É típico dos Estados totalitários apregoar seus próprios valores como se universais fossem.

Assim, a última “parada gay” em São Paulo foi financiada em parte com recursos obtidos mediante a Lei de Incentivo à Cultura (LIC). Noutras palavras, dinheiro público ou que iria para os cofres públicos (e não foram graças ao desconto previsto na LIC) serviu para promover o homossexualismo. Ao invés de cumprir seu papel com saúde, educação, obras em favor da coletividade, o Estado patrocina a imoralidade. E mesmo quem é contra a prática homossexual, quem vê em tudo isso uma grave afronta a Deus – e pensar assim é permitido em nossa liberdade democrática de expressão –, é obrigado a “engolir” uma norma – a qual deveria servir a todos – a incentivar interesses de uns poucos. Como se o “direito” ao comportamento homossexual fosse unanimemente aceito! E como se um desfile despudorado, verdadeiro atentado à família e ao cristianismo que moldou as raízes de nossa pátria e nossas mais caras tradições, fosse expressão de cultura (para ser beneficiado com tal lei).

Não satisfeita, a estrela petista (da mesma constelação daquelas outras: soviética, chinesa, vietnamita, cubana) cega-nos com seu clarão hipnotizador, falseando, como é seu costume, a realidade que nos cerca, agora no que respeita ao falacioso desarmamento.

Na nova propaganda do Governo Federal, após a repetida e covarde cantilena de sempre (culpando as armas pelas mortes que os homens fazem; sonhando com os bandidos entregando seus “instrumentos de trabalho”; relatando estatísticas furadas, mentirosas, ilógicas; argumentando sobre o uso com os abusos e os acidentes), surge a fulminante sentença: “Essa campanha é de todos nós!”

Os fautores do desarmamento, em sua ânsia desmedida e ideológica de pacifismo, fingem ignorar completamente que sua campanha não é de todos, não tem o apoio completo da população, quiçá nem da maioria dela! Há, felizmente, uma firme resistência à capitulação oficialista, que desautoriza, por isso, o Governo Lula a alardear as suas opiniões como se nossas fossem.

Não, senhores, essa campanha não é minha!

Governo algum tem autorização para mentir!

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