CONCLUSÃO

O Senhor da messe, que chama e convida os trabalhadores que devem trabalhar no seu campo (cf Mt 9, 38), prometeu com fidelidade eterna: « dar-vos-ei pastores segundo o meu coração » (Jer 3, 15 ). Nesta fidelidade divina, sempre viva e activa na Igreja, (264) repousa a esperança de receber abundantes e santas vocações sacerdotais, aliás já constatáveis em muitos Países, bem como a certeza de que o Senhor não faltará à Igreja com a luz necessária para afrontar a aventura apaixonante de lançar as redes ao largo.

Ao dom de Deus a Igreja responde com a acção de graças, a fidelidade, a docilidade ao Espírito, a oração humilde e perseverante.

Para realizar a sua missão apostólica, cada sacerdote deve trazer esculpidas no seu coração as palavras do Senhor: « Pai, eu glorifiquei-te na terra, tendo cumprido a obra que tu me destes para fazer, dar a vida eterna aos homens » (Jo 17, 2-4). Por isso, ele gastará a própria vida pelos irmãos vivendo como sinal de caridade sobrenatural, na obediência, na castidade celibatária, na simplicidade de vida e no respeito da disciplina de comunhão da Igreja.

Na sua obra evangelizadora, o presbítero transcende a ordem natural para fixar-se «nas coisas que dizem respeito a Deus » (Heb 5, 1). Com efeito, ele é chamado a elevar o homem gerando-o para a vida divina e fazendo-o crescer nela até à plenitude de Cristo. É por isso que um autêntico sacerdote, motivado na sua fidelidade a Cristo e à Igreja, constitui de facto uma força incomparável de verdadeiro progresso para todo o mundo.

« A nova evangelização tem necessidade de novos evangelizadores e estes são os sacerdotes que se empenham a viver o seu sacerdócio como caminho específico para a santidade ».(265) As obras de Deus são cumpridas pelos homens de Deus!

Como Cristo, o sacerdote deve apresentar-se ao mundo como modelo de vida sobrenatural: « dei-vos o exemplo para que como eu fiz vós façais também » (Jo 13, 15).

O testemunho dado com a vida qualifica o presbítero e constitui a sua pregação mais convincente. A mesma disciplina eclesiástica, vivida com autênticas motivações interiores, revela-se como um cuidadoso serviço para viver a própria identidade, para fomentar a caridade e para fazer brilhar o testemunho sem o qual toda a preparação cultural ou rigorosa programação seriam só ilusão. A nada serve o « fazer » se falta o « ser com Cristo ».

Aqui reside o horizonte da identidade, da vida, do ministério, da formação permanente do sacerdote. Uma tarefa de trabalho imenso, aberto, corajoso, iluminado pela fé, sustentado pela esperança, enraizado na caridade.

Nesta obra tão necessária quanto urgente, ninguém está só. É necessário que os presbíteros sejam ajudados por uma exemplar, autorizada e vigorosa acção pastoral dos seus Bispos, em clara comunhão com a Sé Apostólica, bem como pela fraterna colaboração do conjunto do presbitério e de todo Povo de Deus.

A Maria, Mãe da Confiança, se confie todo o sacerdote. Nela, que « foi o modelo daquele amor materno, do qual devem ser animados todos os que na missão apostólica da Igreja cooperam para a regeneração dos homens »,(266) os sacerdotes encontrarão constante protecção e ajuda para a renovação da sua vida e para fazer brotar do seu sacerdócio um mais intenso e renovado impulso evangelizador, no limiar do terceiro milénio da Redenção.

Sua Santidade o Papa João Paulo II, dia 31 de Janeiro de 1994 aprovou o presente Directório e autorizou a sua publicação.

JOSÉ T. Card. SANCHEZ

Prefeito

+ CRESCENZIO SEPE

Arc. tit. de Grado

Secretário


ORAÇÃO A MARIA SANTÍSSIMA

Maria,

Mãe de Jesus Cristo e Mãe dos sacerdotes,

recebei este preito que nós Vos tributamos

para celebrar a vossa maternidade

e contemplar junto de Vós o Sacerdócio

do vosso Filho e dos vossos filhos,

ò Santa Mãe de Deus.

Mãe de Cristo,

ao Messias sacerdote destes o corpo de carne,

para a unção do Espírito Santo

a salvação dos pobres e contritos de coração:

Guardai no vosso Coração

e na Igreja os sacerdotes,

ò Mãe do Salvador.

Mãe da fé,

acompanhastes ao templo o Filho do Homem,

cumprimento das promessas feitas aos nossos Pais:

Entregai ao Pai para a sua glória

os sacerdotes do vosso Filho,

ò Arca da Aliança.

Mãe da Igreja,

entre os discípulos no Cenáculo, suplicastes o Espírito

para o Povo novo e os seus Pastores:

Alcançai para a ordem dos

a plenitude dos dons,

ò Rainha dos Apóstolos.

Mãe de Jesus Cristo,

estivestes com Ele nos inícios

da sua vida e da sua missão,

Mestre o procurastes entre a multidão,

assististe-Lo levantado da terra,

consumado para o sacrifício único eterno,

e tivestes perto João, vosso filho:

Acolhei desde o princípio os chamados,

protegei o seu crescimento,

acompanhai na vida e no ministério

os vossos filhos,

ò Mãe dos Sacerdotes

Amen! (267)


NOTAS

(1) Cf CONC. ECUM. VAT.II, Constituição dogmática sobre a Igreja Lumen gentium, 28; Decreto sobre a formação sacerdotal Optatam totius, 22; Decreto sobre o munus pastoral dos Bispos Christus Drominus 16; Decreto sobre o ministério e a vida dos presbíteros Presbyterorum Ordinis; PAULO VI, Carta Enc. Sacerdotalis caelibatus (24 de Junho de 1967): AAS 59 (1967), 657-697; S. CONGREGAÇÃO DO CLERO, Carta circular Inter ea (4 de Novembro de 1969): AAS 62 (1970), 123-134; SêNODO DOS BISPOS, Documento sobre o sacerdócio ministerial Ultimis temporibus (30 de Novembro de 1971): AAS 63 (1971), 898-922; C.I.C. cann. 273-289; 232-264; 1008-1054; CONGREGAÇÃO DA EDUCAÇÃO CATÓLICA, Ratio fundamentalis Institutionis Sacerdotalis ( 19 de Março de 1985), 101; JOÃO PAULO II, Cartas aos Sacerdotes por ocasião da Quinta -Feira Santa; Catequeses sobre os presbíteros nas Audiências de 31 de Março a 22 de Setembro de 1993.

(2) JOÃO PAULO II, Exort. ap. post-sinodal Pastores dabo vobis (25 Março de 1992): AAS 84 (1992), 657-804.

(3) Ibid.,18: l.c., 685.

(4) CONC. ECUM. VAT. II, Decr. Presbyterorum Ordinis, 2.

(5) CONC. ECUM. VAT. II, Const. dogm. Lumen gentium, 1.

(6) JOÃO PAULO II, Exort. Apost. post-sinodal Pastores dabo vobis, 11: l.c. 675.

(7) Ibid. 15: l.c. 680.

(8) Cf ibid. 21: l.c. 688; cf CONC.. ECUM. VAT II, Decr. Presbyterorum Ordinis 2; 12.

(9) Cf ibid. 12c: l.c. 676.

(10) Ibid. 18: l.c. 685-686. Mensagem dos Padres sinodais ao povo de Deus (28 de Outubro de 1990), III: « L’Osservatore Romano », 29-30 Outubro 1990.

(11) JOÃO PAULO II, Exort. ap. post-sinodal Pastores dabo vobis, 16: l.c., 682.

(12) Cf ibid 12: l.c. 675-677.

(13) Cf CONC ECUM. TRIDENT. Sessio XXIII, De sacramento Ordinis:DS, 1763-1778;JOÃO PAULO II, Exort. ap. post-sinodal Pastores dabo vobis, 11-18: l.c. 673-686; Catequese da Audiência geral de 31 de Março de 1993:« L’Osservatore Romano », 1 de Abril de 1993.

(14) Cf CONC. ECUM. VAT.II, Const. dogm. Lumen gentium, 18-31;Decr. Presbyterorum Ordinis 2; C.I.C. can 1008.

(15) Cf CONC. ECUM. VAT.II, Const. dogm. Lumen Gentium 10Decr. Presbyterorum Ordinis 2.;

(16) Cf CONC. ECUM. VAT.II, Decr. Apostolicam actuositatem, 3; JOÃO PAULO II, Exort. ap. post-sinodal Christifideles laici (30 de Dezembro de 1988), 14: AAS 81(1989), 409-413.

(17) Cf JOÃO PAULO II, Exort. ap. post-sinodal Pastores dabo vobis, 13-14:1.c. 677-679; Catequese da Audiência Geral de 31 de Março de 1993:« L’Osservatore Romano », 1 de Abril de 1993.

(18) Cf JOÃO PAULO II, Exort. ap. post-sinodal Pastores dabo vobis 18: l.c.. 684-686.

(19) Cf ibid. 15: l.c. 679-681

(20) Cf CONC. ECUM. VAT.II, Const. dogm. Dei Verbum, 10, Decr. Presbyterorum Ordinis,4.

(21) Cf CONC. ECUM.. VAT.II, Decr. Presbyterorum Ordinis, 5; Catecismo da Igreja Católica, 1120.

(22) Cf CONC. ECUM. VAT.II, Decr. Presbyterorum Ordinis,6..

(23) Cf JOÃO PAULO II, Exort. ap. post-sinodal Pastores dabo vobis ,16: l.c., 681.

(24) Cf Ibid.

(25) Ibid. 3: l.c., 661.

(26) Cf CONC. ECUM. VAT.II ,Const. dogm. Lumen gentium,28; Decr Presbyterorum, 7; Decr. Christus Dominus, 28; Decr. Ad gentes 19; JOÃO PAULO II, Exort. ap. post-sinodal Pastores dabo vobis, 17: l.c. 683.

(27) Cf CONC. ECUM. VAT.II, Const. Dogm. Lumen gentium, 28; Pontificale Romanum, Ordinatio Episcoporum, Presbyterorum et Diaconorum, cap. I., n. 51, Ed. Typica altera, 1990, p. 26.

(28) CONC. ECUM. VAT. II, Const. dogm. Lumen gentium, 28.

(29) Cf JOÃO PAULO II, Exort. ap. post-sinodal Pastores dabo vobis,16: l.c., 681.

(30) Cf CONCREGAÇÃO DA DOUTRINA DA FÉ, Carta sobre a Igreja como comunhão Communionis notio (28 de Maio de 1992), 10: AAS 85 (1993), 844.

(31) Cf JOÃO PAULO II, Carta enc. Redemptoris missio, 23a: AAS 83 (1991), 269.

(32) CONC. ECUM. VAT. II, Decr. Presbyterorum Ordinis, 10; cf JOÃO PAULO II, Exort. ap. post-sinodal Pastores dabo vobis, 32: l.c. 709-710.

(33) CF CONC. ECUM. VAT. II, Const. dogm. Lumen gentium, 28; Decr. Presbyterorum Ordinis, 7

(34) Cf C.I.C., can. 266, 1.

(35) CF CONC.ECUM.VAT. II, Const. dogm. Lumen gentium, 23;26; S. CONGREGAÇÃO DO CLERO, Notas dir. Postquam Apostoli (25 de Março 1980), 5; 14; 23: AAS 72 (1980) 346-347; 353-354; 360-361; TERTULIANO, De praescriptione, 20,5-9: CCL 1, 201-202.

(36) CF CONC.ECUM.VAT.II, Const. dogm. Lumen gentium, 23; Decr. PresbyterorumOrdinis , 10; JOÃO PAULO II, Exort. ap. post-sinodal Pastores dabo vobis, 32: l.c., 709-710; S. CONGREGAÇÃO DO CLERO, Notas directivas PostquamApostoli (25 de Março 1980): AAS 72 (1980), 343-364; CONCREGAÇÃO DA EVANGELIZAÇÃO DOS POVOS, Guia pastoral para os sacerdotes diocesanos das Igrejas dependentes da Congregação da Evangelização dosPovos ( 1 de outubro de 1989),4; C.I.C., can.271.

(37) Cf CONCREGAÇÃO DA EVANGELIZAÇÃO DOS POVOS, Guia Pastoral para os sacerdotes diocesanos das Igrejas dependentes da Congregação da Evangelização dos Povos (1 de Outubro 1989); JOÃO PAULO II, Carta Enc. Redemptoris Missio ( 7 Dezembro 1990), 54; 67: AAS 83 (1991), 301-302; 315-316.

(38) Cf S. AGOSTINHO, In Johannis Evangelium Tractatus, 123, 5: CCL, 36, 678.

(39) JOÃO PAULO II, Exort. ap. post-sinodal Pastores dabo vobis, 21: l.c., 688-690; C.I.C., can. 274.

(40) Cf C.I.C, can. 275, § 2; 529 § 1.

(41) Cf ibid., can. 574, § 1.

(42) CF CONC. ECUM. TRIDENT., Sessio XXIII, De sacrarnento Ordinis, cap. 1 e 4, cann. 3, 4 e 6: DS, 1763-1776; CONC. ECUM. VAT. II, Const. dogm. Lumen gentium, 10; S. CONGREGAÇÃO DA DOUTRINA DA FÉ, Carta aos Bispos da Igreja Católica sobre algumas questões concernentes ao ministro da Eucaristia Sacerdotium ministeriale (6 de Agosto de 1983), 1: AAS 75 (1983), 1001.

(43) Cf CONC. ECUM. VAT. II, Const. dogm. Lumen gentium, 9.

(44) Cf CONC. ECUM. VAT. II, Decr. Presbyterorum Ordini,7

(45) Cf CONGREGAÇÃO EVANGELIZAÇÃO DOS POVOS, Guia pastoral para os sacerdotes diocesanos das Igrejas dependentes da Congregação da Evangelização dos Povos (1 de Outubro de 1989),.(3)

(46) Cf S. CONGREGAÇÃO DA DOUTRINA DA FÉ, Carta aos Bispos da Igreja Católica sobre algumas questões concernentes ao ministro da Eucaristia Sacerdotiumministeriale (6 de Agosto de 1983), II. 3, III.2: AAS 75 (1983), 1001-1009; Catecismo da Igreja Católica, n. 875.

(47) Cf CONC. ECUM. VAT. II, Decr. Presbyterorum ordinis, 11.

(48) Cf JOÃO PAULO II, Discurso ao Episcopado da Suiça (15 de Junho de 1984): Insegnamenti VII/1 (1984), 1784.

(49) Cf JOÃO PAULO II, Discurso aos participantes no Simpósio internacional sobre « O sacerdote hoje »: « L Osservatore Romano », 29 de Maio de 1993; Discurso aos participantes no Symposium internationale « Ius in vita et in missione Ecclesiae » (23 de Abril de 1993): « L’Osservatore Romano », 25 de Abril de 1993.

(50) JOÃO PAULO II, Exort. ap. post-sinodal Pastores dabo vobis, 12: l.c., 676; cf CONC. ECUM. VAT. II, Const. dogm. Lumen gentium, 1.

(51) Cf CONC. ECUM. VAT. II, Const. dogm. Lumen gentiu , 8.

(52) Cf S. AGOSTINHO, Sermo 46, 30: CCL 41, 555-557.

(53) JOÃO PAULO II, Exort. ap. post-sinodal Pastores dabo vobis, 28: l.c., 701-702.

(54) Cf CONC. ECUM. VAT. II, Const . dogm. Lumen gentium 28; Decr.Presbyterorum Ordinis, 7; 15.

(55) Cf C.I.C., cann 331; 333 § 1.

(56) Cf CONC. ECUM. VAT. II, Const. dogm. Lumen gentium, 22, Decr.Christus Dominus, 4; C.I.C., can. 336.

(57) Cf CONGREGAÇÃO DA DOUTRINA DA FÉ, Carta sobre a Igreja como comunhão Communionis notio (28 de Maio de 1992), 14: AAS 85 (1993), 847

(58) Cf C.I.C., can. 902; S. CONGREGAÇÃO DOS SACRAMENTOS E DO CULTO DIVINO, Decr. part. Promulgato Codice (12 de Setembro de 1983), II, I, 153: Notitiae 19 (1983), 542.

(59) Cf S. TOMAS DE AQUINO, Summa Theol. III, q. 82, a. 2. ad 2; Sent. IV, d. 13, q. 1, a 2, q 2; CONC. ECUM. VAT. II, Const. Sacrosanctum Concilium, 41, 57; S. CONGREGAÇÃO DOS RITOS, Decreto geral Ecclesiae semper (7 de Março de 1965): AAS 57 (1965),410-412; Instrução Eucharisticum Mysterium (25 de Maio de 1965),47: AAS 59 (1967), 565-566.

(60) Cf S. CONGREGAÇÃO DOS RITOS, Instrução Eucaristicum Mysterium (25 de Maio de 1967), 47: AAS 59 (1967), 565-566.

(61) Cf C.I.C. can. 273.

(62) Cf CONC. ECUM. VAT. II, Presbyterorum Ordinis 15; JOÃO PAULO II, Exort. ap. post-sinodal Pastores dabo vobis, 65; 79: l.c. 770-772; 796-798.

(63) S. INÁCIO DE ANTIOQUIA, Ad Ephesios, XX, 1-2: « Se o Senhor me revelar que, cada um por si e todos em conjunto… vós estais unidos de coração mediante uma inabalável submissão ao Bispo e ao presbitério, partindo o único pão que é remédio de imortalidade, antídoto para não morrer, mas sim viver para sempre em Jesus Cristo »: Patres Apostolici; ed. F.X. FUNK, II, 203-205.

(64) S. JOÃO PAULO II, Exort. ap. post-sinodal Pastores dabo vobis ,17: l.c. 683; cf CONC. ECUM. VAT. II, Const. dogm. Lumen gentium 28; Decr. Presbyterorum Ordinis, 8; C.I.C., can, 275 § 1.

(65) JOÃO PAULO II, Exort. ap. post-sinodal Pastores dabo vobis,74: l.c. 790; CONGREGAÇÃO DA EVANGELIZAÇÃO DOS POVOS, Guia pastoral para os sacerdotes diocesanos das Igrejas dependentes da Congregação da Evangelização dos Povos ( 1 de Outubro de 1989), 6.

(66) Cf CONC. ECUM. VAT. II, Decr. Presbyterorum Ordinis 8; C.I.C, .cann. 369; 498; 499.

(67) Cf Pontificale Romanum, De Ordinatione Episcopi; Presbyterorum et Diaconorum, cap. II, nn. 105;130, editio typica altera, 1990, pp. 54; 66-67; CONC. ECUM. VAT. II, Decr. Presbyterorum Ordinis, 8.

(68) Cf C.I.C., can. 265.

(69) Cf JOÃO PAULO II, Discurso na Catedral de Quito aos Bispos, aos Sacerdotes, aos Religiosos e aos Seminaristas (29 de Janeiro de 1985): Insegnamenti, VIII/1(1985), 247-253.

(70) JOÃO PAULO II, Exort. ap. post-sinodal Pastores dabo vobis, 31: l.c., 708.

(71) Cf ibid, 17;74: l.c. 683;790.

(72) C.I.C., can. 498 §1.2º.

(73) JOÃO PAULO II, Exort. ap. post-sinodal Pastores dabo vobis, 31: l.c., 708-709.

(74) Cf ibid. 3l; 41; 68: l.c. 708;728-729; 775-777

(75) Cf C.I.C., can. 271

(76) JOÃO PAULO II, Exort. ap. pos-sinodal Pastores dabo vobis, 74: l.c. 790.

(77) JOÃO PAULO II, Catequese na Audiência Geral de 4 de Agosto de 1993, n. 4:« L’Osservatore Romano », 5 de Agosto de 1993.

(78) Cf CONC. ECUM. VAT II, Decr. Presbyterorum Ordinis 12-14.

(79) Cf ibid ,8.

(80) Cf S. AGOSTINHO, Sermones 355,356, De vita et moribus clericorum: PL 39, 1568-1581.

(81) Cf CONC. ECUM. VAT. II, Const. dogm. Lumen gentium, 28c; Decr. Presbyterorum Ordinis 8; decr. Christus Dominus 30a.

(82) Cf S. CONGREGAÇÃO DOS BISPOS, Directório Ecclesiae Imago (22 de Fevereiro de 1973), n. 112; C.I.C., cann. 280; 245 § 2; 550, § 1; JOÃO PAULO II, Exort. ap. post-sinodal Pastores dabo vobis, 81: l.c. 799-800.

(83) Cf CONC.ECUM. VAT. II, S Const. Sacrosanctum Concilium 26; 99,Liturgia horarum Institutio Generalis, n. 25.

(84) Cf C.I.C. can. 278 § 2; JOÃO PAULO II, S Exort. ap. post-sinodal Pastores dabo vobis, 31; 68; 81: l.c. 708; 777; 799.

(85) Cf C.I.C. can 550, § 2.

(86) Cf ibid can. 545 § 1.

(87) Cf JOÃO PAULO II, Catequese na Audiência geral de 7 de Julho de1993: « L’Osservatore Romano », 8 de Julho de 1993; CONC.

ECUM. VAT. II, Decr. Presbyterorum Ordinis 15b.

(88) JOÃO PAULO II, Exort. ap. post-sinodal Pastores dabo vobis, 15: l.c. 679-680

(89) Cf CONC. ECUM. VAT. II, Decr. Presbyterorum Ordinis, 9; C.I.C.cann. 275, § 2; 529 § 2.

(90) JOÃO PAUI.O II, Exort. ap. post-sinodal Pastores dabo vobis, 74:l.c. 788.

(91) Cf C.I.C., can. 529 § 2.

(92) Cf JOÃO PAULO II , Exort. ap. post-sinodal Pastores dabo vobis 74: l.c.. 788; PAULO VI, Carta enc. Ecclesiam suam (6 de Agosto de 1964),III: AAS 56 (1964), 647.

(93) Cf JOÃO PAULO II, Catequese na Audiência Geral de 7 de Julho de 1993: « L’Osservatore Romano », 8 de Julho de 1993.

(94) Cf C.I.C., can. 529 § 1.

(95) Cf CONC. ECUM. VAT. II, Decr. Presbyterorum Ordinis II; C.I.C. can. 233 § 1.

(96) JOÃO PAULO II, Exort. ap. post-sinodal Pastores dabo vobis, 74c: l.c., 789.

(97)Cf C.I.C., can. 287 b 2; S. CONGREGAÇÃO DO CLERO, Decr. Quidam Episcopi (8 de Março de 1982): Aas 74 (1982), 642-645

(98) Cf CONGREGAÇÃO DA EVANGELIZAÇÃO DOS POVOS,Guia pastoral para os sacerdotes diocesanos das Igrejas dependentes da Congregação da Evangelização dos Povos (1 de Outubro de 1989), 9; S. CONGREGAÇÃO DO CLERO, Decr. Quidam Episcopi (8 de Mar,co de 1982), AAS 74 (1982), 642-645.

(99) JOÃO PAULO II, Catequese na Audiência Geral de 28 de Julho de 1993, n. 3:« L’Osservatore Romano », 29 de Julho 1993; cf CONC. ECUM. VAT.II, Const. past. Gaudium et spes, 43; SÍNODO DOS BISPOS, documento sobre o sacerdócio ministerial Ultimis temporibus (30 de Novembro de 1971), II, I, 2b: AAS 63 (1971), 912-913; C.I.C., cann. 285, § 3; 287, § 1.

(100) Catecismo da Igreja Católica n. 2442; cf C.I.C., can. 227.

(101) SÍNODO DOS BISPOS, Documento sobre o sacerdócio ministerial Ultimis temporibus (30 de Novembro de 1971), II, I, 2b: AAS 63 (1971), 913.

(102) Cf JOÃO PAULO II, Exort. ap. post-sinodal Pastores dabo vobis, 5: l.c., 663-665.

(103) Cf JOÃO PAULO II, Discurso inaugural à Conferência Geral doEpiscopado Latino-americano (Santo Domingo, 12-28 de Outubrode 1992), n. 24: AAS 85 (1993), 826.

(104) Ibid. 1: l.c. 808-809.

(105) Ibid. 25 l.c., 827.

(106) Cf Ibid.

(107) JOÃO PAULO II, Carta aos sacerdotes na Quinta Feira Santa (13 de Abril de 1987), 10: AAS 79 (1987), 1292.

(108) Cf C.I.C., cann. 276, § 2, 1·.

(109) Cf CONC. ECUM. VAT.II, Decr. Presbyterorum Ordinis, 5; 18; JOÃO PAULO II, Exort. ap. post-sinodal Pastores dabo vobis 23; 26; 38; 46; 48: l.c. 691-694; 697-700; 720-723; 738-740; 742-745; C.I.C., cann. 246, § 1; 276 § 2, 2·.

(110) Cf CONC. ECUM. VAT.II, Decr. Presbyterorum Ordinis, 5; 18; C.I.C. cann. 246 § 4; 276 2, § 2, 5º; JOÃO PAULO II, Exort. ap. post-sinodal Pastores dabo vobis 26; 48: l.c. 697-700; 742-745.

(111) Cf CONC. ECUM.VAT. II Decr. Presbyterorum Ordinis, 18; C.I.C., can. 239; JOÃO PAULO II, Exort. ap. post-sinodal Pastores dabo vobis, 40, 50, 81: l.c. 724-726; 746-748; 799-800.

(112) Cf CONC.ECUM.VAT. II Decr, Presbyterorum Ordinis, 18; C.I.C. cann. 246 § 2; 276 § 2, 3·; JOÃO PAULO II, Exort. ap. post-sinodal Pastores dabo vobis 26, 72: l.c. 697-700; 783-797.

(113) Cf C.I.C. 1174 § 1.

(114) CONC. ECUM. VAT.II, Decr. Presbyterorum Ordinis 18; JOÃO PAULO II, Exort. ap. post-sinodal Pastores dabo vobis, 26; 37-38; 47; 51; 53; 72: l.c. 697-700; 718-723; 740-742; 748-750; 751-753; 783-787.

(115) Cf C.I.C. can. 276 § 2, 5·.

(116) Cf CONC.ECUM.VAT.II, Decr. Presbyterorum Ordinis 4; 13; 18; JOÃO PAULO II, Exort. ap. post-sinodal Pastores dabo vobis, 26, 47; 53; 70; 72: l.c. 697-700; 740-742; 751-753; 778-782; 783-787.

(117) Cf CONC.ECUM.VAT.II, Decr. Presbyterorum Ordinis 18;C.I.C. can. 276 § 2,4·; JOÃO PAULO II, Exort. ap. post-sinodal Pastores dabo vobis, 80: l.c. 798-800.

(118) Cf CONC. ECUM. VAT. II, Decr. Presbyterorum Ordinis 18;C.I.C. cann. 246 § 3; 276 § 2,5° JOÃO PAULO II, Exort. ap. post-sinodal Pastores dabo vobis 36, 38, 45, 82: l.c.. 715-718; 720-723; 736-738; 800-804.

(119) Cf CONC. ECUM. VAT.II, Decr. Presbyterorum Ordinis 18; JOÃO PAULO II, Exort. ap. post-sinodal Pastores dabo vobis 26; 37-38; 47; 51; 53; 72; l.c. 697-700; 718-723; 740-742; 748-750; 751-753; 783-787.

(120) Cf CONC. ECUM. VAT. II, Decr. Presbyterorum Ordinis 18 c.

(121) Cf CONC. ECUM. VAT. II, Carta aos Sacerdotes de Quinta Feira Santa de 1979 Novo incipiente, (8 de Abril de 1979), 1: AAS 71 (1997), 394; Exort. ap. post-sinodal Pastores dabo vobis, 80: l.c.. 798-799.

(122) Cf POSSIDIO, Vita Sancti Aurelii Augustini , 31: PL 32, 63-66.

(123) Cf Liturgia Horarum Institutio Generalis nn. 3-4.

(124) Cf Pontificale Romanum De ordinatione Episcopi; Presbyterorum etDiaconorum, cap. II. n. 151, Ed. typica altera 1990, pp. 87-88

(125) Cf CONC.ECUM.VAT.II, Decr. Presbyterorum Ordinis, 18; SINODO DOS BISPOS, Documento sobre o sacerdócio ministerial Ultimis temporibus (30 de Novembro de 1971), II, I, 3: AAS 63 (1971), 913-915; JOÃO PAULO II, Exort. ap. post-sinodal Pastores dabo vobis, 46-47: l.c. 738-742; Catequese da Audiência Geral de 2 de Junho de 1993, n. 3: « L’Osservatore Romano », 3 de Junho de 1993.

(126) « Nunquam enim minus solus sum, quam cum solus esse videor »:Ep. 33 (Maur. 49), 1: CSEL, 82,229.

(127) Cf CONC. ECUM. VAT. II, Decr. Presbyterorum Ordinis, 14; JOÃO PAULO II, Exort. ap. post-sinodal Pastores dabo vobis, 23: l.c. 691-694.

(128) Cf C.I.C., can. 279, § 1

(129) Cf CONC. ECUM. VAT. II, Const. dogm. Dei Verbum, 5; Catecismo da Igreja Católica, nn. 1-2, 142.

(130) Cf ; Catecismo da Igreja Católica, nn. 150-152, 185-187.

(131) Cf JOÃO PAULO II, Catequese da Audiência Geral de 21 de Abril de1993, n. 6: « L’Osservatore Romano », 22 de Abril de 1993.

(132) Cf CONC. ECUM. VAT. II, Const. dogm. Dei Verbum, 25.

(133) Cf C.I.C.,cann. 757, 762 776.

(134) CONC. ECUM. VAT. II, Decr. Presbyterorum Ordinis, 4.

(135) Ibid.; JOÃO PAULO II, Exort. Ap. Post-sinodal Pastores dabo vobis, 26: l.c. 697-700.

(136) Cf JOÃO PAULO II, Catequese da Audiência geral de 21 de Abril de 1993:« L’Osservatore Romano », 22 de Abril de 1993.

(137) Cf CONC.ECUM.VAT. II, Const. dogm. Dei Verbum, 10; JOÃO PAULO II, Catequese da Audiência geral de 21 de Abril de 1993: « LíOsservatore Romano », de 21 de Abril de 1993.

(138) Cf S. TOMÁS DE AQUINO, Summa Theologiae, I, q. 43, a. 5.

(139) Cf C.I.C. cann. 769.

(140) Cf JOÃO PAULO II, Exort. ap. Catechesi Tradendae (16 de Outubro de 1979), 18: AAS 71 (1979), 1291-1292.

(141) Cf C.I.C., can. 768.

(142) Cf C.I.C., can. 776.

(143) Cf CONC. ECUM. VAT. II, Decr. Presbyterorum Ordinis, 9.

(144) Cf ibid, 6.

(145) Cf C.I.C., can. 779.

(146) Cf JOÃO PAULO II, Const. ap. Fidei Depositum (11 de Outubro de1992), 4.

(147) Cf JOÃO PAULO II, Catequese da Audiência geral de 12 de Maio de 1993, n. 3:0« L’Osservatore Romano », 14 de Maio de 1993.

(148) Cf CONC. ECUM. VAT. II, Decr. Presbyterorum Ordinis, 5.

(149) Ibid.

(150) Cf ibid 5; 13; S. JUSTINO, Apologia I, 67: PG 6, 429-432; S. ACOSTINHO, In Johannis Evangelium Tractatus, 26, 13-15: CCL, 36, 266-268.

(151) Cf C.I.C., can. 904.

(152) Cf CONC. ECUM. VAT. II, Const. Sacrosanctum Concilium 128.

(153) Cf ibid. 122-124.

(154) Cf ibid. 112, 114, 116.

(155) Cf ibid. 120.

(156) Cf ibid. 30.

(157) Cf C.I.C can. 899, § 3.

(158) Cf CONC. ECUM. VAT. II, Const. Sacrosantum Concilium, 22; C.I.C., can. 846,§ 1.

(159) Cf C.I.C., can. 929; Missale Romanum, Institutio generalis, nn. 81; 298; S. CONGREGAÇÃO DO CULTO DIVINO, Instrução Liturgicae instaurationes(de Setembro de 1970), 8c: AAS 62 (1970), 701.

(160) JOÃO PAULO II, Catequesena Audiência Geral de 9 de Junho de 1993, n. 6:« L’Osservatore Romano », 10 deJunho de 1993; cf Exort. ap. post-sinodal Pastoresdabo vobis, 48: l.c. 744; S. CONGRECAÇÃO DOS RITOS, Instr. Eucharisticum Mysterium (25 de Maio de 1967), 50: AAS 59 (1967), 539-573; Catecismo da Igreja Católica, n. 1418.

(161) JOÃO PAULO II, Catequeseda Audiência Geral de 2 de Junho de 1993, n. 5: « L’Osservatore Romano », 3 de Junho de 1993; cf CONC. ECUM. VAT. II, Const. Sacrosanctum Concilium, 99-100.

(162) Cf CONC.ECUM. TRIDENT. sess. VI, de iustificazione, c 14; sess.V,de poenitentia, c 1, 2, 5-7, can. 10; sess. XXIII, de ordine, c 1:DS 1542-1543; 1668-1672; 1679-1688; CONC. ECUM. VAT. IIDecr. Presbyterorum Ordinis, 2, 5; C.I.C. can. 965.

(163) Cf Catecismo da lgreja Católica, 1443-1445

(164) Cf C.I.C., cann. 966, § 1; 978 § 1; 981; JOÃO PAULO II, Discurso à Penitenciaria Apostólica (27 de Março de 1993): « L’Osservatore Romano », 28 de Março de 1993: « L’Osservatore Romano », 28 de Março de 1993

(165) Cf C.I.C., can. 986

(166) Cf ibid. can. 960; JOÃO PAULO II, carta Enc. Redemptor hominis, 20: AAS 71 (1979), 309-316.

(167) Cf C.I.C cann. 961-963; PAULO II, Alocucão (20 de Março de 1978): AAS 70 (1978), 328-332; JOÃO PAULO II, Alocusão (30 de Janeiro de 1981): AAS 73 (1981), 201-204; Exort. ap. post-sinodal Reconciliatio et poenitentia (2 de Dezembro de 1984), 33: AAS 77 (1985), 269-271.

(168) Cf ibid cann. 978 § 1; 981.

(169) Cf ibid. can. 964.

(170) Cf ibid. can. 276 § 2, 5·; CONC.ECUM.VAT.,II, Decr. Presbyterorum Ordinis, 18b.

(171) JOÃO PAULO II, Exort. ap. post-sinodal Reconciliatio et Paenitentia (2 de Dezembro de 1984), 31: AAS 77 (1985), 266; Exort. ap. post-sinodal Pastores dabo vobis, 26 l.c. 699

(172) Cf JOÃO PAULO II, Exort. ap. post sinodal Reconciliano et Paenitentia, (2 de Dezembro de 1984), 32: AAS 77 (1985), 267-269.

(173) Cf JOÃO PAUI.O II, Exort. ap. post-sinodal Pastores dabo vobis, 22-23: l.c. 690-694; cf Carta ap. Mulieris dignitatem (15 de Agosto de 1988), 26: AAS 80 (1988), 1715-1716.

(174) Cf CONC. ECUM. VAT. II, Decr. Presbyterorum Ordinis, 6; C.I.C, can. 529 § 1.

(175) S. JOÃO CRISÓSTOMO, De sacerdotio, III, 6: PG 48, 643-644: « O nascimento espiritual das almas é privilégio dos sacerdotes: eles fazem-nas nascer para a vida da graça por meio do baptismo; por meio deles nós nos revestimos de Cristo, somos sepultados com o Filho de Deus e tornamo-os membros daquela bem-aventurada cabeça (cf Rom 6, 1; Gal 3, 27). Portanto, nós devemos respeitá-los não só mais do que aos príncipes e aos reis, mas venerá-los mais do que aos nossos pais. Pois, estes geraram-nos pelo sangue e vontade da carne (cf Jo 1, 13); ao passo que aqueles nos fizeram nascer filhos de Deus; eles são os instrumentos da nossa feliz regeneração, da nossa liberdade e da nossa adopção na ordem da graça ».

(176) JOÃO PAUI.O II, Exort. ap. post-sinodal Pastores dabo vobis, 29:l.c. 704; cf CONC. ECUM. VAT II, Decr. Presbyterorum Ordinis, 16PAULO Vl, carta enc. Sacerdotalis coelibatus (24 de Junho de 1967), 14: AAS 59 (1967), 662; C.I.C., can. 277, § 1.

(177) Cf JOÃO PAUI.O II, Carta Enc. Veritatis splendor (6 de Agosto

1993), 22b. c.: AAS 85 (1993), 1151.

(178) Cf CONC.ECUM. VAT.II, Decr. Optatam totius, 10; C.I.C., can. 247 § 1; CONCREGAÇÃO DA EDUCAÇÃO CATÓI.ICA, Ratio Fundanda mestalis Institutionis Sacerdotalis ( 19 de Marso de 1985), 48; Directrizes educativas para a formação do celibato sacerdotal ( 11 de Abril de 1974), n. 16.

(179) Cf CONC.ECUM.VAT. II, Decr. Presbyterorum Ordinis 16; JOÃO PAUI.O II, Carta aos Sacerdotes de Quinta Feira Santa de 1979 Novo incipiente (8 de Abril 1979), 8: AAS 71 (1979), 405-409; Exort. ap. post-sinodal Pastores dabo vobis 29: l.c. 703-705; C.I.C., can. 277, §1.

(180) Cf CONC. ECUM. VAT. II, Decr. Presbyterorum Ordinis 16a; JOÃO PAULO VI, Carta Enc Sacerdotalis Caelibatu (24 de Junho de 1967), 14: AAS 59 (1967), 662.

(181) Cf CONC. ECUM. VAT. II, Presbyterorum Ordinis, 16c; C.I.C. cann. 1036, 1037.

(182) Cf Pontificale Romanum – De ordinatione Episcopi Presbyterorum et Diaconorum cap. III, n. 228, Ed. typica altera, 1990, p. 134; JOÃO PAULO II, Carta aos Sacerdotes de Quinta Feira Santa 1979 Novo incipiente (8 de Abril de 1979), 9: AAS 71 (1979), 409-411.

(183) Cf SÍNODO DOS BISPOS, Documento Ultimis temporibus (30de Novembro de 1971), II, 1, 4c: AAS 63 (1971), 916-917.

(184) Cf CONC. ECUM. VAT. II, Presbyterorum Ordinis 16b

(185) Cf ibid

(186) Cf JOÃO PAULOII, Exort. ap. post-sinodal Pastores dabo vobis,29:l.c.. 703-705.

(187) S. CONCREGAÇÃO DA EDUCAÇÃO CATÓI.ICA, Directrizes educativas para a formação ao celibato sacerdotal ( 11 de Abril de 1974), n. 16.

(188) CONC. DE ELVIRA (a. 300-305), cann. 27, 33; BRUNS HERM., Canones Apostolorum et Conciliorum saec. IV-VII, II, 5-6, CONC. DE NEO-CESAREIA (a. 314), can. 1, CONC. ECUM. DE NICEIA I (a. 325), can. 3: Conc. Oecum. Decr. 6, SíNODO ROMANO (a. 386): Concilia Africae a. 345-525, CCL 149 (in Conc. de Telepte), 58-63; CONC. DE CARTAGO (a. 390): ibid., 13. 133 ss. CONC. TRULANO (a. 691), cann. 3, 6, 12, 13, 26, 30, 48: Pont. Commissio ad redigendum CIC Orientalis IX,I/1 125-186; SlRÍCIO, Decretal Directa (a. 386): PL 13, 1131-1147; INOCÊNCIO I, carta Dominus inter (a. 405): BRUNS cit. 274-277; S. LEÃO MAGNO, carta a Rusticus: PL 54, 1191; EUSÉBIO DE CESAREIA, Demonstratio Evangelica 1, 9: PG 22, 82, (78-83); EPIFÁNIO DE SALAMlNA, Panarion, PG 41, 868, 1024; Expositio Fidei PG 42, 822-826 ss.

(189) Cf JOÃO PAULO II, Carta a todos os sacerdotes da Igreja por ocasião da Quinta Feira Santa de 1993 (8 de Abril de 1993): AAS 85 (1993), 880-883; para ulteriores aprofundamentos, cf Só por amor reflexões sobre o celibato sacerdotal ao cuidado da CONCREGACÃO DO CLERO, Ed. Paulinas, 1993: Identidade e missão do Sacerdote ao cuidado de G. PlTAU – C. SEPE, ed. Città Nuova 1994.

(190) S. JOÃO CRISÓSTOMO, De Sacerdotio VI, 2: PG 48, 679: « A alma do sacerdote deve ser mais pura que os raios do sol, para que o Espírito Santo não o abandone e para poder dizer: Já não sou eu que vivo é Cristo que vive em mim (Gal 2, 20). Se os anacoretas do deserto, longe das cidades e dos lugares públicos e de todo o barulho próprio daqueles lugares, gozando plenamente o porto e a bonança, não se atrevem a confiar na seguranca daquela sua vida, mas acrescentam outras infinitas atenções, acautelando-se de todos os perigos e preocupando-se de fazer ou dizer todas as coisas com grande diligência, para poder-se apresentar perante Deus com confiansa e pureza intacta, tanto quanto é possível às faculdades humanas; que forsa e que violência te parecem ser necessárias ao sacerdote para subtrair a sua alma a toda a mancha e conservar intacta a sua beleza espiritual? Ele precisa certamente de pureza maior que a dos monjes. E todavia, precisamente ele, que mais necessidade tem dela, está exposto a maiores ocasiões inevitáveis, nas quais pode ser contaminado, se com assídua sobriedade e vigilancia não tornar a sua alma inacessível àquelas insídias ».

(191) Cf C.I.C. can. 277 § 2.

(192) Cf ibid. can. 277 § 3

(193) Cf CONC. ECUM. VAT. II, Decr Presbyterorum Ordinis, 16c

(194) Cf PAULO VI, Carta Enc. Sacerdotalis coelibatus (24 de Junho de 1967), 79-81: AAS 59 (1967), 688-689; JOÃO PAULO II, exort. ap. post-sinodal Pastores dabo vobis 29a: l.c. 703-705.

(195) Cf CONC. ECUM. VAT.II, Decr Presbyterorum Ordinis, 15c; JOÃO PAULO II, Exort. ap. post-sinodal Pastores dabo vobis, 27: l.c., 700-701.

(196) Cf JOÃO PAULO II, Carta enc. Ventatis splendor (6 de Agosto de 1993), 31, 32, 106: AAS 85 (1993), 1159-1160; 1216.

(197) Cf C.I.C., can. 274 § 2

(198) Cf C.I.C., can. 273.

(199) Cf CONC. ECUM. VAT. II, Const. dogm. Lumen Gentium 23a.

(200) Cf ibid 27a; CI.C., can. 381 § 1

(201) Cf CONC. ECUM. VAT. II, Decr. Christus Dominus 2a, Const. dogm. Lumen gentium 22b; C.I.C., can. 333, § 1.

(202) Cf JOÃO PAULO II, Const. ap . Sacrae disciplinae leges ( 25 de janeirode 1983): AAS 75 (1983), Pars II, XIII; Discurso aos participantes no Simposium internationale « Ius in vita et in missione Ecclesiae »(23 de Abril de 1993), in « L’Osservatore Romano», 25 de Abril de 1993.

(203) Cf JOÃO PAULO II, Const. ap. Sacrae dissiplinae leges (25 deJaneirode 1983): AAS 75 (1983) Pars II, XIII.

(204) Cf C.I.C., cann. 392.

(205) Cf CONC. ECUM. VAT.II, Const. Sacrosanctum Concilium, 7.

(206) Ibid 10.

(207) C.I.C. can. 838.

(208) Cf CONC. ECUM. VAT.II, Const. Sacrosanctum Concilium 22.

(209) Cf C.I.C can. 846 § 1.

(210) 1 Cf S . CONGREGAÇÃO DO CLERO, Carta circular Omnis Christifideles (25 de Janeiro de 1973), 9.

(211) Cf JOÃO PAULO II, Carta ao Card. Vigário de Roma (8 de Setem bro de 1982): « L’Osservatore Romano », 18-19 de Outubro de1982.

(212) Cf PAULO VI, Alocusões ao clero ( 17 de Fevereiro de 1969; 17 deevereiro de 1972; 10 de Fevereiro de 1978): AAS 61 (1969),190; 64 (1972), 223; 70 (1978),191; JOÃO PAULO II, Carta a todos os sacerdotes por ocasião da Quinta Feira Santa 1979 Novo incipiente (7 de Abril de 1979),7: AAS 71,403-405; Alocusões ao clero (9 de Novembro de 1978; 19 de Abril de 1979): Insegnamenti, I (1978),116; II (1979), 929.

(213) Cf C.I.C, can. 284.

(214) Cf PAULO VI, Motu Proprio Ecclesiae sanctae I, 25, 2d: AAS 58 (1966), 770; S. CONCREGAÇÃO DOS BISPOS, Carta circular a todos os representantes pontificios, Per venire incontro (27 de Janeiro de 1976); S. CONCREGAÇÃO DA EDUCAÇÃO CATÓLICA, Carta circular The document (6 de Janeiro de 1980): « L’Osservatore Romano » supl. 12 de Abril de 1980.

(215) Cf PAULO Vl, Catequese da audiência geral de 17 de Setembro de 1969; Alocução ao clero (1 de Março de 1973): Insegnamenti VII (1969), 1065; Xl (1973), 176.

(216) CONC. ECUM. VAT. II, Decr. Presbyterorum Ordinis, 17a.d; 20-21.

(217) Cf ibid 17a. c; JOÃO PAULO II, Catequese da Audiência Geral de 21 de Julho de 1993, n. 3: « L’Osservatore Romano », 22 de Julho de 1993.

(218) Cf C.I.C., can. 286, 1392

(219) Cf CONC. ECUM. VAT. II, Decr. Presbyterorum Ordinis, 17d.

(220) Cf ibid; 17c; C.I.C., cann. 282; 222, § 2; 529 § 1

(221) Cf C.I.C. can. 282, § 1.

(222) Cf CONC. ECUM. VAT. II, Decr. Presbyterorum Ordinis, 17d.

(223) Cf ibid 17e.

(224) Cf JOÃO PAULO II, Catequese da Audiência Geral de 30 de Junho de 1993: « L’Osservatore Romano », 30 de Junho – 1 de Julho de 1993.

(225) Cf CONC. ECUM.VAT. II, Decr. Presbyterorum Ordinis, 18b.

(226) Cf JOÃO PAULO VI,Exort.ap.post-sinodal Pastores dabovobis,70:l.c. 778-782

(227) Cf ibid.

(228) Cf ibid. 79: l.c. 797

(229) Cf C.I.C., can. 279.

(230) Cf JOÃO PAULO II, Exort. ap. post-sinodal Pastores dabo vobis, 76:l.c. 793-794.

(231) Cf CONC. ECUM. VAT. II, Decr. Presbyrorum Ordinis, 3.

(232) Cf ibid. 19; Decr. Optatam totius 22; C.I.C. Can. 279 § 2;

CONCREGAÇÃO DA EDUCAÇÃO CATÓLICA, Ratio Fundamentalis Institutionis Sacerdotalis ( 19 de Março de 1985), 101.

(233). C.I.C., Can. 279 § 3.

(234) Cf JOÃO PAULO II, Carta enc. Centesimus Anmus (1 de Maio de 1991), 57: AAS 83 (1991),862-863.

(235) JOÃO PAULO II, Exort. ap. post-sinodal Pastores dabo vobis, 79: l.c., 797.

(236) Cf ibid.

(237) Cf ibid.

(238) Cf ibid.

(239) Cf ibid.; CONC. ECUM. VAT. II, Optatam totius, 22; Decr. Presbyterorum Ordinis, 19c.

(240) Cf PAULO VI, Motu Proprio Ecclesiae Sanctae (6 de Agosto de 1966), I, 7: AAS (1966), 761; S. CONGREGAÇÃO DO CLERO, carta circular aos Presidentes das Conferências Episcopais Inter ea (4 de Novembro de 1969), 16: AAS 62 (1970), 130-131; CONGREGAÇÃO DA EDUCAÇÃO CATÓLICA, Ratio Fundamentalis Institutionis Sacerdotalis ( 19 de Março de 1985), 63; 101; C.I.C., can. 1032 § 2.

(241) Cf CONGREGAÇÃO DA EDUCAÇÃO CATÓLICA, Ratio FundamentalisInstitutionis Sacerdotalis ( 19 de Março de 1985), 63.

(242) C.I.C., Can 276 § 2, 4;cf cann.533 § 2; 550 § 3.

(243) Cf CONGREGAÇÃO DA EDUCAÇÃO CATÓLICA, Ratio FundamentalisInstitutionis Sacerdotalis( 19 de Março de 1985), 101

(244) Cf JOÃO PAULO II, Exort. ap. post-sinodal Pastores dabo vobis, 70: l.c., 778-782.

(245) CONC. ECUNM. VAT. II, Decr. Presbyterorum Ordinis, 8.

(246) Cf ibid

(247) C.I C., can. 278 b 2; cf CONC. ECUM. VAT. II, Decr. Presbyterorum Ordinis, 8.

(248) Cf CONC. ECUM. VAT. II, Decr. Presbyterorum Ordinis, 8, C.I C., can. 278 ¤ 2; JOÃO PAULO II, Exortação apostólica post-sinodal Pastores dabo vobis, 81: l.c., 799-800.

249) Cf CONC. ECUM. VAT. II, Christus Dominus, 16d.

(250) JOÃO PAULO II, Exort. ap. post-sinodal Pastores davo vobis, 79: l.c., 797.

(251) Cf ibid.: l.c. , 797-798

(252) Cf CONC.ECUM.VAT II, Decr. Optatam totius 22; S. CONGREGAÇÃO DA EDUCAÇÃO CATÓLICA, Ratio Fundamentalis Institutionis Sacerdotalis ( 19 de Março de 1985), 101.

(253) Cf JOÃO PAULO II, Exort. ap. post-sinodal Pastores dabo vobis 79: l.c., 796-798.

(254) Cf ibid., 76: l.c. 793-794.

(255) Cf C.I.C., cann. 970, 972.

(256) Cf JOÃO PAULO II, Exort. ap. post-sinodal Pastores dabo vobis, 77, l.c. 794-795.

(257) Ibid.: l.c., 794.

(258) Ibid.

(259) Ibid

(260) Ibid., 41: l.c., 727.

(261) Ibid., 77: l.c., 794.

(262) Cf Ibid., 74: l.c. 791

(263) Ibid

(264) Cf Ibid., 82: l.c., 800.

(265) Ibid., 82: l.c., 801

(266) CONC. ECUM. VAT. II, Const. dogm. Lumen Gentium, 65.

(267) JOÃO PAULO II, Exort. ap. post-sinodal Pastores dabo vobis, 82: l.c. 803-804.

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