Para que essas profecias de cunho não-religioso, que se cumpriam em curto prazo, pudessem servir de prova para aquelas profecias de cunho religioso (que são mais importantes por envolver a salvação do gênero humano) que deviam se cumprir muito depois, especialmente no que diz respeito ao Messias, Jesus Cristo. Desta forma, a efetiva destruição do Templo de Jerusalém, a dispersão dos judeus, a conversão dos pagãos e outras profecias religiosas devidamente cumpridas constituem para nós, que hoje vivemos, uma prova certa de que também as demais profecias ainda não-cumpridas também se cumprirão ao seu tempo (p.ex.: a perseguição do Anticristo, a segunda Vinda de Cristo, a ressurreição dos mortos etc.).

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