Eva Lavallière era uma atriz de vida desregrada. Como tal, fazia o papel de mulher feliz, mas carregava dentro de si uma tragédia. Chegou ao desespero e às portas do suicídio. Caiu doente e foi procurar alívio no espiritismo, mas sem resultado. Voltou-se então para o Catolicismo e perguntou a uma amiga: “Julgas que Deus me aceitará após uma vida tão devassa?” Pôs-se a ler e conversar com pessoas amigas e finalmente redigiu uma carta, da qual dizia: “Custa-me muito escrever esta carta, e mais ainda custa-me enviá-la: nela vai proclamada a minha morte ao teatro. Nunca mais representarei!” Após nova enfermidade, que lhe proporcionou viva experiência de Deus, resolveu dedicar-se ao serviço dos semelhantes.

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