Pelo contrário, Jesus lhe dirigiu algumas palavras com doçura e tranquilidade de alma, o que é algo bem mais difícil de fazer nessas ocasiões do que oferecer a outra face. Com efeito, estando preso e sabendo que seria condenado à morte, não lhe teria sido difícil oferecer a outra face; no entanto, agiu de modo mais altivo: respondeu ao servo com perfeição de atos e palavras, e entregou o Seu corpo a tormentos ainda maiores (cf. Santo Agostinho, “Tratado sobre o Evangelho de João” 113,4).

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