. Ecum. de Trento, Sessão XXIII, Decreta De reformatione, cân. 17: Conciliorum Oecumenicorum Decreta, ed. bilíngue cit., p. 750.

(21) Const. dogm. Lumen gentium, n. 29.

(22) AAS 59 (1967), 697-704.

(23) AAS 60 (1968), 369-373.

(24) AAS 64 (1972), 534-540.

(25) Os cânones que falam explicitamente dos diáconos permanentes são uma dezena: 236; 276, § 2, 3o; 281, § 3; 288; 1031, §§ 2-3; 1032, § 3; 1035, § 1; 1037; 1042, 1o; 1050, 3o.

(26) Cf. C.I.C., cân. 1031, § 1.

(27) Paulo VI, Carta ap. Sacrum diaconatus ordinem (18 de Junho de 1969): AAS 59 (1967), p. 698.

(28) Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Const. dogm. Lumen gentium, 29; Decr. Ad gentes, 16; Decr. Orientalium Ecclesiarum, 17; João Paulo II, Alocução (16 de Março de 1985), n. 5: Insegnamenti, VIII, 1 (1985), p. 648.

(29) João Paulo II, Catequese na Audiência geral (6 de Outubro de 1993): Insegnamenti, XVI, 2 (1993), p. 954.

(30) « Uma exigência particularmente sentida na decisão do restabelecimento do diaconado permanente era e é a da maior e mais directa presença de ministros da Igreja nos vários ambientes de família, de trabalho, de escola, etc., para além da presença nas estruturas pastorais constituídas » (João Paulo II, Catequese na Audiência geral (6 de Outubro de 1993), n. 6: Insegnamenti, XVI, 2 (1993), p. 954.

(31) Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Const. dogm. Lumen gentium, 29b.

(32) Cf. ibidem, Decr. Ad gentes, 16.

(33) Ibidem, Decr. Ad gentes, 16. Cf. Catecismo da Igreja Católica, n. 1571.

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(1) Cf. Paulo VI, Carta ap. Sacrum diaconatus ordinem (18 de Junho de 1967): AAS 59 (1967), pp. 697-704. A Carta apostólica, no cap. II, dedicado aos jovens candidatos, prescreve: « 6. Os jovens candidatos ao diaconado sejam acolhidos num instituto especial onde sejam colocados à prova, educados a viver uma vida verdadeiramente evangélica e preparados a realizar com utilidade as suas funções específicas. 9. O tirocínio diaconal propriamente dito deve durar pelo menos três anos; regulamente-se, além disso, a ordem dos estudos de maneira que os candidatos se preparem progressivamente, pouco a pouco, para se ocuparem das diferentes tarefas diaconais, com competência e utilidade. Por sua vêz, o ciclo de estudos, no seu conjunto, poderá ser estruturado de maneira a que no curso do último ano haja uma preparação específica para os diferentes serviços aos quais os diáconos de preferência se vão dedicar. 10. A isto se juntem as exercitações práticas referentes ao ensino dos elementos da religião cristã às crianças e aos outros fiéis, a direcção e a divulgação do canto sagrado, a leitura dos livros divinos da Escritura nas assembleias dos fiéis, a pregação e exortação ao povo, a administração dos sacramentos que competem aos diáconos, a visita aos doentes e, em geral, a realização dos serviços que a estes podem ser confiados ». A mesma Carta apostólica, no cap. III, dedicado aos candidatos de idade madura, prescreve: « 14. É de desejar que tais diáconos, segundo o que foi dito nos nn. 8, 9 e 10, sejam possuidores duma não medíocre doutrina ou, ao menos, dum crédito de preparação intelectual, que, de acordo com a conferência episcopal, lhes será indispensável para a realização das suas próprias funções específicas. Sejam, por isso, admitidos, por um certo tempo, num instituto especial onde possam aprender tudo o que precisam para a digna realização do munus diaconal. 15. Se isto não se puder fazer, o aspirante seja confiado à educação dum sacerdote de eminentes virtudes, o qual tome conta dele, o instrua e possa, portanto, testemunhar a sua prudência e maturidade ».

(2) A Carta circular da Congregação dizia que os cursos deviam incluir o estudo da Sagrada Escritura, do Dogma, da Moral, do Direito Canónico, da Liturgia, dos « ensinamentos técnicos, que preparem os candidatos para certas actividades do ministério, como a psicologia, a pedagogia catequética, a eloquência, o canto sagrado, a estrutura das organizações católicas, a administração eclesiástica, o modo de ter actualizados os registos de baptismo, crisma, matrimónios, defuntos, etc. ».

(3) Paulo VI, Carta ap. Ad pascendum (15 de Agosto de 1972), VII, b): AAS 64 (1972), p. 540.

(4) Cf. João Paulo II, Exort. ap. post-sinodal Pastores dabo vobis (25 de Março de 1992), 12: AAS 84 (1992), pp. 675-676.

(5) Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Const. dogm. Lumen gentium, 28; 29.

(6) O Pontificale Romanum ? De Ordinatione Episcopi, Presbyterorum et Diaconorum, Editio typica altera, Typis Polyglottis Vaticanis 1990, p. 101, cita no n. 179 dos « Praenotanda », relativos à ordenação dos diáconos, a expressão « in ministerio Episcopi ordinantur », tirada da Traditio apostolica, 8 (SCh, 11 bis, pp. 58-59), retomada pelas Constitutiones Ecclesiae Aegyptiacae III, 2: F. X. Funk (ed.), Didascalia et Constitutiones Apostolorum, II, Paderbornae 1905, p. 103.

(7) « Sejam misericordiosos, activos, caminhem na verdade do Senhor, o qual se fez servo de todos » (S. Policarpo, Epist. ad Philippenses, 5, 2: F. X. Funk [ed.], Patres Apostolici, I, Tubingae 1901, pp. 300-302).

(8) Paulo VI, Carta ap. Ad pascendum, Introdução: l. c., pp. 534-538.

(9) Cf. Pontificale Romanum ? De Ordinatione Episcopi, Presbyterorum et Diaconorum, n. 207: ed. cit., pp. 115-122.

(10) Cf. Catecismo da Igreja Católica, n. 1570.

(11) Ibidem, n. 1588.

(12) Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Decr. Christus Dominus, 15.

(13) Cf. C.I.C., cân. 266.

(14) Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Const. dogm. Lumen gentium, 29.

(15) Cf. Pontificale Romanum ? De Ordinatione Episcopi, Presbyterorum et Diaconorum, n. 210: ed. cit., p. 125.

(16) Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Const. dogm. Lumen gentium, 29.

(17) Cf. ibidem.

(18) Paulo VI, Carta ap. Sacrum diaconatus ordinem, I, 1: l. c., p. 699.

(19) Cf. C.I.C., cân. 276, § 2, 3o.

(20) Cf. ibidem, cân. 1031, § 3.

(21) Conc. Ecum. Vat. II, Decr. Optatam totius, 1.

(22) Paulo VI, Carta ap. Sacrum diaconatus ordinem, VII, 32: l. c., p. 703.

(23) Ibidem, VII, 35: l. c., p. 704.

(24) Conc. Ecum. Vat. II, Const. dogm. Lumen gentium, 64.

(25) Ibidem, 8.

(26) Para o efeito são equiparados ao Bispo diocesano aqueles aos quais são confiadas a prelatura territorial, a abadia territorial, o vicariato apostólico, a prefeitura apostólica e a administração apostólica de erecção estável (cf. C.I.C., cânn. 368; 381, § 2), bem como a prelatura pessoal (cf. C.I.C., cânn. 266, § 1; 295) e o ordinariado militar (cf. João Paulo II, Const. ap. Spirituali militum curae [21 de Abril de 1986], art. I, § 1; art. II, § 1: AAS 78 [1986], pp. 482; 483).

(27) Cf. C.I.C., cânn. 1025; 1029.

(28) Isto é, também o director da própria casa de formação, caso exista (cf. C.I.C., cân. 236, 1o).

(29) João Paulo II, Exort. ap. pós-sinodal Pastores dabo vobis, 68: l. c., pp. 775-776.

(30) Ibidem, 69: l. c., p. 778.

(31) Ibidem, 36: l. c., pp. 715-716.

(32) Catechismus ex decreto Concilii Tridentini ad Parochos, pars II, c. 7, n. 3, Turim 1914, p. 288.

(33) Didachè, 15, 1: F. X. Funk (ed.), Patres Apostolici, I, o. c., pp. 32-35.

(34) S. Policarpo, Epist. ad Philippenses, 5, 1-2: F. X. Funk (ed.), Patres Apostolici, I, o. c., pp. 300-302.

(35) C.I.C., cân. 1029. Cf. cân. 1051, 1o.

(36) Cf. Paulo VI, Carta ap. Sacrum diaconatus ordinem, II, 8: l. c., p. 700.

(37) Cf. C.I.C., cânn. 285, §§ 1-2; 289; Paulo VI, Carta ap. Sacrum diaconatus ordinem, III, 17: l. c., p. 701.

(38) C.I.C., cân. 1031, § 2. Cf. Paulo VI, Carta ap. Sacrum diaconatus ordinem, II, 5; III, 12: l. c., pp. 699; 700. O cân. 1031, § 3, determina que « as Conferências dos Bispos podem estabelecer normas que exijam idade mais avançada ».

(39) Cf. C.I.C., cânn. 1040-1042. As irregularidades (impedimentos perpétuos) enumerados pelo cân. 1041 são: 1) uma forma de loucura ou outra enfermidade psíquica, pela qual, consultados os especialistas, resulte ser inábil para realizar de modo apropriado o ministério; 2) os delitos de apostasia, heresia e cisma; 3) o ter atentado matrimónio, mesmo só civil; 4) o homicídio voluntário ou o aborto procurado, obtido o efeito; 5) a mutilação grave, pessoal ou a outrém, e a tentativa de suicídio; 6) a realização ilícita duma acção reservada aos ordenados. Os impedimentos simples, enumerados pelo cân. 1042, são: 1) o exercício de actividades inconvenientes ou alheias ao estado clerical; 2) o estado de neófito (salva a decisão diversa do Ordinário).

(40) Paulo VI, Carta ap. Sacrum diaconatus ordinem, II, 4: l. c., p. 699. Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Const. dogm. Lumen gentium, 29.

(41) Paulo VI, Carta ap. Sacrum diaconatus ordinem, III, 13: l. c., p. 700.

(42) Ibidem, III, 11: l. c., p. 700. Cf. C.I.C., cânn. 1031, § 2; 1050, 3o.

(43) Paulo VI, Carta ap. Sacrum diaconatus ordinem, III, 16: l. c., p. 701; Carta ap. Ad pascendum, VI: l.c., p. 539; C.I.C., cân. 1087.

(44) A carta circular Prot. N. 26397 de 6 de Junho de 1997 da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos prevê que seja suficiente uma só das seguintes condições para obter a dispensa do impedimento de que fala o cân. 1087: a grande e provada utilidade do ministério do diácono para a diocese de partença; a presença de filhos em tenra idade, necessitados de cuidados maternos; a presença de pais ou sogros anciãos, necessitados de assistência.

(45) Cf. Paulo VI, Carta ap. Sacrum diaconatus ordinem, VII, 32-35: l. c., pp. 703-704.

(46) Cf. Idem, Carta ap. Ecclesiae sanctae (6 de Agosto de 1966), I, 25, § 1: AAS 58 (1966), p. 770.

(47) Cf. C.I.C., cân. 1026.

(48) Paulo VI, Carta ap. Ad pascendum, Introdução; cf. I a): l. c., pp. 537-538. Cf. C.I.C., cân. 1034, § 1. O rito de admissão dos candidatos à Ordem sagrada encontra-se no Pontificale Romanum ? De Ordinatione Episcopi, Presbyterorum et Diaconorum, Appendix, II: ed. cit., pp. 232ss.

(49) Cf. C.I.C., cânn. 1016; 1019.

(50) Cf. ibidem, cân. 1034, § 1; Paulo VI, Carta ap. Ad pascendum, I a): l. c., p. 538.

(51) Cf. C.I.C., cân. 236 e artigos 41-44 desta Ratio.

(52) C.I.C., cân. 236, 1o. Cf. Paulo VI, Carta ap. Sacrum diaconatus ordinem, II, 6: l. c., p. 699.

(53) Ibidem, II, 7: l. c., p. 699.

(54) C.I.C., cân. 236, 2o.

(55) Paulo VI, Carta ap. Sacrum diaconatus ordinem, III, 15: l. c., p. 701.

(56) C.I.C., cân. 1035, § 1.

(57) Paulo VI, Carta ap. Ad pascendum, II: l. c., p. 539; Carta ap. Ministeria quaedam (15 de Agosto de 1972), XI: AAS 64 (1972), p. 533.

(58) Idem, Carta ap. Ad pascendum, Introdução: l. c., p. 538.

(59) Cf. Idem, Carta ap. Ministeria quaedam, VIII a): l. c., p. 533.

(60) Cf. Pontificale Romanum ? De Institutione Lectorum et Acolythorum, Editio typica, Typis Polyglottis Vaticanis 1972.

(61) Cf. Paulo VI, Carta ap. Ministeria quaedam, X: l. c., p. 533; Carta ap. Ad pascendum, IV: l. c., p. 539.

(62) C.I.C., cân. 1035, § 2.

(63) Ibidem, cân. 1036; Cf. Paulo VI, Carta ap. Ad pascendum, V: l. c., p. 539.

(64) Cf. C.I.C., cân. 1050.

(65) Cf. ibidem, cânn. 1050, 3o; 1031, § 2.

(66) Ibidem, cân. 1051, 1o.

(67) Ibidem, cân. 1051, 2o.

(68) Cf. ibidem, cân. 1028. Para as obrigações que os ordenandos assumem com o diaconado, cf. os cânones 273-289. Para os diáconos casados soma-se o impedimento a contrair novas núpcias (cf. cân. 1087).

(69) Cf. ibidem, cân. 1037; Paulo VI, Carta ap. Ad pascendum, VI: l. c., p. 539.

(70) Cf. Pontificale Romanum ? De Ordinatione Episcopi, Presbyterorum et Diaconorum, n. 177: ed. cit., p. 101.

(71) Cf. C.I.C., cân. 833, 6o; Congregação para a Doutrina da Fé, Professio fidei et Iusiurandum fidelitatis in suscipiendo officio nomine Ecclesiae exercendo: AAS 81 (1989), pp. 104-106; 1169.

(72) C.I.C., cân. 1015, § 1.

(73) Cf. ibidem, cân. 1019.

(74) Pontificale Romanum ? De Ordinatione Episcopi, Presbyterorum et Diaconorum, cap. III, De Ordinatione Diaconorum: ed. cit, pp. 100-142.

(75) Cf. C.I.C., cânn. 1010-1011.

(76) Ibidem, cân. 1039.

(77) João Paulo II, Exort. ap. pós-sinodal Pastores dabo vobis, 43: l. c., p. 732.

(78) Ibidem: l. c., pp. 732-733.

(79) Cf. ibidem: l. c., p. 733.

(80) Idem, Carta enc. Redemptor hominis (4 de Março de 1979), 10: AAS 71 (1979), p. 274.

(81) Cf. Idem, Exort. ap. pós-sinodal Pastores dabo vobis, 44: l. c., p. 734.

(82) Cf. ibidem: l. c., pp. 734-735.

(83) Cf. Idem, Exort. ap. Familiaris Consortio (22 de Novembro de 1981): AAS 74 (1982), pp. 81-191.

(84) Idem, Exort. ap. pós-sinodal Pastores dabo vobis, 44: l. c., p. 735.

(85) Cf. a entrega do livro dos Evangelhos, in Pontificale Romanum ? De Ordinatione Episcopi, Presbyterorum et Diaconorum, n. 210: ed. cit., p. 125.

(86) Trata-se da Carta ap. de Paulo VI, Sacrum diaconatus ordinem, n. 22: l. c., pp. 701-702.

(87) Cf. Congregação para a Educação Católica, Carta circ. Como é do conhecimento (16 de Julho de 1969), p. 2.

(88) Cf. ibidem, p. 3.

(89) João Paulo II, Exort. ap. pós-sinodal Pastores dabo vobis, 57: l. c., p. 758.

(90) Cf. Congregação para a Educação Católica, Carta circ. Como é do conhecimento, p. 3.

(91) Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Decr. Presbyterorum ordinis, 10; Decr. Ad gentes, 20.

(92) Didascalia Apostolorum, III, 13 (19), 3: F. X. Funk (ed.),Didascalia et Constitutiones Apostolorum, I, o. c., pp. 214-215.

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(34) Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Const. dogm. Lumen gentium, 28a.

(35) Cf. C.I.C., cân. 1034, § 1; Paulo VI, Carta ap. Ad pascendum, I, a: l.c., 538.

(36) Cf. ibidem, cânn. 265-266.

(37) Cf. ibidem, cânn. 1034, § 1; 1016; 1019; Const. ap. Spirituali militum curae, VI, §§ 3-4; C.I.C., cân. 295, § 1.

(38) Cf. ibidem, cânn. 267-268, 1.

(39) Cf. ibidem, cân. 271.

(40) Cf. Paulo VI, Carta ap. Sacrum diaconatus ordinem, VI, 30: l.c., 703.

(41) Cf. C.I.C., cân. 678, §§ 1-3; 715; 738; cf. também Paulo VI, Carta ap. Sacrum diaconatus ordinem, VII, 33-35: l.c., 704.

(42) Cf. Secretaria de Estado, Carta ao Cardeal Prefeito da Sagrada Congregação para os Sacramentos e o Culto Divino, Prot.

N. 122.735, de 3 de Janeiro de 1984.

(43) Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Decr. Christus Dominus, n. 15; Paulo VI, Carta ap. Sacrum diaconatus ordinem, 23: l.c., 702.

(44) Pontificale Romanum – De Ordinatione Episcopi, presbyterorum et diaconorum, n. 201, Editio typica altera, Typis Poliglottis Vaticanis 1990, p. 110; cf. também C.I.C., cân. 273.

(45) « … O que fosse dominado por uma mentalidade de contestação, ou de oposição à autoridade, não poderia exercer adequadamente as funções diaconais. O diaconado não pode ser conferido senão aos que crêem no valor da missão pastoral do bispo e do presbítero e à assistência do Espírito Santo que os guia na sua actividade e nas suas decisões. Em especial é necessário repetir que o diácono deve “professar ao bispo reverência e obediência”… O serviço do diácono dirige-se portanto à própria comunidade cristã e a toda a Igreja, à qual não pode deixar de ter uma grande ligação, em virtude da sua missão e da sua instituição divina » (João Paulo II, Catequese na Audiência geral [20 de Outubro de 1993], n. 2: Insegnamenti XVI, 2 [1993], p. 1055).

(46) C.I.C., cân. 174, § 2.

(47) « …entre as obrigações dos diáconos está a de ?promover e sustentar as actividades apostólicas dos leigos’. Enquanto presente e inserido mais que o sacerdote nos âmbitos e nas estruturas seculares, ele deve sentir-se encorajado a favorecer a relação entre o ministério ordenado e as actividades dos leigos no serviço comum do Reino de Deus » (João Paulo II, Catequese na Audiência geral [13 de Outubro de 1993], n. 5: Insegnamenti XVI, 2 [1993], pp. 1002-1003); cf. C.I.C., cân. 275.

(48) Cf. C.I.C., cân. 282.

(49) Cf. ibidem, cân. 288, com referência ao cân. 284.

(50) Cf. ibidem, cân. 284: Congregação para o Clero, Directório do ministério e vida dos presbíteros Tota Ecclesia (31 de Janeiro de 1994), n. 66, Libreria Editrice Vaticana 1994, pp. 67-68; Conselho Pontifício para a Interpretação dos Textos Legislativos, Esclarecimento sobre o valor vinculante do art. 66 (22 de Outubro de 1994): Revista « Sacrum Ministerium », 2 (1995), p. 263.

(51) Cf. C.I.C., cân. 669.

(52) Cf. ibidem, cân. 278, §§ 1-2, explicitando o cân. 215.

(53) Cf. ibidem, cân. 278, § 2 e cân. 1374; e também Conferência Episcopal Alemã, Declaração « Igreja católica e maçonaria » (28 de Fevereiro de 1980).

(54) Cf. Congregação para o Clero, Declaração Quidam Episcopi (8 de Março de 1982), IV: AAS 74 (1982), pp. 642-645.

(55) Cf. C.I.C., cân. 299, 3; cân. 304.

(56) Cf. ibidem, cân. 305.

(57) Cf. João Paulo II, Alocução aos Bispos do Zaire em Visita « ad limina » (30 de Abril de 1983), n. 4: Insegnamenti, VI, 1 (1983), pp. 1112-1113; Alocução aos Diáconos permanentes (16 de Março de 1985): Insegnamenti, VIII, 1 (1985), pp. 648-650; cf. também Alocução para a ordenação de oito novos Bispos em Kinshasa (4 de Maio de 1980), 3-5: Insegnamenti, III, 1 (1980), pp. 1111-1114; Catequese na Audiência geral (6 de Outubro de 1993): Insegnamenti, XVI, 2 (1993), pp. 951-955.

(58) Conc. Ecum. Vat. II, Const. dogm. Lumen gentium, 33; cf. também C.I.C., cân. 225.

(59) Cf. C.I.C., cân. 288, com referência ao cân. 285, §§ 3-4.

(60) Cf. ibidem, cân. 288, em referência ao cân. 286.

(61) Cf. ibidem, cân. 222, § 2 e também cân. 225, § 2.

(62) Cf. ibidem, cân. 672.

(63) Ibidem, cân. 287, § 1.

(64) Ibidem, cân. 287, § 2.

(65) Ibidem, cân. 288.

(66) Cf. ibidem, cân. 283.

(67) Cf. Paulo VI, Carta ap. Sacrum diaconatus ordinem, 21: l.c., 701.

(68) Cf. C.I.C., cân. 281.

(69) « Aos clérigos, enquanto se dedicam ao ministério eclesiástico, compete uma remuneração adequada à sua condição, tendo em conta quer a natureza do ofício, quer as circunstâncias de lugar e de tempo, para com ela prover às necessidades da sua vida e à justa retribuição de quem está ao seu serviço » (C.I.C., cân. 281, § 1).

(70) « Devem também usufruir da previdência social para poder prover às suas necessidades em caso de doença, de invalidez ou de velhice » (C.I.C., cân. 281, § 2).

(71) C.I.C., cân. 281, § 3. No direito canónico, ao contrário do direito civil, o termo remuneração pretende indicar, mais que o estipêndio em sentido técnico, a compensação apta a consentir uma honesta e côngrua sustentação do ministro, quando tal compensação é devida por justiça.

(72) Ibidem, cân. 1274, § 1.

(73) Ibidem, cân. 1274, § 2.

(74) Cf. ibidem, cân. 281, § 1.

(75) Cf. ibidem, cân. 281, § 3.

(76) Cf. ibidem, cân. 281, § 3.

(77) Cf. ibidem, cânn. 290-293.

(78) Conc. Ecum. Vat. II, Const. dogm. Lumen gentium, 29.

(79) João Paulo II, Alocução aos Diáconos permanentes (16 de Março de 1983), n. 2: Insegnamenti, VIII, 1 (1985), p. 649; cf. Conc. Ecum. Vat. II, Const. dogm. Lumen gentium, 29; C.I.C., cân. 1008.

(80) Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos, Directório para a aplicação dos Princípios e Normas sobre o Ecumenismo (25 de Março de 1993), 71: AAS 85 (1993), p. 1069; cf. Congregação para a Doutrina da Fé, Carta Communionis notio (28 de Maio de 1992): AAS 85 (1993), pp. 838 ss.

(81) Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos, Directório para a aplicação dos Princípios e Normas sobre o Ecumenismo (25 de Março de 1993), 70: l.c., 1068.

(82) Pontificale Romanum – De ordinatione Episcopi, Presbyterorum et Diaconorum, n. 210: ed. cit., p. 125: « Accipe Evangelium Christi, cuius praeco effectus es: et vide, ut quod legeris credas, quod credideris doceas, quod docueris imiteris ».

(83) Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Const. dogm. Lumen gentium, 29. « Compete também aos diáconos servir o Povo de Deus no ministério da Palavra, em comunhão com o bispo e o seu presbitério » (C.I.C., cân. 757); « Na pregação, os diáconos participam no ministério dos sacerdotes » (João Paulo II, Alocução aos sacerdotes, diáconos, religiosos e seminaristas na basílica do Oratório de São José – Montreal, Canadá (11 de Setembro de 1984), 9: Insegnamenti, VII, 2 (1984), p. 436.

(84) Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Decr. Presbyterorum Ordinis, 4.

(85) Cf. ibidem, Const. dogm. Dei Verbum, 25; Congregação para a Educação Católica, Carta circ. Come è a conoscenza; C.I.C., cân. 760.

(86) Cf. ibidem, Const. dogm. Lumen gentium, 25a; Const. dogm. Dei Verbum, 10a.

(87) Cf. C.I.C., cân. 753.

(88) Ibidem, cân. 760.

(89) Cf. ibidem, cân. 769.

(90) Cf. Institutio Generalis Missalis Romani, n. 61; Missale Romanum, Ordo lectionis Missae praenotanda, n. 8, 24 e 50: ed. typica altera, 1981.

(91) Cf. C.I.C., cân. 764.

(92) Cf. Congregação para o Clero, Directório do ministério e vida dos presbíteros Tota Ecclesia (31 de Janeiro de 1994), nn. 45-47: l.c., 43-48.

(93) Cf. Instituto Generalis Missalis Romani, nn. 42, 61; cf. Congregazão para o Clero, Conselho Pontifício para os Leigos, Congregação para a Doutrina da Fé, Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, Congregação para os Bispos, Congregação para a Evangelização dos Povos, Congregação para os Institutos de vida consagrada e as Sociedades de vida apostólica, Conselho Pontifício para a Interpretação dos Textos Legislativos, Instrução acerca de algumas questões sobre a colaboração dos fiéis leigos no sagrado ministério dos Sacerdotes Ecclesiae de mysterio (15 de Agosto de 1997), art. 3.

(94) Conc. Ecum. Vat. II, Const. Sacrosanctum Concilium, 35; cf. 52; C.I.C., cân. 767, § 1.

(95) Cf. C.I.C., cân. 779. Cf. Congregação para o clero, Directório Geral para a Catequese, 15 Agosto de 1997, n. 216.

(96) Paulo VI, Exort. ap. Evangelii nuntiandi (8 de Dezembro de 1975): AAS 68 (1976), pp. 5-76.

(97) Cf. C.I.C., cân. 804-805.

(98) Cf. ibidem, cân. 810.

(99) Cf. ibidem, cân. 761.

(100) Cf. ibidem, cân. 822.

(101) Cf. ibidem, cân. 823, § 1.

(102) Ibidem, cân. 831, §§ 1-2.

(103) Conc. Ecum. Vat. II, Decr. Ad gentes, 2a.

(104) Cf. C.I.C., cânn. 784, 786.

(105) Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Decr. Ad gentes, 16; Pontificale Romanum ? De ordinatione Episcopi, presbyterorum et diaconorum, n. 207: ed. cit., p. 122 (Prex Ordinationis).

(106) Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Const. dogm. Lumen gentium, 29.

(107) Ibidem, Const. Sacrosanctum Concilium, 10.

(108) Ibidem, 7d.

(109) Cf. ibidem, 22, 3; C.I.C., cânn. 841, 846.

(110) Cf. C.I.C., cân. 840.

(111) « Os diáconos participam na celebração do culto divino, segundo a norma das disposições do direito » (C.I.C., cân. 835, § 3).

(112) Catecismo da Igreja Católica, n. 1570; cf. Caeremoniale Episcoporum, nn. 23-26.

(113) Conc. Ecum. Vat. II, Const. Sacrosanctum Concilium, 26-27.

(114) Cf. C.I.C., cân. 846, § 1.

(115) Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Const. Sacrosanctum Concilium, 28.

(116) Cf. C.I.C., cân. 929.

(117) Cf. Institutio Generalis Missalis Romani, nn. 81b, 300, 302; Institutio generalis Liturgiae Horarum, n. 255; Pontificale Romanum – Ordo dedicationis ecclesiae et altaris, nn. 23, 24, 28, 29, Editio typica, Typis Polyglottis Vaticanis 1977, pp. 29 e 90; Rituale Romanum – De Benedictionibus, n. 36, Editio typica, Typis Poliglottis Vaticanis 1985, p. 18; Ordo coronandi imaginem beatae Mariae Virginis, n. 12, Editio typica, Typis Poliglottis Vaticanis 1981, p. 10; Congregação para o Culto Divino, Directório para as celebrações na ausência de presbítero Christi Ecclesia, n. 38: Notitiae 24 (1988), pp. 388-389; Pontificale Romanum – De Ordinatione Episcopi, presbyterorum et diaconorum, nn. 188 (« Immediate post Precem Ordinationis, Ordinati stola diaconali et dalmatica induuntur, quo eorum ministerium adhinc in liturgia peragendum manifestetur ») e 190: ed. cit., pp. 102-103; Caeremoniale Episcoporum, n. 67, Editio Typica, Libreria Editrice Vaticana 1995, pp. 28-29.

(118) C.I.C., cân. 861, § 1.

(119) Cf. ibidem, cân. 530, n. 1o.

(120) Cf. ibidem, cân. 862.

(121) Cf. Paulo VI, Carta ap. Sacrum diaconatus ordinem, V, 22: l.c., 701.

(122) Cf. Instituto Generalis Missalis Romani, nn. 61, 127-141.

(123) Cf. C.I.C., cân. 930, § 2.

(124) Cf. ibidem, cân. 907; Congregação para o Clero, etc., Instrução Ecclesiae de mysterio (15 de Agosto 1997), art. 6.

(125) Cf. Paulo VI, Carta ap. Sacrum diaconatus ordinem, V, 22, 6: l.c., 702.

(126) Cf. C.I.C., cân. 910, § 1.

(127) Cf. ibidem, cân. 911, § 2.

(128) Cf. ibidem, cân. 943 e também Paulo VI, Carta ap. Sacrum diaconatus ordinem, V, 22, 3: l.c., 702.

(129) Cf. Congregação para o Culto Divino, Directório para as celebrações na ausência do presbítero Christi Ecclesia, n. 38: l.c., 388-389; Congregação para o Clero, etc., Instrução Ecclesiae de mysterio (15 de Agosto de 1997), art. 7.

(130) Cf. João Paulo II, Exort. Apost. pós-sinodal Familiaris consortio, (22 de Novembro de 1981), 73: AAS 74 (1982), pp. 170-171.

(131) Cf. C.I.C., cân. 1063.

(132) Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Const. dogm. Lumen gentium, 29; C.I.C., cân. 1108, §§ 1-2; Ordo celebrandi matrimonium, ed. typica altera 1991, 24.

(133) Cf. C.I.C., cân. 1111, §§ 1-2.

(134) Cf. ibidem, cân. 137, §§ 3-4.

(135) Cf. Conc. Ecum. de Florença, Bula Exultate Deo (DS 1325); Conc. Ecum. de Trento, Doctrina de sacramento extremae unctionis, cap. 3 (DS 1697) e cân. 4 de extrema unctione (DS 1719).

(136) Cf. Paulo VI, Carta ap. Sacrum diaconatus ordinem, II, 10: l.c., 699; Congregação para o Clero, etc., InstruçãoEcclesiae de mysterio (15 de Agosto de 1997), art. 9.

(137) Cf. C.I.C., cân. 276, § 2, n. 3o.

(138) Cf. Institutio Generalis Liturgiae Horarum, nn. 20; 255-256.

(139) Conc. Ecum. Vat. II, Const. Sacrosanctum Concilium, 60; Cf. C.I.C., cân. 1166 e cân. 1168; Catecismo da Igreja Católica, n. 1667.

(140) Cf. C.I.C., cân. 1169, § 3.

(141) Cf. Paulo VI, Carta ap. Sacrum diaconatus ordinem, V, 22, 5: l.c., 702, e também Ordo exsequiarum, 19; Congregação para o Clero, etc., Instrução Ecclesiae de mysterio (15 de Agosto de 1997), art. 12.

(142) Cf. Rituale Romanum – De Benedictionibus, n. 18c: ed. cit., p. 14.

(143) Cf. C.I.C., cân. 129, § 1.

(144) S. Policarpo, Epist. ad Philippenses, 5, 2: SC 10 bis, p. 182; citado em Lumen gentium, 29a.

(145) Cf. Paulo VI, Carta ap. Sacrum diaconatus ordinem, l.c., 698.

(146) Conc. Ecum. Vat. II, Const. dogm. Lumen gentium, 29.

(147) Pontificale Romanum – De ordinatio Episcopi, presbyterorum et diaconorum, n. 207: ed. cit., p. 122 (Prex Ordinationis).

(148) Cf. Hipólito, Traditio Apostolica, 8, 24: S. Ch. 11 bis, pp. 58-63; 98-99; Didascalia Apostolorum (Siriaca), capp. III, XI: A. Vööbus (ed.), The « Didascalia Apostolorum » in Syriae (texto original em siríaco e tradução inglesa), CSCO, vol. I, n. 402 (tomo 176), pp. 29-30; vol. II, n. 408 (tomo 180), pp. 120-129; Didascalia Apostolorum, III, 13 (19), 1-7: F. X. Funk (ed.), Didascalia et Constitutiones Apostolorum, Paderbornae 1906, I, pp. 212-216; Conc. Ecum. Vat. II, Decr. Christus Dominus, 13.

(149) Conc. Ecum. Vat. II, Const. past. Gaudium et spes, 40-45.

(150) Paulo VI, Carta ap. Sacrum diaconatus ordinem, V, 22, 9: l.c., 702; Cf. João Paulo II, Catequese na Audiência geral (13 de Outubro de 1993), n. 5: Insegnamenti XVI, 2 (1993), pp. 1000-1004.

(151) Cf. C.I.C., cân. 494.

(152) Cf. ibidem, cân. 493.

(153) Cf. João Paulo II, Alocução aos diáconos permanentes dos Estados Unidos, Detroit (19 de Setembro de 1987), n. 3: Insegnamenti X, 3 (1987), p. 656.

(154) Cf. C.I.C., cân. 157.

(155) Conc. Ecum. Vat. II, Const. dogm. Lumen gentium, 27a.

(156) Cf. C.I.C., cân. 519.

(157) Cf. ibidem, cân. 517, § 1.

(158) Cf. ibidem, cân. 517, § 2.

(159) Cf. Paulo VI, Carta ap. Sacrum diaconatus ordinem, V, 22, 10: l.c., 702.

(160) Cf. C.I.C., cân. 1248, § 2; Congregação para o Culto Divino, Directório para as celebrações na ausência dos presbíteros Christi Ecclesia, n. 29: l.c., 386.

(161) João Paulo II, Catequese na Audiência geral (13 de Outubro de 1993), n. 4: Insegnamenti XVI, 2 (1993), p. 1002.

(162) Cf. Paulo VI, Carta ap. Sacrum diaconatus ordinem, V, 24: l.c., 702; C.I.C., cân. 536.

(163) Cf. Paulo VI, Carta ap. Sacrum diaconatus ordinem, V, 24: l.c., 702; C.I.C., cân. 512, § 1.

(164) Cf. C.I.C., cân. 463, § 2.

(165) Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Const. dogm. Lumen gentium, 28;

Decr. Christus Dominus, 27; Decr. Presbyterorum Ordinis, 7; C.I.C., cân. 495, § 1.

(166) Cf. C.I.C., cân. 482.

(167) Cf. C.I.C., cân. 1421, § 1.

(168) Cf. ibidem, can 1424.

(169) Cf. ibidem, cân. 1428, § 2.

(170) Cf. ibidem, cân. 1435.

(171) Cf. ibidem, cân. 483, § 1.

(172) Cf. ibidem, cân. 1420, § 4; cân. 553, § 1.

(173) Conc. Ecum. Vat. II, Const. Sacrosanctum Concilium, 2.

(174) Ibidem, Const. dogm. Lumen gentium, 5.

(175) Ibidem, Const. past. Gaudium et spes, 2b.

(176) Ibidem, Const. past. Gaudium et spes, 4a.

(177) Ibidem, Const. dogm. Lumen gentium, 40.

(178) Ibidem, Decr. Presbyterorum ordinis, 12a.

(179) Ibidem, Decr. Ad gentes, 16.

(180) João Paulo II, Catequese na Audiência geral (20 de Outubro de 1993): Insegnamenti XVI, 2 (1993), p. 1053.

(181) « Todos os fiéis, segundo a sua condição, devem esforçar-se por levar uma vida santa e promover o incremento da Igreja e a sua contínua santificação » (C.I.C., cân. 210).

(182) Eles, « servindo nos mistérios de Cristo e da Igreja, devem conservar-se puros de todo o vício, agradar a Deus, praticar toda a espécie de boas obras diante dos homens (cf. 1 Tim 3, 8-18 e

12-13) » (Conc. Ecum. Vat. II, Const. dogm. Lumen gentium, 41). Cf. também Paulo VI, Carta ap. Sacrum diaconatus ordinem, VI, 25: l.c., 702.

(183) « Os clérigos estão obrigados, por motivo peculiar, a tender à santidade na sua vida, uma vez que, consagrados a Deus por novo título na recepção da ordem, são os dispensadores dos mistérios de Deus, para o serviço do Seu povo » (C.I.C., cân. 276, § 1).

(184) João Paulo II, Catequese na Audiência geral (20 de Outubro de 1993), n. 2: Insegnamenti XVI, 2 (1993), p. 1054.

(185) Ibidem, n. 1: Insegnamenti XVI, 2 (1993), p. 1054.

(186) Conc. Ecum. Vat. II, Decr. Apostolicam Actuositatem, 4, 8; Const. past. Gaudium et Spes, 27, 93.

(187) João Paulo II, Alocução (16 de Março de 1985), n. 2: Insegnamenti VIII, 1 (1985), p. 649; Exort. ap. pós-sinodal Pastores dabo vobis, 3, 21: l.c., 688.

(188) Cf. João Paulo II, Exort. ap. pós-sinodal Pastores dabo vobis 16: l.c., 681.

(189) João Paulo II, Catequese na Audiência geral (20 de Outubro de 1993), n. 2: Insegnamenti XVI, 2 (1993), p. 1055.

(190) Cf. Paulo VI, Carta ap. Sacrum diaconatus ordinem, V, 23: l.c., 702.

(191) Cf. João Paulo II, Carta Enc. Redemptor hominis (4 de Março de 1979), nn. 13-17: AAS 71 (1979), pp. 282-300.

(192) Paulo VI, Carta ap. Sacrum diaconatus ordinem, II, 8: l.c., 700.

(193) João Paulo II, Catequese na Audiência geral (20 de Outubro de 1993), n. 2: Insegnamenti XVI, 2 (1993), p. 1054.

(194) Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Decr. Presbyterorum Ordinis, nn. 14 e 15; C.I.C., cân. 276, § 2, n. 1o.

(195) Conc. Ecum. Vat. II, Decr. Presbyterorum Ordinis, 12.

(196) Pontificale Romanum – De ordinatio Episcopi, presbyterorum et diaconorum, n. 210: ed. cit., p. 125.

(197) Santo Agostinho, Serm. 179, 1: PL 38, 966.

(198) Conc. Ecum. Vat. II, Const. dogm. Dei Verbum, 25; cf. Paulo VI, Carta ap. Sacrum diaconatus ordinem, VI, 26, 1: l.c., 703; C.I.C., cân. 276, § 2, n. 2o.

(199) Cf. Ibidem, Const. dogm. Lumen gentium, 25a.

(200) Cf. C.I.C., cân. 833; Congregação para a Doutrina da Fé, Professio fidei et iusiurandum fidelitatis in suscipiendo officio nomine Ecclesiae exercendo: AAS 81 (1989), pp. 104-106 e 1169.

(201) Conc. Ecum. Vat. II, Const. dogm. Dei Verbum, 21.

(202) Cf. ibidem, Const. Sacrosanctum Concilium, 7.

(203) Cf. ibidem, Const. Sacrosanctum Concilium, 7.

(204) Ibidem, Const. Sacrosanctum Concilium, 59a.

(205) Cf. C.I.C., cân. 276, § 2, n. 2o; Paulo VI, Carta ap. Sacrum diaconatus ordinem, VI, 26, 2: l.c., 703.

(206) Cf. Paulo VI, Carta ap. Sacrum diaconatus ordinem, VI, 26, 2: l.c., 703.

(207) Conc. Ecum. Vat. II, Decr. Presbyterorum Ordinis, 5b.

(208) Cf. C.I.C., cân. 276, § 2, 5o; cf. Paulo VI, Carta ap. Sacrum diaconatus ordinem, VI, 26, 3: l.c., 703.

(209) Cf. C.I.C., cân. 276, § 2, 3o.

(210) Cf. ibidem, cân. 276, § 2, 4o.

(211) Cf. ibidem, cân. 276, § 2, 5o.

(212) Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Const. dogm. Lumen gentium, 23a.

(213) Ibidem, Decr. Christus Dominus, 11; C.I.C., cân. 369.

(214) Cf. C.I.C., cân. 276, § 2, 5o; cf. Paulo VI, Carta ap. Sacrum diaconatus ordinem, VI, 26, 4: l.c., 703.

(215) João Paulo II, Exort. ap. pós-sinodal Pastores dabo vobis, 36, na qual Sua Santidade cita a Propositio 5 dos Padres Sinodais: l.c., 718.

(216) Cf. João Paulo II, Alocução à Cúria Romana (22 de Dezembro de 1987): AAS 80 (1988), pp. 1025-1034; Carta ap. Mulieris dignitatem, 27: AAS 80 (1988), p. 1718.

(217) Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Const. dogm. Lumen gentium, 29b.

(218) « His rationibus in mysteriis Christi Eiusque missione fundatis, coelibatus… omnibus ad Ordinem sacrum promovendis lege impositum est »: Conc. Ecum. Vat. II, Decr. Presbyterorum Ordinis, 16; C.I.C., cân. 247, § 1; cân. 277, § 1; cân. 1037.

(219) Cf. C.I.C., cân. 277, § 1; Conc. Ecum. Vat. II, Decr. Optatam totius, 10.

(220) João Paulo II, Carta aos Sacerdotes na Quinta-Feira Santa Novo incipiente (8 de Abril de 1979), 8: AAS 71 (1979), p. 408.

(221) Cf. C.I.C., cân. 277, § 2.

(222) João Paulo II, Alocução aos diáconos permanentes nos Estados Unidos, Detroit (19 de Setembro de 1987), n. 5: Insegnamenti X, 3 (1987), p. 658.

(223) Cf. C.I.C., cân. 1031, § 2.

(224) João Paulo II, Alocução aos diáconos permanentes nos Estados Unidos, Detroit (19 de Setembro de 1987), n. 5: Insegnamenti X, 3 (1987), pp. 658-659.

(225) Cf. C.I.C., cân. 277, § 1.

(226) Cf. Paulo VI, Carta ap. Sacrum diaconatus ordinem, III, 16: l.c., 701; Carta ap. Ad pascendum, VI: l.c., 539; C.I.C., cân. 1087. Eventuais excepções são reguladas pela Carta Circular da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, aos Ordinários Diocesanos e aos Superiores Gerais dos Institutos de vida consagrada e das Sociedades de vida apostólica,

N. 26397, de 6 de Junho de 1997, n. 8.

(227) João Paulo II, Exort. ap. pós-sinodal Pastores dabo vobis, n. 42.

(228) João Paulo II, Catequese na Audiência geral (20 de Outubro de 1993), n. 4: Insegnamenti XVI, 2 (1993), p. 1056.

(229) Cf. Paulo VI, Carta ap. Sacrum diaconatus ordinem, II, 8-10; III, 14-15: l.c., 699-701; Carta ap. Ad pascendum, VII: l.c., 540; C.I.C., cân. 236; 1027; 1032, 3.

(230) Cf. João Paulo II, Exort. ap. pós-sinodal Pastores dabo vobis, 70: l.c., 780.

(231) Ibidem, 70: l.c., 779.

(232) Ibidem, 76; 79: l.c., 793; 796.

(233) Cf. Conc. Ecum. Vat. II, Decr. Christus Dominus, 15; João Paulo II, Exort. ap. pós-sinodal Pastores dabo vobis, 79: l.c., 797.

(234) Congregação para o Clero, Directório do ministério e vida dos presbíteros Tota Ecclesia (31 de Janeiro de 1994), n. 71: ed. cit., p. 73.

(235) Cf. João Paulo II, Exort. ap. pós-sinodal Pastores dabo vobis, 78: l.c., 795.

(236) Congregação para o Clero, Directório do ministério e vida dos presbíteros Tota Ecclesia (31 de Janeiro de 1994), n. 71: ed. cit., p. 73.

(237) Cf. João Paulo II, Exort. ap. pós-sinodal Pastores dabo vobis, 71: l.c., 783; Congregação para o Clero, Directório do ministério e da vida dos presbíteros Tota Ecclesia, n. 74: ed. cit., p. 75.

(238) Cf. Santo Inácio de Antioquia: « É preciso que os diáconos, que são ministros dos mistérios de Jesus Cristo, sejam aceitos por todos. Com efeito, não são diáconos de alimentos e bebidas, mas ministros da Igreja de Deus » (Epist. ad Trallianos, 2, 3: F. X. Funk, o.c., I, pp. 244-245).

(239) Cf. João Paulo II, Exort. ap. pós-sinodal Pastores dabo vobis, 72: l.c., 783; Congregação para o Clero, Directório do ministério e da vida dos presbíteros Tota Ecclesia, n. 75: ed. cit., pp. 75-76.

(240) João Paulo II, Exort. ap. pós-sinodal Pastores dabo vobis, 72: l.c., 785.

(241) Cf. Paulo VI, Carta ap. Sacrum diaconatus ordinem, VI, 28: l.c., 703; C.I.C., cân. 276, § 4.

(242) Cf. C.I.C., cân. 279.

(243) João Paulo II, Exort. ap. pós-sinodal Pastores dabo vobis, 72: l.c., 783.

(244) Cf. C.I.C., cân. 1029.

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