Sim, pois se um Homem-Deus não tivesse se sacrificado por todos nós, nunca os nossos pecados teriam sido apagados. Todo ser humano possui uma dignidade finita, manchada pelo pecado, e, por isso mesmo, não pode, por si mesmo, oferecer ao Deus Puríssimo senão um sacrifício também finito, limitado, impuro, de modo que este sacrifício seria sempre insuficiente para alcançar a redenção para si mesmo ou, muito menos, para a humanidade decaída. Era, portanto, necessário um sacrifício de valor infinito, que somente um Homem-Deus, imune ao pecado, poderia oferecer para apagar a nossa ofensa infinita, considerando-se a majestade do Ser Ofendido (=Deus).

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