Não. Assim como qualquer pessoa guarda fotos de entes queridos que se foram, as imagens são como retratos em três dimensões de homens e mulheres que a Igreja, com a autoridade que lhe é inerente, proclamou santos e santas, isto é, dignos de serem venerados (honrados, homenageados) como exemplos de fé e de virtude para todos os fiéis. O amor que os católicos devotam aos santos não tem como fim as imagens em si, mas sim àqueles homens e mulheres que as imagens representam.

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