“A Missa da Meia-Noite se caracteriza antes do mais pela perícope evangélica do nascimento de Cristo em Belém (Lucas 2,1-14). Esta perícope termina com o canto dos anjos, que é, como se sabe, o início do Hino do Glória da Missa, e lhe deu o nome. No dia de Natal esse Hino assume uma tonalidade toda especial.

A leitura veterotestamentária (Isaías 9,1-6) proclama a esperança messiânica que se cumpriu nesse dia festivo: ‘O povo que caminhava na escuridão viu uma grande luz… Pois nasceu-nos um Menino, um Filho nos foi dado. Sobre seus ombros está o império e seu Nome é: Conselheiro Admirável, Deus Forte, Pai Perpétuo, Príncipe da Paz’.

A 2ª Leitura (Tito 2,11-14) percorre o espaço de tempo que vai da primeira manifestação da graça de Deus até à Epifania do final dos tempos, para a qual o cristão deve se preparar, vivendo ‘sensata, justa e piedosamente neste mundo'” (Adolf Adam. “O Ano Litúrgico”. Ed. Paulinas, 1ª ed., 1982, p.126).

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