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“Eu estive lá”: Depoimento de um Oficial do Exército

Written by Veritatis Splendor

 

 Aluísio Madruga de Moura e Souza

Nascido no Rio de Janeiro/RJ, órfão de Sargento do Exército aos seis anos escolheu a carreira das armas por influência de sua mãe. Declarado aspirante a oficial em 1965, já em 1966 as circunstâncias da época o levaram a participar de Inquérito Policial Militar; que apurava atividades de organizações subversivas no Estado de Goiás.

Serviu, dentre outras, em Quartéis de Polícia do Exército, tendo comandado o 36º Batalhão de Infantaria Motorizado em Uberlândia/MG.

Dos cursos militares que possui, considera como os mais importantes os da Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais e o da Escola de Comando e EstadoMaior do Exército e dos cursos civis os da Escola Nacional de Inteligência e o de bacharel em Administração de Empresas.

Na área de Inteligência, serviu nos antigos Serviço Nacional de Informações (SNI) e Centro de Informações do Exército.

Foi Adido Militar no Uruguai e, das medalhas que lhe foram outorgadas no Brasil ou no exterior, seu maior orgulho está direcionado para a Medalha do Pacificador com Palma, que lhe foi outorgada por atos pessoais de abnegação e bravura com risco de vida.

Na reserva foi Chefe de Gabinete da Secretaria Nacional Antidrogas (SENAD) do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República.

 

 

Eu estive lá

Foram 35 anos exercendo atividades de informações ou de inteligência, como preferirem.

Daí nasceu o desejo superior de contribuir para que a sociedade tome conhecimento da Grande Verdade e não, apenas, conheça as meias verdades contadas pelas esquerdas do Brasil. É preciso que se conheçam outras versões e que saibam como os comunistas sempre agiram.

Nesta obra nada é faccioso, inverossímil ou mera coincidência. Trata-se de relato verdadeiro.

Nela faço os mais velhos recordarem e os mais novos conhecerem as raízes e o caminhar histórico do Movimento Comunista Brasileiro, desde suas origens, até os dias atuais e, ainda, o entre choque dos que respeitando o direito de cada um remar de forma diferente, defendiam a lei estabelecida e jamais poderiam concordar com aqueles que, imbuídos de idéias reacionárias, desejavam por intermédio da violência e a custa da vida de inocentes, destruir as estruturas da ordem legal para implantar as transformações pretendidas.

Quanto a Guerrilha do Araguaia, eu estive lá durante 6 meses, participando de uma operação de Inteligência.


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