Desde que escolheu Abraão para torná-lo pai do povo judeu, Deus abandonou os gentios à sua própria corrupção, passando estes a viverem em total desordem e idolatrando falsos deuses, como bem observou o Apóstolo São Paulo (cf. Romanos 1). No entanto, embora “o povo judaico tenha sido o único povo que pôde ser propriamente chamado de ‘Povo de Deus’, não se pode negar que houve entre os gentios alguns eleitos de Deus, que passaram a pertencer à comunhão dos santos” (cf. Santo Agostinho de Hipona, Cidade de Deus 18,47; Carta 102,2,15).

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