Foi atado e conduzido a Pôncio Pilatos, governador romano da Judeia, para que este confirmasse e executasse a sentença capital decidida pelas autoridades religiosas judaicas. No entanto, diante de Pilatos, estas autoridades apresentaram-lhe outras falsas acusações, envolvendo a paz social e política, e não se detendo na real acusação, de cunho religioso, isto é, de “blasfêmia”.

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