A consciência é a própria inteligência que julga a moralidade dos nossos pensamentos, palavras, atos e omissões. Há no homem uma “força” que regula constantemente, como norma absoluta do bem e do mal, sua atividade ou passividade moral. Como não há norma sem legislador, é claro que Deus é a fonte de toda moralidade, Supremo Juiz do bem e do mal; e a voz da consciência é o eco da voz de Deus. Como afirmava o Cardeal Newman, “o fato de, ao desobedecer à voz da consciência, nos sentirmos responsáveis, confusos e receosos, supõe que existe um Ser (=Deus), perante o Qual nos reconhecemos responsáveis, temos receio de comparecer e cuja Justiça tememos”.

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