Desde o princípio, os cristãos se opõem à imoralidade do aborto, por atentar contra a vida, dom de Deus.

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“Não matarás o embrião por meio do aborto nem farás que morra o recém-nascido” (Didaqué, 96 dC).

“É um homicídio premeditado impedir de nascer; pouco importa que se suprima o nascimento ou que se faça desaparecer durante o tempo que antecede o fato. É já um homem aquele que o será” (Tertuliano; +220; Apologia IX,8).

“Os que sabem que não suportamos sequer a vista de uma execução capital segundo a justiça, como nos irão acusar de assassinato ou de antropofagia? Quem dentre vós outros não gosta das lutas dos gladiadores ou das feras, e não preza os que as organizam? Quanto a nós, porém, pensamos que o ver morrer se aproxima do matar, nós que nem queremos ver matarem, para não nos mancharmos com tal impureza? Ao contrário afirmamos: “Os que praticam o aborto cometem homicídio e irão prestar contas a Deus do aborto. Por que razão haveríamos de matar? Não se pode conciliar o pensamento de que a mulher carrega no ventre um ser vivo, e portanto objeto da Providência divina, com o de matar cedo o que já iniciou a vida” (Atenágoras de Atenas; +181; Súplica pelos cristãos 3, 10).

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