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Esta categoria reúne artigos sobre temas e acontecimentos atuais sob a lente da doutrina católica.

Uma amostra da verdadeira face do movimento LGBT

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** Testemunho retirado do Facebook sobre a confusão armada pelos militantes gays na primeira reunião da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, agendada para o dia 20/03/2013.

Acabei de sair da reunião da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados. 

Eu estava trabalhando, cumprindo minha função e quase fui agredida.

Hoje seria discutido o tema referente aos portadores de transtornos mentais e os manicômios no Brasil. Um debate que estava sendo solicitado há mais de dois anos .

A Audiência Pública seria em parceria com a Comissão de Direitos Humanos e a Comissão de Seguridade Social e Saúde, ambas da Câmara dos Deputados. E ela estava sendo presidida pelo Deputado Henrique Afonso, que é do PV. 

O Movimento Gay estava lá e seus militantes não deixaram o debate acontecer. 

Foi horrível! Lamentável!

No lugar onde eu estava sentada, ao lado do Deputado Eurico (de Pernambuco) eu quase fui agredida e o deputado também.

A discussão do tema foi solicitada pelo Deputado Henrique Afonsos do PV/AC. 

Este parlamentar, um homem sério, tem grande atuação na área e demonstra grande preocupação com os doentes mentais no Brasil e com a execução das políticas públicas voltadas para este público.

Um tema tão importante não foi debatido, os parlamentares foram agredidos verbalmente e por pouco não houve agressões fisicas. Alguns, inclusive, tiveram que sair do plenário acompanhados de policiais. A exemplo do Deputado Jair Bolsonaro e Marcos Feliciano.

Resumindo: o Movimento Gay não deixa que outras minorias e outros segmentos sejam atendidos pela Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados

Sabem porque?

Fiquem atentos, o interesse é memo financeiro, pois o Movimento Gay, em espacia a ALGBT querem mesmo são emendas orçamentárias aprovadas naquela Comissão para o Orçamento da União.

Teve um ano que passou de 11 milhões de reais. Isto é público. Tem até um veio circulando aí que o presidente da ALGBT manifesta seus agradecimentos os pela liberação do valor.

Creio que todos os manifestantes que estavam lá são financiados com recursos públicos.

E os doentes mentais? Bem, hoje eles tiveram seus direitos cassados pelo Movimento Gay.

Veremos de quem mais eles vão cassar os direitos nas próximas reuniões pois os militantes que estavam lá disseram que não vão deixar nenhum debate acontecer naquela Comissão. 

Não estou aqui entrando nesta guerra que estão promovendo contra o Pastor Marcos Feliciano, mas depois que vi hoje, depois que fizeram com os doentes mentais do Brasil, não posso ficar calada.

Eu sei que vivo em um país democrático. Mas começo a ficar na dúvida.

Fica aqui registrado meu repúdio e minha indignação.

João Paulo II ou Bento XVI?

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João Paulo II morreu aos 84 anos em 2 de abril de 2005. Em 2002, o jornalista Mario Prata escrevia criticando a obstinação do pontífice em governar a Igreja com aquela idade e com seu precário estado de saúde:

 

Há uma semana vi o nosso papa na televisão. Sem ironia nenhuma, ele estava babando. Lendo um texto, todo curvado, denotando dores, articulando com extrema dificuldade, o papa babava. Será que nenhuma pessoa importante da Igreja Católica Apostólica Romana vai tomar uma providência? Deixar que o homem descanse em paz? João Paulo II está com 82 anos e é o nosso papa há 24 anos.

[...]

Comprem uma casinha numa montanha da Polônia e coloquem o homem lá, com todas as mordomias que ele merece. Que ele passe seus últimos dias cuidando de outras ovelhas. Aposentem quem não tem mais condições.[1].

 

Bento XVI anunciou sua renúncia aos 85 anos em 11 de fevereiro de 2013. Em seu anúncio, disse:

 

Depois de ter examinado repetidamente a minha consciência diante de Deus, cheguei à certeza de que as minhas forças, devido à idade avançada, já não são idôneas para exercer adequadamente o ministério petrino. Estou bem consciente de que este ministério, pela sua essência espiritual, deve ser cumprido não só com as obras e com as palavras, mas também e igualmente sofrendo e rezando. Todavia, no mundo de hoje, sujeito a rápidas mudanças e agitado por questões de grande relevância para a vida da fé, para governar a barca de São Pedro e anunciar o Evangelho, é necessário também o vigor quer do corpo quer do espírito; vigor este, que, nos últimos meses, foi diminuindo de tal modo em mim que tenho de reconhecer a minha incapacidade para administrar bem o ministério que me foi confiado[2].

 

A notícia da renúncia de Bento XVI não foi, porém, capaz de agradar à jornalista Barbara Gancia, que escreveu em 15 de fevereiro uma severa crítica ao que ela considera covardia e “frouxidão”:

 

Sinto muito, mas derrotismo por parte de quem deveria zelar por um rebanho de mais de 1 bilhão de fiéis tem limite.

E o poder simbólico da resiliência? Que mensagem de perseverança Bento 16 nos deixa? Muito conveniente exigir todo tipo de sacrifício do fiel e depois exibir publicamente tamanha frouxidão[3].

 

Porém, renunciar ou prosseguir no pontificado até a morte não constituem o cerne da questão. O que há em comum entre Mario Prata e Barbara Gancia (esta última, lésbica declarada) é que ambos não concordam com a doutrina de Cristo pregada pelos dois pontífices: a castidade, o respeito à vida intrauterina, tudo isso seriam valores ultrapassados, que a Igreja insiste em anunciar. É isso que eles deploram.

 

 

“A quem compararei esta geração?”

João Batista e Jesus tiveram comportamentos diferentes. O primeiro submeteu-se a uma rigorosa ascese, alimentando-se de gafanhotos e mel silvestre (Mt 3,4) em preparação para o Messias. O segundo não exigiu de seus discípulos nenhum jejum extraordinário, uma vez que estavam com ele, o Noivo, festejando as núpcias com a Igreja (Mt 9,15). Mas nem João nem Jesus foram bem aceitos.

“A quem compararei esta geração? Ela é como crianças sentadas nas praças, a desafiarem-se mutuamente: ‘Nós tocamos flauta e não dançastes! Entoamos lamentações e não batestes no peito!’ Com efeito, veio João, que não come nem bebe, e dizem: ‘Um demônio está nele’. Veio o Filho do Homem, que come e bebe, e dizem: ‘Eis aí um glutão e beberrão, amigo de publicanos e pecadores. Mas a Sabedoria foi justificada pelas suas obras” (Mt 11,16-19).

Na comparação acima, crianças mal-humoradas recusavam-se a participar de qualquer brincadeira, fosse de um casamento, fosse de um enterro. De modo análogo, os judeus rejeitavam todas as ofertas divinas: tanto a penitência de João quanto a condescendência de Jesus. Mas as boas obras davam testemunho da sabedoria de Jesus e da de seu precursor, João Batista.

João Paulo II e Bento XVI, com comportamentos diferentes diante da doença e da idade, mas idênticos quanto ao Evangelho anunciado, não foram capazes de agradar a “esta geração”. No entanto, pelas suas obras identificamos a sabedoria de ambos.

 

As obras de Bento XVI

Dando prosseguimento ao que fizera seu antecessor, Bento XVI foi um defensor intransigente da cultura da vida. Combateu o relativismo ético e afirmou a existência de princípios não negociáveis, fundados na lei natural universal e imutável. “A adesão a esta lei escrita nos corações – disse o Papa – é o pressuposto de qualquer colaboração social construtiva”[4]. Em nome dessa lei, Bento XVI não fez concessões ao aborto, à eutanásia, à anticoncepção, à manipulação de embriões humanos nem ao reconhecimento das uniões homossexuais. Foi sob o seu pontificado que a Congregação para a Doutrina da Fé escreveu a instrução Dignitas personae (2008), que trata das questões mais recentes de bioética reafirmando a dignidade da pessoa humana e do matrimônio.

Na luta contra o abuso sexual de crianças e adolescentes, o Papa não apenas investigou e puniu com vigor os responsáveis, mas teve o mérito de combater a raiz de tais males: o homossexualismo nos seminários. Em 4 de novembro de 2005, a Congregação para a Educação Católica publicou, com a aprovação do Papa Bento XVI, uma instrução afirmando que a Igreja “não pode admitir ao Seminário e às Ordens sacras aqueles que praticam a homossexualidade, apresentam tendências homossexuais profundamente radicadas ou apoiam a chamada cultura gay”[5].

Nós, brasileiros, temos, em particular, duas dívidas para com esse pontífice. A primeira foi sua viagem missionária ao Brasil em 2007, na qual fortaleceu a identidade católica do nosso povo e canonizou o primeiro santo brasileiro: Santo Antônio de Sant’Ana Galvão. A segunda foi sua mensagem aos Bispos do Regional Nordeste V em visita “ad limina apostolorum” em 28 de outubro de 2010, ou seja, pouco antes do segundo turno das eleições presidenciais que teriam por desfecho trágico para a causa da vida a eleição da candidata do PT, Dilma Rousseff. Prevendo a vitória de um partido favorável à “cultura da morte”, Bento XVI advertiu solenemente os Bispos:

 

Quando, porém, os direitos fundamentais da pessoa ou a salvação das almas o exigirem, os pastores têm o grave dever de emitir um juízo moral, mesmo em matérias políticas (cf. GS, 76).

Ao formular esses juízos, os pastores devem levar em conta o valor absoluto daqueles preceitos morais negativos que declaram moralmente inaceitável a escolha de uma determinada ação intrinsecamente má e incompatível com a dignidade da pessoa; tal escolha não pode ser resgatada pela bondade de qualquer fim, intenção, consequência ou circunstância. Portanto, seria totalmente falsa e ilusória qualquer defesa dos direitos humanos políticos, econômicos e sociais que não compreendesse a enérgica defesa do direito à vida desde a concepção até à morte natural (cf. Christifideles laici, 38). Além disso, no quadro do empenho pelos mais fracos e os mais indefesos, quem é mais inerme que um nascituro ou um doente em estado vegetativo ou terminal? Quando os projetos políticos contemplam, aberta ou veladamente, a descriminalização do aborto ou da eutanásia, o ideal democrático – que só é verdadeiramente tal quando reconhece e tutela a dignidade de toda a pessoa humana – é atraiçoado nas suas bases (cf. Evangelium vitæ, 74). Portanto, caros Irmãos no episcopado, ao defender a vida «não devemos temer a oposição e a impopularidade, recusando qualquer compromisso e ambiguidade que nos conformem com a mentalidade deste mundo» (ibidem, 82)[6].

 

Essas palavras de Bento XVI devem estar sempre em nossa mente. Nenhum cristão, lembrando-se delas, poderá votar em partidos como o PT, que defende a descriminalização do aborto e exige dos seus filiados a adesão à causa abortista.

Por tudo o que nos ensinou, por tudo o que fez e sofreu por nós, Deus lhe pague, Santo Padre!

 

Anápolis, 28 de fevereiro de 2013.

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz

Presidente do Pró-Vida de Anápolis

 

 

[1] Mário PRATA, E o papa, gente? O Estado de S. Paulo, 26 jun. 2002. Disponível em: http://www.marioprataonline.com.br/obra/cronicas/e_o_papa_gente.htm

 

[2] http://www.vatican.va/holy_father/benedict_xvi/speeches/2013/february/documents/hf_ben-xvi_spe_20130211_declaratio_po.html

 

[3] Barbara GANCIA. Bento, o arregão. Folha de S. Paulo, 15 fev. 2013. Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/colunas/barbaragancia/1231017-bento-o-arregao.shtml

 

[4] BENTO XVI. Caritas in veritate, n. 59.

 

[5] INSTRUÇÃO sobre os critérios de discernimento vocacional acerca das pessoas com tendências homossexuais e da sua admissão ao seminário e às ordens sacras, n. 2. Disponível emhttp://www.vatican.va/roman_curia/congregations/ccatheduc/documents/rc_con_ccatheduc_doc_20051104_istruzione_po.html

 

[6] http://press.catholica.va/news_services/bulletin/news/26281.php?index=26281&lang=po. Os negritos são nossos. 

Bento XVI, Bispo Emérito!

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Nosso amado Papa Bento XVI renunciou; agora, é Bispo Emérito de Roma! Após seu histórico gesto de renúncia, marcado por grandeza de alma, humildade, fé, esperança e imenso amor à Igreja, choveram indagações, especulações, do que estaria por trás da atitude do Papa ao renunciar. Não faltaram, inclusive, calúnias, intrigas, de tradicionais inimigos da Igreja. Ao anunciar sua renúncia, o Papa foi claro e preciso, dizendo: “Após ter examinado perante Deus reiteradamente minha consciência, cheguei à certeza de que, pela idade avançada, já não tenho forças para exercer adequadamente o Ministério Petrino”.

 

Ao contrário de muita gente, não me surpreendi, como Bispo Emérito que sou, com a atitude de Bento XVI. Pois, há 50 anos, o decreto Christus Dominus, do Vaticano II, promulgado a 28 de outubro de 1965, pedia, “com empenho, os Bispos apresentassem sua renúncia à Autoridade competente em caso de idade avançada” (C.D.21). O Papa Paulo VI, no motu próprio denominado Ecclesiae Sanctae, regulamentou esta recomendação do Concílio fixando a idade de 75 anos para a renúncia dos Bispos. Esta matéria está claramente legislada no cânon 401 do Código de Direito Canônico, sendo que, no cânon 332, se prevê também a possibilidade de renúncia do Papa. 

 

O Papa, Bispo de Roma, não foi porém incluído na fixação dos 75 anos para a renúncia. Os Cardeais o foram, conservando-se contudo aptos para participar do conclave eletivo do Papa até os 80 anos de idade, motivo pelo qual Dom Cláudio Hummes e Dom Geraldo M. Agnelo, Bispos eméritos, com menos de 80 anos participam da eleição do Papa. As razões alegadas por Bento XVI para a sua renúncia são claramente as indicadas pelo Concílio, 50 anos atrás!

 

A Igreja, Mãe e Mestra, na longa história do Papado, reconhece que somente Celestino V renunciou. Ele era monge e ficou no governo da Igreja somente cinco meses, renunciando já bastante idoso, no ano l294, por se sentir incapaz para o cargo. Dante Alighieri o colocou no inferno pela renuncia e a Igreja o declarou santo!

 

Acredito que a generosa, profética atitude do Papa Bento, agora Bispo Emérito de Roma, aprofundará o estudo sobre as questões práticas que envolvem os EMÉRITOS, abrangendo todos os ministros ordenados, do Papa ao Diácono. A Conferência dos Bispos do Brasil já avançou muito no campo dos Bispos Eméritos, tendo inclusive constituído (19 de outubro de 2012) uma Comissão Especial para os Bispos Eméritos. O Papa Bento, em seu ato oficial de renúncia, afirma que “ no mundo de hoje, sujeito a rápidas transformações e sacudido por questões de grave relevo para a vida da fé, para conduzir a barca de São Pedro e anunciar o Evangelho, é necessário também o vigor tanto do corpo como do espírito, vigor que nos últimos meses, diminuiu em mim...” (...)

 

Bendito seja o Papa Bento, Bispo Emérito de Roma, por sua atitude profética! Que, em seu amor profundo à Igreja, a humanidade toda reze de maneira especial por nós, conservando-nos em seu coração, pois em nossos corações, ele tem permanente morada e imensa gratidão!

 

* O autor é Bispo emérito de Blumenau (SC)

 

Fonte: Voz da Igreja.

Bento XVI: Adeus ao Vaticano antecede fim do pontificado

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Cidade do Vaticano, 28 fev 2013 (Ecclesia) – Bento XVI deixou hoje o Palácio Apostólico do Vaticano rumo à residência pontifícia de Castel Gandolfo, arredores de Roma, onde conclui o seu pontificado.

 

O Papa cumprimentou o seu secretário de Estado, cardeal Tarcisio Bertone, no pátio de São Dâmaso, perante um piquete da Guarda Suíça e outros responsáveis da Santa Sé e Diocese de Roma, seguindo depois para o heliporto do Vaticano, onde se despediu do decano do colégio cardinalício, D. Angelo Sodano.

 

O momento foi assinalado pelo repicar dos sinos na Basílica de São Pedro.

 

Bento XVI foi recebido em Castel Gandolfo pelo presidente e o secretário do governo do Estado da Cidade do Vaticano, respetivamente o cardeal Giuseppe Bertello e D. Giuseppe Sciacca, bem como pelo presidente do município e outras autoridades civis.

 

Após o final do pontificado, o cardeal camerlengo e seus colaboradores vão selar o escritório e o quarto do Pontífice, bem como o elevador que lhes dá acesso, anunciou hoje o Vaticano.

 

Bento XVI leva consigo documentos de “caráter pessoal”, mas não os que digam respeito “ao governo da Igreja” e às suas funções anteriores como perfeito da Congregação para a Doutrina da Fé, que serão arquivados, anunciou o Vaticano.

 

A última aparição pública de Bento XVI foi a saudação à população desde a varanda central do palácio apostólico de Castel Gandolfo, propriedade da Santa Sé.

 

O final do pontificado de Bento XVI, às 20h00 (menos uma em Lisboa), vai ser assinalado pela partida da Guarda Suíça e o encerramento dos portões da residência pontifícia de Castel Gandolfo, arredores da capital italiana.

 

Este será o único sinal visível do início da Sé vacante – período entre a morte/renúncia de um Papa e a eleição do seu sucessor – à hora determinada pelo próprio Bento XVI quando apresentou a resignação, no último dia 11.

 

A renúncia ao pontificado apresentado implica ainda a inutilização do Anel do Pescador (anulus piscatoris) e do selo de chumbo, insígnias oficiais do Papa.

 

De acordo com a constituição apostólica ‘Universi Dominici Gregis’ (1996) de João Paulo II, está é também uma tarefa do cardeal camerlengo. D. Tarcisio Bertone, e dos seus colaboradores.

 

O gesto tem o significado de sublinhar que no período da Sé vacante - tempo entre o fim do pontificado e a eleição do Papa - ninguém pode assumir prerrogativas próprias do bispo de Roma.

Fonte: Agência-Ecclesia. 

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