Editora: Senac (São Paulo-SP)
Ano: 2002
Páginas: 223 pp.

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Distingam-se o plano terapêudico do filosófico no livro em pauta. No tocante à higiene física e menatal, o autor sabe dar bons conselhos e recomendações. Todavia, no plano filosófico, Nuno Cobra é ambíguo: ora professa que todo homem é um deus, ora apresenta Deus distinto do homem e transcedente.

Conseqüentemente, o livro merece restrições. Sem dúvida, tem pleno valor os seus preceitos de higiene física e mental; mas não se pode crer que a felicidade ocorre pelo mero desenvolvimento das potencialidades do indivíduo: requer-se também uma podagem, indispensável para obter a harmonização dos instintos.

O livro, por suas normas de higiene, pode ser válido para um cristão, mas é insuficiente para levá-lo à plena felicidade.

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