China Registra Milhares de Conversões Anuais ao Catolicismo.



Pequim, 29 março (RV) – A cada ano, na China, registram-se centenas de milhares de conversões ao Catolicismo: foi o que referiu hoje, Pe.Giovan Battista Zanchi, Superior Geral do PIME (Pontifício Instituto das Missões Exteriores), falando no Congresso Internacional em curso em Roma, sobre a “Igreja Católica na China de 1840 a 1911”. Pe. Zanchi informou sobre as iniciativas de oração “para o perdão e a  reconciliação” entre católicos chineses da chamada Associação Patriótica  Chinesa (a Igreja Católica “oficial”, reconhecida pelas autoridades chinesas, mas não fiel a Roma nem ao Papa) e os fiéis da Igreja Católica “clandestina” (perseguida pelas autoridades chinesas, porque se mantém fiel  ao Papa e à Igreja de Roma). O religioso anunciou uma mostra, até agora exposta apenas na ilha de Macau,  e que em breve, chegará também à China Popular: a exposição documenta o  grande “salto à frente” dado pela China, a partir da queda do império, em 1911, compreendendo também documentos sobre as execuções capitais ocorridas  em todos estes anos.  O Superior Geral dos Beneditinos, Fr. Noker Woolf, que foi 20 vezes à  China a partir de 1985, disse que “é necessário saber rezar e esperar, e respeitar, como estrangeiros, o governo local chinês, que se tornou, nos últimos tempos, muito generoso”. Por fim, o Prof. Agostino Giovagnoli, da Universidade Católica do Sagrado Coração, de Milão, disse que o Congresso sobre a China se propunha, entre outras metas, superar as polêmicas ligadas à canonização de uma série de mártires chineses, em outubro de 2000, na Praça São Pedro, por ocasião do Ano Santo.

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