“Recitar com fé o Credo é entrar em comunhão com Deus Pai, Filho e Espírito Santo É também entrar em comunhão com a Igreja inteira, que nos transmite a fé e no seio da qual cremos: Este Símbolo é o selo espiritual, a meditação do nosso coração e o guardião sempre presente; ele é, seguramente, o tesouro da nossa alma.” (CIC § 197; S. Ambrósio, Expl. Symb. 1:PL 17,1155C.)

A fé é um ato pessoal, pelo qual o homem submete completamente sua inteligência e vontade a Deus, na certeza de que obedece à verdade. O autor da carta aos Hebreus afirma que: “A fé é o fundamento da esperança, é uma certeza a respeito do que não se vê” (cf. Hb 11,1). Assim sendo, podemos concluir que a fé implica uma adesão pessoal do homem a Deus e concomitantemente o assentimento livre a toda a verdade que Deus revelou, mostrando assim, a diferença da fé crista (que se entrega totalmente a Deus) para uma fé meramente humana, nas criaturas. Com efeito, assevera o profeta Jeremias: “Eis o que diz o Senhor: Maldito o homem que confia em outro homem, que da carne faz o seu apoio e cujo coração vive distante do Senhor!” (Jr 17,5).

“Na fé, a inteligência e a vontade humanas cooperam com a graça divina: “Credere est actus intellectus assentientis veritati divinae ex imperio voluntatis a Deo motae per gratiam – Crer é um ato da inteligência que assente à verdade divina a mando da vontade movida por Deus através da graça”. (CIC § 155; S. Tomás de Aquino, S. Th. II-II,2,9)

Apesar da fé cristã ser um ato pessoal, de forma alguma é um ato isolado. Ninguém pode crer sozinho ou dar a si próprio a fé. Recebemos a fé da Igreja (cf. I Cor 11,23;15,3; II Tess 2,15), a professamos e propagamos. Quando digo “eu creio” professo de maneira pessoal a fé recebida, ao passo que os fiéis reunidos numa mesma fé dizem “nós cremos”. Ensina com propriedade o Magistério:

“A fé é um ato pessoal: a resposta livre do homem à iniciativa de Deus que se revela. Ela não é, porém, um ato isolado. Ninguém pode crer sozinho, assim como ninguém pode viver sozinho. Ninguém deu a fé a si mesmo, assim como ninguém deu a vida a si mesmo. O crente recebeu a fé de outros, deve transmiti-la a outros. Nosso amor por Jesus e pelos homens nos impulsiona a falar a outros de nossa fé. Cada crente é como um elo na grande corrente dos crentes. Não posso crer sem ser carregado pela fé dos outros, e pela minha fé contribuo para carregar a fé dos outros.”Eu creio”: esta é a fé da Igreja, professada pessoalmente por todo crente, principalmente pelo batismo. “Nós cremos”: esta é a fé da Igreja confessada pelos bispos reunidos em Concílio ou, mais comumente, pela assembléia litúrgica dos crentes. “Eu creio” é também a Igreja, nossa Mãe, que responde a Deus com sua fé e que nos ensina a dizer: “eu creio”, “nós cremos”. (CIC §167).

Desde seu início no primeiro século, a Igreja procurou preservar e propagar a fé recebida do Senhor (II Tim 1,14), para isso, valeu-se de formas breves e normativas de modo que todos os cristãos pudessem saber o essencial da fé revelada, não incorrendo em contradições ou heresias. Essas “formulações da fé” da Igreja são conhecidas como:

– Profissões de fé, por resumir a fé professada pelos cristãos;

– Credo, pelo fato de expressar aquilo em que o cristão crê (normalmente inicia-se com as palavras “Creio”… “Cremos”…);

– Símbolos de Fé, pelo fato de significar a autenticidade do que se crê. A palavra grega “Symbolon” que significava a metade de um objeto quebrado, ao ter as partes juntadas, confirmavam a identidade do portador que trazia o complemento do Symbolon. (cf. CIC §188).

Como exemplo clássico das primeiras fórmulas de fé da Igreja, temos o testemunho de São Paulo, em sua Carta aos Coríntios, escrita provavelmente por volta do ano 56, relembrando aos Coríntios (por escrito), aquilo que ele já havia pregado anteriormente (oralmente), reproduzindo assim, uma antiga fórmula de fé que deve ter sido escrita poucos anos após a Ascensão do Senhor (1):

“Eu vos lembro, irmãos, o Evangelho que vos preguei, e que tendes acolhido, no qual estais firmes. Por ele sereis salvos, se o conservardes como vo-lo preguei. De outra forma, em vão teríeis abraçado a fé. Eu vos transmiti primeiramente o que eu mesmo havia recebido: que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras; foi sepultado, e ressurgiu ao terceiro dia, segundo as Escrituras; apareceu a Cefas, e em seguida aos Doze. Depois apareceu a mais de quinhentos irmãos de uma vez, dos quais a maior parte ainda vive (e alguns já são mortos); depois apareceu a Tiago, em seguida a todos os apóstolos. E, por último de todos, apareceu também a mim, como a um abortivo.” (I Cor 15,3-8). [grifo nosso]

Como os cristãos incorporam-se à Igreja pelo Sacramento do Batismo, nada mais justo que, para ser batizado (no caso de adultos), estar consciente da fé professada pela Igreja, assim, “ainda que desenvolvidos e completados, mas sempre semelhantes na substância, os nossos Credos não são mais do que esses velhos textos que os batizados dos tempos dos mártires recitavam, essas “regras da fé” como dirá Tertuliano”. (ROPS, Daniel. A Igreja dos Apóstolos e dos Mártires, Vol I, Quadrante, 1988,p.206).

“Antes de todas as coisas, conservai-me este bom depósito, pelo qual vivo e combato, com o qual quero morrer, que me faz suportar todos os males e desprezar todos os prazeres: refiro-me a profissão de fé no Pai, e no Filho e no Espírito Santo. Eu vo-la confio hoje. É por ela que daqui a pouco vou mergulhar – vos na água e vos tirar dela. Eu vo-la dou como companheira e dona de toda a vossa vida. Dou-vos uma só Divindade e Poder, que existe uma nos Três, e que contém os Três de maneira distinta. Divindade sem diferença de substancia ou de natureza, sem grau superior que eleve ou grau inferior que rebaixe… A infinita conaturalidade é de três infinitos. Cada um considerado em si mesmo é Deus todo inteiro… Deus os três considerados juntos. Nem comecei a pensar na Unidade e a Trindade me banha em seu esplendor. Nem comecei a pensar na Trindade, e a unidade toma conta de mim.” (Gregório Nazianzeno aos Catecúmenos de Constantinopla in Orationes 40,41PG 36,417 apud CIC §256, Cit. 289, p.77). [grifo nosso]

As regas de Fé da Igreja nascente, defendendo os cristãos da descrença dos judeus, salvaguarda com propriedade o aspecto cristológico, como se – observa na expressão de fé do Eunuco da Etiópia a fim de obter o santo Batismo:

“Continuando o caminho, encontraram água. Disse então o eunuco: Eis aí a água. Que impede que eu seja batizado? Filipe respondeu: Se crês de todo o coração, podes sê-lo. Eu creio, disse ele, que Jesus Cristo é o Filho de Deus”. (At 8,36-37)

Também os Padres da Igreja nos mostram como o Credo foi se desenvolvendo com o passar do tempo, de forma a manter e propagar intactamente a fé recebida dos apóstolos. No final do século I, Santo Inácio de Antioquia escrevendo aos cristãos de Esmirna nos apresenta a seguinte profissão de fé:

“Ter a firme convicção de que Nosso Senhor é realmente descendente de Davi segundo a carne, Filho de Deus pela vontade e pelo poder divinos, verdadeiramente nascido de uma virgem; que recebeu o batismo das mãos de João para cumprir toda a justiça; que por nós foi realmente atravessado com cravos na sua carne, sob o domínio de Pôncio Pilatos e de Herodes, o tetrarca; que é ao fruto de sua cruz e à sua santa e divina Paixão que nós devemos a vida; e que, pela sua Ressurreição, levantou o estandarte sobre os séculos, a fim de agrupar os seus santos e fiéis – tanto procedentes do judaísmo como da gentilidade – num só e mesmo corpo que é a sua Igreja” (Inácio de Antioquia aos Esmirnenses, I,12 apud ROPS, Daniel.Op. cit. p, 206-207).

O historiador francês Daniel Rops, nos mostra como a Igreja pouco a pouco, defendendo-se das heresias, salvaguardando e propagando a verdade estabelecia as formulações de fé que seriam a base de nosso Credo ou Símbolo dos Apóstolos.

“Assim como Clemente Romano termina uma de suas cartas com esse grito de louvor que é também uma afirmação dogmática: “Viva Deus! Viva o Senhor Jesus Cristo! Viva o Espírito Santo, fé e esperança dos eleitos!”. Da mesma forma, Santo Irineu, bispo de Lyon, afirmava que “a Igreja, ainda que dispersa pelo mundo inteiro, recebeu dos Apóstolos e dos seus discípulos a fé em Deus, Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra, do mar e de todas as coisas que neles existem; e em Cristo Jesus, Filho de Deus, encarnado para nossa salvação; e no Espírito Santo, que falou pela voz dos profetas”. E na outra extremidade do mundo romano, Orígenes no Egito e Tertuliano na África proclamam fórmulas semelhantes. Na variedade dos esforços que anima esta Igreja tão viva, o que nos impressiona é a unidade de princípios e a firmeza com que ela avança nos seus desenvolvimentos” (ROPS, Daniel.Op. cit. p, 207). [grifo nosso]

O Magistério da Igreja compreende que os símbolos de fé desenvolvidos ao longo dos séculos sempre foram respostas às necessidades da época, de forma a salvaguardar a integridade da verdade, todos eles têm a sua importância, pois constituem a base para o aprofundamento dos símbolos de fé que temos hoje, não devendo ser considerados inúteis ou obsoletos.

“As profissões ou símbolos da fé têm sido numerosos ao longo dos séculos e em resposta às necessidades das diversas épocas: os símbolos das diferentes Igrejas apostólicas e antigas, o Símbolo “Quicumque”, dito de Santo Atanásio, as profissões de fé de certos Concílios (Toledo; Latrão; Lião ; Trento) ou de certos papas, como a “Fides Damasi” (Profissão de Fé de S. Dâmaso) ou o “Credo do Povo de Deus” [SPF], de Paulo VI (1968). Nenhum dos símbolos das diferentes etapas da vida da Igreja pode ser considerado ultrapassado e inútil. Eles nos ajudam a viver e a aprofundar hoje a fé de sempre por meio dos diversos resumos que dela têm sido feitos”. (CIC § 192-193).

Dentre todos os símbolos de fé existentes na Igreja, dois ocupam lugar de destaque: o Símbolo dos Apóstolos (também chamado simplesmente de “Credo”) e o Símbolo niceno-constantinopolitano.

Segundo uma antiga tradição, citada por Rufino de Aquileya (345-410), no século IV, os Apóstolos receberam de Cristo a ordem de compor uma regra de fé antes de se separarem, destinada a manter a unidade da doutrina da Igreja, segundo Daniel Rops: “O Símbolo dos Apóstolos foi sem dúvida posto por escrito simultaneamente na maior parte das comunidades cristãs; houve assim, uma versão de Jerusalém, uma de Cesaréia, uma de Antioquia, uma de Alexandria e uma de Roma, que diferem entre si em alguns detalhes. É da versão romana (…) que proveio o atual texto do Símbolo dos Apóstolos” (Op. cit. p,208).

Sobre o Símbolo dos Apóstolos ensina o Magistério da Igreja:

“O Símbolo dos Apóstolos, assim chamado por ser, com razão considerado o resumo fiel da fé dos apóstolos. É o antigo símbolo batismal da Igreja de Roma. Sua grande autoridade vem do seguinte ato: “Ele é o símbolo guardado pela Igreja Romana, aquela onde Pedro, o primeiro apóstolo, teve sua Sé e para onde ele trouxe a comum expressão de fé (sententia communis = opinião comum)”. (CIC § 194)

O Símbolo dos Apóstolos é composto de 12 artigos de fé, são eles:

1.Creio em Deus Pai todo-poderoso Criador do céu e da terra.

2.E em Jesus Cristo, seu Único Filho, Nosso Senhor;

3.que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu da Virgem Maria;

4.padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado.

5.Desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia;

6.subiu aos céus; está sentado à direita de Deus Pai; todo- poderoso;

7.donde há de vir a julgar os vivos e os mortos.

8.Creio no Espírito Santo;

9.na Santa Igreja Católica; na Comunhão dos Santos;

10.na remissão dos pecados;

11.na ressurreição da carne;

12.na vida eterna. Amém.

Se o Símbolo dos Apóstolos é fruto do primeiro século, sentindo-se a proximidade dos apóstolos em suas palavras, o Símbolo niceno – constantinopolitano já é um símbolo mais amadurecido, fruto dos primeiros grandes embates teológicos (contra as heresias trinitárias e cristológicas) pelos quais passou a Santa Igreja Católica nos séculos III e IV. Sua composição inicia-se no século IV, por conclusão do Concílio Ecumênico de Nicéia (325), sendo complementado por sentenças (2) no Concílio Ecumênico de Constantinopla I (381).

As principais heresias combatidas por esse Símbolo foram o Arianismo, heresia defendida pelo presbítero Ário de Alexandria, que afirmava que “Jesus era criatura do Pai”, atacando assim a sua divindade, e o Macedonismo, heresia defendida por Macedônio, bispo ariano de Constantinopla, cuja heresia postulava que o “Espírito Santo seria criatura do Filho”, um espírito servidor, diferente dos anjos apenas por gradação. (3).

O Concílio Ecumênico de Nicéia I (325) definiu que o Filho (Jesus Cristo) é consubstancial, da mesma natureza que o Pai, isso ficou consignado 2º artigo do Símbolo: “Deus de Deus, luz da Luz, Deus verdadeiro de Deus Verdadeiro, gerado, não feito, consubstancial (HOMOOUSIOS [4]) ao Pai”.

“O Texto adotado pelo Concílio para fixar o dogma católico perante Ário e seus sequazes permaneceu na Igreja como elemento fundamental até os nossos dias. Estava estabelecida uma nova “regra de fé”, não substancialmente diferente da que haviam seguido os primeiros cristãos, do velho “Símbolo dos Apóstolos”, mas mais explícita e redigida de tal forma que não pudesse dar lugar a erro (…) o nosso texto moderno não difere em substancia do texto primitivo tal como Eusébio, Santo Atanásio, Teodoreto, Sócrates e Gelásio o reproduziram em grego nos séculos IV e V, e como Santo Hilário de Pointiers o traduziu para o latim” (ROPS, Daniel.Op. cit. p, 457)

Mais tarde, o Concílio Ecumênico de Constantinopla I (381), consolidou a “reta Fé” contra o arianismo, e contra o macedonismo. Para explicar claramente a Fé ortodoxa, retomou o artigo do Símbolo de Fé de Nicéia, que rezava apenas “Cremos no Espírito Santo” e acrescentou-lhe as palavras “Senhor e fonte de vida, que procede do Pai, e é adorado e glorificado com o Pai e o Filho, e falou pelos Profetas”.

“Por fim, na primavera, o Concílio de Constantinopla (381), depois de muitas discussões, pôs fim a todas as discussões dogmáticas, suscitadas depois de Nicéia pela proliferação do erro, e anatemizou todos os hereges (…), formulando uma doutrina que, depois de resumida, se exprimiu no famoso Credo niceno – constantinolopilitano, o Credo da nossa Missa” (ROPS, Daniel.Op. cit. p, 573)

Eis os 12 artigos de fé do Símbolo niceno-constantinopolitano:

1. Creio em um só Deus, Pai todo-poderoso, Criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis.

2. Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos: Deus de Deus; Luz da Luz; Deus verdadeiro de Deus verdadeiro; gerado, não criado, consubstancial ao Pai. Por ele todas as coisas foram feitas. E por nós homens e pela nossa salvação, desceu dos céus

3.e se encarnou pelo Espírito Santo, no seio da Virgem Maria, e se fez homem.

4.Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado.

5. Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras,

6.e subiu aos céus, onde está sentado à direita do Pai.

7. E de novo há de vir em sua glória, para julgar os vivos e os mortos; e o seu reino não terá fim.

8.Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho; e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: Ele falou pelos profetas.

9. Creio na Igreja, una, santa, católica e apostólica.

10. Professo um só batismo para a remissão dos pecados.

11.E espero a ressurreição dos mortos

12.e a vida do mundo que há de vir. Amém.

_________
NOTAS:

(1) Segundo Dom Estêvão Bettencourt,OSB, “São Paulo em I Cor 15,3-8 reproduz uma antiga fórmula de fé que ele mesmo já recebeu definitivamente redigida poucos anos (dois, cinco, oito anos?) após a Ascensão do Senhor Jesus” (cf. Revista Pergunte e Responderemos n.º 545 de novembro de 2007,p.484 )
(2) O Símbolo de Nicéia limitava-se quanto ao Espírito Santo a esta simples afirmação de fé [“E cremos no Espírito Santo”]. Mas, no fim do século IV, como diversas correntes heréticas tivessem atacado a divindade da terceira Pessoa da Santíssima Trindade, a Igreja viu-se na necessidade de proclamá-la mais explicitamente, e foi redigido o versículo que diz respeito no nosso texto atual [Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho; e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: Ele falou pelos profetas]. Completou-se também o texto com as afirmações de fé que se referem à Igreja, ao batismo, à absolvição dos pecados, à ressurreição dos mortos e à vida eterna, que são afirmações com as quais se encerram o nosso Credo. Uma tradição não de todo unânime pretende que estas precisões foram obra do Concílio de Constantinopla, em 381. Em qualquer caso, é certo que foi neste último Concílio [de Constantinopla, em 381] que elas foram elaboradas, se não formuladas, e é por isso que se designa vulgarmente o nosso texto atual com o nome de Símbolo niceno-constantinopolitano” (cf. ROPS, Daniel.Op. cit. p, 457, nota nº. 19 [com adaptação, grifo nosso]).
(3) Cf. BETTENCOURT, Estêvão. Curso de História da Igreja. Rio de Janeiro: Mater Ecclesiae, Módulo 8, p.29 – 32.
(4) Termo grego que provém da junção de homos, que significa “o mesmo”, e ousios, proveniente de ousía, que significa substância ou essência.

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