Certos ambientes "católicos" nada mais são do que núcleos socialistas disfarçados com uma roupagem religiosa. Não obedecem ao Papa, que proíbe invasões de terra e o ensino da teologia da libertação nos seminários. Nem crêem em sua doutrina – que não é sua, é da Igreja, é de Cristo! -, que afirma a legitimidade da propriedade privada, e condena o igualitarismo e o agro-reformismo coletivista e confiscatório.

Impulsionada por esses grupos – à frente dos quais encontramos até uns poucos mas influentes padres e Bispos, afastando-se da Igreja a qual deveriam servir e seguir -, avança a reforma agrária esquerdista, que já levou outros países à ruína. Apontam-na como a solução para os problemas do país, e quem a ela se opõe, logo é considerado um oligarca adepto do capitalismo selvagem. Não sou nem um nem outro. Porém devo afirmar que o sistema de reforma agrária que se quer implantar no Brasil, além de imoral e injusto – pois tira a propriedade de seu legítimo dono, e convalida um modelo de matriz comunista -, ao contrário de resolver a pobreza e a fome, as agrava.

A propriedade privada é uma garantia para o produtor rural. E sem ele, o Brasil quebra! Substituir o agronegócio, que sustenta a economia pátria e alcança elevadíssimos índices de produção e venda, por uma economia rural marcadamente informal, improvisada e familiar, é desprestigiar o produtor que investe no país e, por uma agricultura e pecuária fortes, contribuem para o desenvolvimento nacional.

Só as obtusas mentes revolucionárias – e suas "romarias da terra", suas "CPT´s", suas "CEB´s/sindicatos" – não enxergam a realidade, hipnotizadas que estão pela ideologia. Menos tributos, mais valorização do trabalho e dos empresários rurais, fidelidade ao Papa e à doutrina social da Igreja, acabariam com a fome e com as "teologias da libertação".

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