Pandemia da AIDS, uma vacina 100% segura: a castidade

Frente à pandemia da AIDS, uma vacina 100% segura:  a castidade


A salvaguarda contra o vício  –  que é uma “doença moral” –  é a prática da virtude. Para conter a gigantesca expansão da epidemia universal da AIDS, o único remédio eficaz é a prática da castidade perfeita, ou da castidade matrimonial.


Propaganda enganosa induz à devassidão

Especialistas do mundo inteiro alertam para essa visão enganosa, que tem induzido muitos à prática homossexual e outras libertinagens sexuais, imaginando que não serão infectados. Assim, perde-se o receio do contágio – uma das poucas barreiras que ainda existem ao alastramento da incurável doença, que vem causando a morte de mais de três milhões de pessoas por ano.


Um mínimo de honestidade nas informações


            Precisamente com o objetivo de não induzir a população ao engano, por meio de certos mitos largamente difundidos, o governo norte-americano recentemente pediu ao Center for Disease Control and Prevention (Centro de Controle e Prevenção de Doenças) para corrigir equivocadas informações divulgadas pela Internet sobre preservativos e AIDS,  substituindo-as por “dados mais honestos”.
   Assim, pediu que se mudasse a informação a respeito de preservativos. O que antes era registrado como “altamente eficazes” foi trocado por: “poderiam prevenir a AIDS, mas não são 100% eficazes”.
Também corrigir a informação, que anteriormente constava: “para aqueles que têm relações sexuais, preservativos de látex são sumamente eficazes, quando usados corretamente”. Agora consta: “Os preservativos apenas reduzem o risco de se contrair uma doença de transmissão sexual. Entretanto, nenhum método protetor é 100% eficaz, e o uso de preservativo não pode garantir a proteção absoluta contra nenhuma enfermidade”

Pseudo-segurança e aumento das infecções 

  
            Essas novas informações correspondem a estudos fidedignos a respeito da propalada “segurança” dos tais profiláticos. Um desses estudos teve como resultado que podem falhar em aproximadamente 30% na proteção e, assim, transmitir o incurável vírus agente causador da AIDS. Há várias conclusões nesse sentido. Abaixo, a transcrição do resultado obtido pela Dra. Susan C. Weller, PhD, professora de saúde preventiva da Escola Médica de Galveston, Universidade do Texas, depois de 11 testes sobre a efetividade do preservativo.  
“Estes resultados indicam que os usuários do preservativo terão cerca de um terço de chance de se infectar em relação aos indivíduos praticando sexo ‘desprotegido’. O público em geral não pode entender a diferença entre ‘os preservativos podem reduzir o risco de’ e ‘os preservativos impedirão’  a transmissão do HIV. É um desserviço encorajar a crença de que os preservativos impedirão a transmissão do HIV. Preservativos não poderão eliminar o risco da transmissão sexual e, de fato, podem somente diminuir um pouco o risco”. Será que nosso Ministério da Saúde também publicará uma correção de suas anteriores informações, por outras “mais honestas”? Ou continuará a enganar a população, recomendando o inadequado uso de tais produtos?


Comoção nos Estados Unidos: homossexuais contraem AIDS “de propósito”


WASHINGTON, 29-1-03 (ACI) – A última edição da revista “Rolling Stones”, habitualmente dedicada ao mundo do espetáculo, publicou um artigo que comoveu a sociedade norte-americana ao revelar a última moda homossexual: buscar infectar-se pela AIDS e transmiti-la intencionalmente.
O artigo  Buscando o Bicho, de Gregory Freeman, relata a conduta suicida de um elevado número de homossexuais que perseguem  intencionalmente o contágio, mantendo relações sexuais com o maior número possível de infectados.
O autor trata de justificar a macabra tendência a partir do desejo homossexual de pertencer a um determinado grupo ou “irmandade”, do qual supostamente fazem parte os infectados.
Freeman também argumenta que o motivo dessa conduta seria uma busca insaciável de experiências desconhecidas, cujo clímax, de acordo com esta lógica, seria contagiar-se pelo vírus.
Como terceira e última explicação, o autor aponta um grupo de homossexuais que acreditam que vão acabar se contagiando com o vírus de qualquer maneira, e sentem que infectar-se propositadamente lhes dá “maior controle” sobre a situação.
Para várias organizações que trabalham para impedir a difusão da AIDS, o problema é muito mais grave que uma crise de identidade, e encobrir essa tendência pode ser nefasto aos  esforços visando combater a epidemia.


Não existe promiscuidade segura


Sobre o risco na utilização de preservativos, muitas análises realmente sérias têm sido feitas. Todas mostram, como evidência científica, um nível de falhas devido à porosidade do material utilizado. Este não impede a transmissão de um vírus de dimensões microscópicas, como é o HIV, 400 vezes menor que um microgameta. Os testes comprovam que não são seguros sequer para se evitar uma gravidez. Muito menos o serão, portanto, para impedir a transmissão do vírus da AIDS.
            Esses resultados, infelizmente pouco difundidos por nossa mídia, são  encontráveis em publicações especializadas, sobretudo norte-americanas. Tão numerosos, que nos é impossível aqui transcrevê-los, ainda que sinteticamente. Mas o leitor que desejar obter a íntegra de alguns desses estudos, facilmente os encontrará via internet, por exemplo, no site do National Institute of Health:  www.nih.gov.
Tal distribuição vai na contramão da prédica feita por João Paulo II, por ocasião de sua visita a Uganda, quando, dirigindo-se aos jovens reunidos no Estádio Nakibubo, em Kampala, declarou:
“A pureza de costumes, disciplinadora da atividade sexual, é o único modo seguro e virtuoso para pôr fim à trágica praga da AIDS, que tem ceifado tantos jovens” (“Osservatore Romano”, 8/9-2-1993).


Não é mais um sonho, é um pesadelo


Há uma década, cientistas do mundo inteiro sonhavam com a descoberta de uma vacina anti-AIDS. Agora o sonho transformou-se em espantosa decepção e em pesadelo: a mutabilidade do vírus dificulta o encontro de qualquer preventivo. Em 1994, diziam que em 10 anos ter-se-ia a vacina; atualmente os cientistas falam em mais 10 anos, pelo menos. O próprio descobridor do vírus, Luc Montaigner, considera que uma vacina ainda é um sonho muito distante. 
Já naquela época os dados eram assustadores. Passados quase 10 anos, as perspectivas são ainda mais sombrias. A epidemia alastrou-se, transformando-se em pandemia (uma epidemia quando atinge todos os continentes), e ameaça dizimar nações inteiras, podendo-se constatar já o início dessa dizimação. E as previsões mais alarmistas de então ficaram ultrapassadas pela realidade.
O alastramento do HIV/AIDS pelos cinco continentes segue seu caminho em alta velocidade. Os números são estarrecedores, as conseqüências dantescas e os dados volumosos. Apenas enumeraremos algumas informações a respeito.


Brasil: menos mortes, mas a infecção pelo HIV cresce.


            Como não somos daqueles que apreciam a tática do avestruz, daremos um salto para outro continente, a fim de tratar da situação da AIDS no Brasil. Dados fornecidos pelo Ministério da Saúde indicam que em nosso País existem aproximadamente 600 mil portadores do HIV.
            Mas, como uma pessoa infectada pelo vírus da AIDS pode demorar, em média, entre 8 e 10 anos para começar a desenvolver os sintomas, a cifra acima pode ser maior. 
            Humberto Costa, Ministro da Saúde do atual governo, afirmou poder existir atualmente no Brasil cerca de 400 mil pessoas portadoras do vírus, mas que desconhecem o fato. “Essas pessoas podem ser transmissoras involuntárias da doença”. Disse ainda que seu ministério acredita que vá gastar cerca de  40 milhões de reais por ano com o projeto para incentivar as pessoas a fazerem exames para detectar a presença do HIV. Com tal finalidade, no dia 31 de janeiro último foi lançada oficialmente a  campanha Fique Sabendo. Desse modo, teremos uma cifra mais próxima da realidade.
           No Brasil, apesar de o governo distribuir gratuitamente os coquetéis anti-AIDS (aplicação de uma combinação enorme de anti-retrovirais), e obter com isso um certo declínio das mortes por AIDS (uma vez que os coquetéis prolongam a vida de aidéticos), infecções pelo HIV continuam crescendo, segundo as estatísticas. Alguém ousaria negar que, com esse prolongamento da vida dos doentes de AIDS, estes terão mais tempo para contaminar outros?


Combater a causa e não os efeitos.


Diante desse quadro apocalíptico, alguém poderia ficar acabrunhado e indagar: “Então não há solução? Os preservativos são condenados pela moral católica, além de não serem nada seguros. Esta balela de ‘sexo-seguro’ é invenção da mídia, com sua propaganda enganosa. E não há remédio, as esperanças, depositadas nos cientistas se viram frustradas”.
            De fato, o quadro da situação é sombrio, como ficou evidenciado em Barcelona, na Conferência Internacional sobre a AIDS. Isto porque não se procurou a solução onde realmente ela existe, ou seja, na moral católica; na prática da castidade perfeita até o momento do matrimônio monogâmico e indissolúvel; na fidelidade conjugal, o que equivale à prática da castidade própria ao estado matrimonial. Sem isto – que poderíamos chamar de vacina moral contra a AIDS – não haverá freio à expansão da pandemia.
“É melhor prevenir que remediar” – é um adágio universalmente conhecido. Então, por que não prevenir? Antes de tudo, há necessidade de prevenção. Não através de preservativos, que são moralmente ilícitos e não resolvem o problema. Prevenção autêntica cifra-se a uma boa formação, segundo a moral católica.
Por que então não voltar a ensinar os verdadeiros valores morais às crianças e adolescentes, tanto nas famílias quanto nas escolas? Ensinar o que diz o catecismo sobre o 6º e 9º Mandamentos: “Não pecar contra a castidade” e “Não desejar a mulher do próximo”. Mostrar-lhes, por exemplo, que a castidade é o único meio verdadeiramente eficaz e seguro de não se tornar aidético; falar-lhes sobre a beleza da virgindade; incentivar-lhes horror ao vício execrável e à aberração que representa o nefando pecado contra a natureza; explicar-lhes quanto isso é abominável aos olhos de Deus e dos homens. Assim, evitar-se-á de fato a propagação da AIDS, pois será uma atuação em profundidade, apontando as verdadeiras causas dessa enfermidade incurável.

 Castidade, única solução contra a AIDS.


            O vice-presidente da Academia Pontifícia para a Vida, Mons. Elio Sgreccia,  defende a tese de que o preservativo, utilizado como panacéia, é uma solução destinada ao fracasso: “Pode ser um autêntico engano e motivo de uma difusão do contágio, pois o preservativo não preserva: tem uma ampla margem de falha. Ademais, constatamos que, quando se dá a ilusão de que constitui um recurso seguro, acaba-se aumentando os comportamentos sujeitos a risco, como droga e sexo”. Segundo Mons. Sgreccia, o único preservativo cientificamente comprovado contra o AIDS é “a castidade antes do matrimônio e a fidelidade durante o matrimônio, no que se refere a comportamentos sexuais”.
  Parece que, por fim, alguns setores da opinião pública estão começando a tender para a solução acertada. Como exemplo, lembramos a proposta, hoje no Congresso norte-americano, que favorece instituições promotoras da abstinência sexual para os adolescentes.  Nela se lê: “Não há médico do mundo que vá negar que o único método anticoncepcional e anti-AIDS  100%  seguro é a ausência de relação sexual”. A medida, que poderá se tornar lei, ainda afirma: “Quem [órgãos públicos e ONGs] defende o uso de preservativos e de pílulas anticoncepcionais como política sexual terá  a verba cortada”.


Ou conversão, ou castigo inimaginável.


            O meio eficiente para se remediar o gravíssimo mal que assola os cinco continentes não é outro senão o cumprimento integral dos preceitos divinos. Sem isso, é de se recear que a cólera de Deus se volte contra a humanidade pecadora, que se rebelou contra Ele e contra a ordem natural. A presente disseminação da AIDS não é uma manifestação dessa cólera? Não será que castigos ainda piores poderão dizimar povos inteiros, se não houver uma conversão sincera e profunda?       
Aliás, é o que todos já conhecemos, da profecia de Fátima em 1917, quando Nossa Senhora revelou que “várias nações desaparecerão”, caso os homens não se convertessem e não fizessem penitência.
Esperaremos a vinda dos castigos, para só então nos convertermos? Teremos tempo para isso?
            Devemos rezar fervorosamente, pedindo por nossa conversão, do Brasil e do mundo, confiantes no acolhimento da Virgem Puríssima. Ela que, maternalmente, poderá nos proteger em meio à completa desordem moral e à corrupção dos costumes –  uma  verdadeira “epidemia” de imoralidade – que se alastra neste início de século e de milênio. Rezar, evidentemente, e muito, mas também lutar contra a degradação moral em nosso País.
E lutar é, por exemplo, reagir corajosamente contra a tentativa de se implantar em nossa Pátria o chamado “casamento” homossexual – uma das aberrações que por várias vezes, na calada da noite, quiseram aprovar no Congresso Nacional.


Números sobre a AIDS de acordo com os dados fornecidos pela UNAIDS e OMS correspondente à expansão universal da AIDS até o final de 2002.


Diariamente, em 2002 houve uma média de 14.000 novos casos de HIV/AIDS.
Em menores abaixo de 15 anos: 2000                                   Em adultos, entre 15 e 49 anos: 12000 ( 50% são mulheres )
· Número de pessoas sobrevivendo com HIV/AIDS – 42 milhões
· Total do mortes causadas pela AIDS desde o descobrimento da moléstia em 1981 – 22 milhões
· Novas infecções pelo HIV contraídas em 2002 – 5 milhões
· Mortes causadas pela AIDS durante 2002 – 3,1 milhões
· Crianças ( com menos de 15 anos ) sobrevivendo com HIV/AIDS – 3,2 milhões
· Crianças que contraíram o HIV em 2002 – 800 mil
· Crianças mortas devido à AIDS em 2002 – 610 mil
· Crianças órfãs devido à AIDS – 14 milhões
Números de pessoas sobrevivendo com HIV/AIDS por regiões:
· África Subsaariana – 29,4 milhões
· Sul e sudeste da Ásia – 6 milhões
· América Latina – 1,5 milhão
· Ásia Oriental e Ásia Central – 1,2 milhão
· América do Norte – 980 mil
· Europa Ocidental – 570 mil
· Norte da África e Oriente Médio – 570 mil
· Caribe – 440 mil
· Austrália e Nova Zelândia – 15 mil
· Total de Infectados – 42 milhões

 

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