Dedicou-se à arte, à literatura e à filosofia, sem professar religião alguma. Certo dia entrou numa igreja católica, quando durante a Missa se cantava o Sanctus, Sanctus, Sanctus… Todos se ajoelharam. Mais tarde escrevia ele: “Como? Ajoelhar-me eu? Meu orgulho protestava com todas as suas fibras contra tal humilhação. Mas, já que eu estava ali, ajoelhei-me como as demais pessoas. Quando se levantaram, também eu me levantei, mas algo havia mudado dentro de mim. Eu já era católico pela metade, pois meu orgulho se tinha quebrantado; eu me tinha ajoelhado”. Procurou instruir-se na doutrina católica. Foi batizado e mais se dedicou à pintura, pela qual exprimia sua ânsia de Deus. Finalmente tornou-se monge beneditino e escreveu sua autobiografia intitulada Unruhe zu Gott (=Inquietude para com Deus).

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