Isto pode se dar por várias razões, entre elas a cegueira do entendimento e a dureza do coração humano, que são decorrência do pecado. Quando os homens abandonam a Deus, Deus os abandona também aos seus próprios caprichos (cf. Romanos 1,23-24). Santo Agostinho, em sua obra “A Cidade de Deus”, refuta seriamente todos os absurdos derivados do Politeísmo.

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